5 amigos se reuniram para assistir um jogo de um campeonato de futebol que possui 20 times. Sabendo que cada amigo torce para um desses times do campeonato, não necessariamente diferentes, qual a probabilidade de pelo menos dois amigos torcerem para o mesmo time?
A nota à edição do Livro que Emília Viotti da Costa faz nos leva a perceber que existem estruturas sistêmicas no Brasil que nos remetem a uma história de longa duração. Assim, podemos corretamente afirmar sobre o Brasil pós-independência que:
A constante calorífica de derretimento do gelo, sob pressão atmosférica padrão, é cerca de 80cal/g. Isto significa que para derreter cada grama de gelo à 0 graus Celcius sob pressão atmosférica padrão é necessário transferir para ele 80cal de energia térmica. A quantidade de energia térmica necessária para derreter 11g de gelo à 0 graus Celcius sob pressão padrão é cerca de:
"A globalização é um fenômeno tão antigo quanto os Estados, e o seu desenvolvimento está associado às políticas definidas por eles... A revolução da União Europeia e a criação de outros blocos geoeconômicos regionais alimentam o ponto de vista segundo o qual a globalização tropeça na tendência de regionalização da economia mundial". (MAGNOLI, Demétrio. Globalização: estado nacional e espaço mundial. São Paulo: Moderna, 1997, p.).
Considerando as palavras de Demétrio Magnoli, pode-se afirmar sobre a globalização:
URCA•
Conta-nos um historiador grego que naquela cidade, “quando nascia uma criança, não era o pai que decidia se iria criá-la ou não. O recém-nascido era levado ao lugar onde se reuniam os mais velhos, que o examinavam. Se fosse sadio e robusto, podia ser criado pelos pais (...). Se, ao contrário, fosse fraco e deficiente, era lançado no precipício. Julgavam que isso era o melhor para a criança e para o governo.
(PLUTARCO, Vida de Licrugo, 16, 1.2. IN: MAFRE Jean-Jacques. A vida na Grécia Clássica. Rio de Janeiro: Zahar, 1989, p. 146-147)
Podemos dizer corretamente que o texto se aplica às crianças da Cidade-Estado Grega de:
ESPINHOSEFLORES
Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.
Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.
Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.
Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.
(TristeFimdePolicarpoQuaresma,pp.160-165)
O texto acima é parte do livro Triste Fim Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. Sobre a ideia global do texto, podemos dizer:
LA REALIDAD ES TAN CONFUSA QUE SERÁ MEJOR QUE LA FILTREN LOS POETAS
Repitan conmigo: Krasz-na-hor-kai. Quédense con el nombre si no lo conocían ya. Este autor húngaro (Gyula, 1954) vive y escribe en movimiento en sus múltiples refugios. Es una palabra que le sienta bien a su literatura dinámica, huidiza y esquiva con las etiquetas. Sus personajes tienen difícil acomodo. Huyen de la opresión y del hartazgo. Buscan un lugar que no existe, ni siquiera dentro de sí mismos. “En el budismo, el movimiento implica cambio, pero en occidente escapamos para regresar al mismo lugar en un sinsentido perpetuo”, asegura.
En la obra de Lázsló Krasznahorkai, casi todos se marean en torno a un círculo tragicómico: desde Guerra y guerra a Tango satánico, de Melancolía de la resistencia a Ha llegado Isaías, publicados por Acantilado, pocos hallan su centro o cierto equilibrio. Quizás para él, la huida que hizo esta semana de Berlín a Madrid tuvo alguna recompensa. En la Residencia de Estudiantes, donde mantuvo este martes un encuentro con lectores, tocó el piano que dicen había hecho sonar alguna vez Federico García Lorca.
No es poco para quien eligió la prosa como modo de expresión. Pero una prosa devota de la poesía: “Escogí la novela y el ensayo porque me parecen géneros que se acercan más a lo objetivo, sin embargo, en lo que escribo, dejo penetrar la música y la poesía, que son partes fundamentales de mi vida”, afirma. De hecho aconseja recurrir a ambas artes para comprender mejor la realidad: “Fluye tanta información, todo resulta tan confuso que será mejor que la realidad la filtren los poetas.
Adaptado de https://elpais.com/cultura/2018/10/30/actualidad/1540908387_ 683794.html
A febre amarela voltou as áreas urbanas do Brasil. Essa doença não ocorria nessas áreas desde 1942. Assinale a alternativa que traz vetores dessa doença:
Cada pessoa/ que chegava/ se impressionava com o nacionalismo exagerado, /embora não o compreendesse.
Há no fragmento acima, três orações, assim distribuídas: 1. Cada pessoa se impressionava com o nacionalismo exagerado; 2. Que chegava; 3. Embora não o compreendesse. A terceira oferece uma ideia de:
VEGAN VS VEGETARIAN – WHAT’S THE DIFFERENCE?
By Alina Petre
Vegetarian diets have reportedly been around since as early as 700 B.C. Several typesexist and individuals may practicethemfor a variety of reasons, including health, ethics, environmentalism and religion. Vegan diets are a little more recent, but are getting a good amount of press.
What is a vegetarian diet?
According to the Vegetarian Society, a vegetarian is someone who does not eat any meat, poultry, game, fish, shellfish or by-products of animal slaughter. Vegetarian diets contain various levels of fruits, vegetables, grains, pulses, nuts and seeds. The inclusion of dairy and eggs depends on the type of diet you follow.
The most common types of vegetarians include:
•Lacto-ovo vegetarians:Vegetarians who avoid all animal flesh, but do consume dairy and egg products.
•Lacto vegetarians:Vegetarians who avoid animal flesh and eggs, but do consume dairy products.
•Ovo vegetarians:Vegetarians who avoid all animal products except eggs.
•Vegans:Vegetarians who avoid all animal and animal-derived products.
Those who do not eat meat or poultry but do consume fish are consideredpescatarians, whereas part-time vegetarians are often referred to asflexitarians.
Although sometimes considered vegetarians, pescatarians and flexitarians do eat animal flesh. Therefore, they do not technically fall under the definition of vegetarianism.
From: https://goo.gl/n9yEy1. Accessed on 03/22/2017
I) 100 mL NaOH C = 0,5 mol / L. II) 100 mL KI C = 1 mol / L. III) 100 mL Pb(NO3)2 C = 1 mol / L. IV) 100 mL HNO3 C = 0,5 mol / L. V) 100 mL HNO3 C = 1,5 mol / L.
As soluções escolhidas e a massa do precipitado formado foram
Em 31 de Março de 2013, o golpe militar de 1964 completou 53 anos, mas ainda está recente na memória de muitos brasileiros. O período da ditadura militar no Brasil compreende os anos de 1964 a 1985, e foi um período marcado principalmente pela repressão, tortura e censura dos meios de comunicação. Analise as alternativas abaixo e identifique a INCORRETA.
VEGAN VS VEGETARIAN – WHAT’S THE DIFFERENCE?
By Alina Petre
Vegetarian diets have reportedly been around since as early as 700 B.C. Several typesexist and individuals may practicethemfor a variety of reasons, including health, ethics, environmentalism and religion. Vegan diets are a little more recent, but are getting a good amount of press.
What is a vegetarian diet?
According to the Vegetarian Society, a vegetarian is someone who does not eat any meat, poultry, game, fish, shellfish or by-products of animal slaughter. Vegetarian diets contain various levels of fruits, vegetables, grains, pulses, nuts and seeds. The inclusion of dairy and eggs depends on the type of diet you follow.
The most common types of vegetarians include:
•Lacto-ovo vegetarians:Vegetarians who avoid all animal flesh, but do consume dairy and egg products.
•Lacto vegetarians:Vegetarians who avoid animal flesh and eggs, but do consume dairy products.
•Ovo vegetarians:Vegetarians who avoid all animal products except eggs.
•Vegans:Vegetarians who avoid all animal and animal-derived products.
Those who do not eat meat or poultry but do consume fish are consideredpescatarians, whereas part-time vegetarians are often referred to asflexitarians.
Although sometimes considered vegetarians, pescatarians and flexitarians do eat animal flesh. Therefore, they do not technically fall under the definition of vegetarianism.
From: https://goo.gl/n9yEy1. Accessed on 03/22/2017