INSTRUÇÃO:Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?

Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos.O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 01.
I- O significado do que é ser feliz pode variar de pessoa para pessoa.
II- A demonstração de felicidade é inadmissível quando incomoda o outro.
III- A felicidade de alguém pode deixar algumas pessoas incomodadas.
IV- O sentimento de felicidade está relacionado à transitoriedade.
V- A felicidade como um sentimento permanente é uma meta a ser buscada.
EstãoCORRETASas afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Por dias mais leves

Mais leves? Como assim, Jack? Você não enxerga a complexidade do mundo? Sei que muitas pessoas podem reagir dessa maneira ao assunto desta nossa conversa. Justamente por isso, aproveito esse tempinho juntos aqui para contar como eu percebo e tento vivenciar a leveza no meu dia a dia.
Ser leve não é ser bobo, irresponsável ou indiferente. Ser leve é saber tirar os pesos desnecessários que nós mesmos colocamos em nossas caminhadas. Se colocamos, podemos tirar, certo? Mas, antes, é preciso ter clareza do que nos sobrecarrega, daquilo que faz a vida parecer mais densa do que precisa ser, entende? 1) Sempre que perco minha leveza, revisito seus sequestradores. Quer saber quais são eles? Te conto as oito atitudes que roubam a leveza no dia a dia: controle: porque quero tudo do meu jeito, no meu tempo. E ainda me iludo achando que posso evitar os imprevistos; 2) senso de justiça: estou sempre indignada, carregando a régua do certo e do errado, como se o mundo tivesse que seguir meu manual pessoal; 3) perfeccionismo: um ideal que me maltrata e me exige mais do que posso dar; 4) mágoa: enquanto o outro segue a vida, eu fico carregando uma mala cheia de pedras que só me machucam; 5) preocupação: minha mente fica viciada no que pode dar errado; 6) busca por aprovação: porque dou muito poder ao externo e ao outro; 7) expectativas: espero demais e me frustro sempre; 8) drama: a vida já tem seus desafios, mas eu coloco uma lente de aumento e transformo em tragédia o que poderia ser só um contratempo. [...]
E você? O que tem pesado aí?
A verdade é que ser leve não significa ignorar responsabilidades ou viver à deriva. Significa entender que não preciso saber tudo, provar tudo, fazer tudo, controlar tudo.
Que posso confiar mais. Que a vida não é um boletim escolar no qual estou sendo avaliada. A vida é um livro, e cabe a mim decidir se será um drama arrastado ou uma história fluida, com algumas doses de comédia.
Ser leve também é parar de buscar informação o tempo todo. Às vezes, o mais libertador é simplesmente admitir: “Só sei que não sei.” Escolho a paz desse momento em vez da fome de informação. Sabe outra coisa que me devolve a leveza? Respeitar o meu ritmo. Porque não adianta tentar seguir o compasso do mundo e esquecer do meu.
A natureza não dá saltos; ela tem uma cadência. E nós também. Ser leve é respeitar a sua natureza. Ser leve é voltar ao seu estado natural, soltando as amarras do que você deveria ser e abraçando o que verdadeiramente é.


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. Por dias mais leves. Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/por-dias-mais-leves/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos linguísticos usados pela autora para construir o texto.

I- Interrogação.
II- Enumeração.
III- Definição.
IV- Denotação.
V- Conotação.

É CORRETO afirmar que a autora, para construir o texto, fez uso dos seguintes recursos linguísticos:
Um determinado lote com três lados possui as seguintes medidas: 10 m, 10 m e 12 m. Com base nas informações fornecidas, o lote apresentado forma qual figura?
Com base na Resolução CEB/CNE n.º 02/2001, que institui as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, analise as afirmativas a seguir.
I- A educação especial é uma modalidade de ensino que se destina exclusivamente ao atendimento de alunos com deficiência intelectual em instituições especializadas.
II- A Resolução reconhece a educação especial como transversal a todos os níveis e etapas da educação básica, devendo ser oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino.
III- O atendimento educacional especializado (AEE) tem como objetivo a eliminação de barreiras e a participação plena dos estudantes.
IV- A proposta da Resolução reforça a segregação pedagógica como estratégia eficaz para garantir o direito à educação dos estudantes com deficiência.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
À luz dos princípios defendidos por Paulo Freire, que compreende o currículo como uma construção dialógica, contextualizada e comprometida com a formação crítica dos sujeitos, analise como o currículo, no contexto da educação infantil e do ensino fundamental, influencia as práticas pedagógicas e o processo de ensino-aprendizagem. Assinale a alternativa CORRETA.
João planejou fazer uma caminhada de 6 quilômetros. Após algum tempo, ele já percorreu 2 quilômetros. Com base nessa informação, assinale a alternativa que indica quanto ainda falta para João concluir a caminhada, em metros:
Em uma fábrica de doces, certa quantidade de balas foi embalada em 50 sacos, colocando-se 10 balas em cada saco. Se fosse possível colocar 25 balas em cada saco, o número de sacos necessários para embalar a mesma quantidade de balas seria igual a
Com base na Lei n.º 9.394/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) O ensino é ministrado com base em princípios como a liberdade de aprender, o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, bem como o respeito à tolerância.
( ) A oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola;
( ) As instituições de ensino devem promover a articulação com as famílias e a comunidade, fortalecendo os vínculos entre a escola e a sociedade.
( ) As instituições privadas de ensino estão dispensadas de autorização de funcionamento e supervisão do Poder Público, desde que cumpram seus regulamentos internos.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
Com base nos estudos de Vasconcellos (2000), que destaca a função do supervisor escolar como articulador do projeto pedagógico e promotor da reflexão coletiva na escola, assinale a alternativa que expressa corretamente os objetivos e as atividades centrais do trabalho do supervisor escolar no contexto institucional.
Considerando as concepções críticas de educação, como defendidas por Paulo Freire, e a importância das práticas reflexivas no processo de ensino-aprendizagem, analise as afirmativas a seguir sobre o impacto das práticas de observação, registro, planejamento e avaliação no aprimoramento das práticas docentes.
I- Permite controle rigoroso do comportamento infantil, restringindo a liberdade pedagógica e padronizando ações nas atividades escolares.
II- Viabiliza acompanhamento atento das interações, possibilitando planejamento flexível, avaliação contínua e adaptação das práticas pedagógicas.
III- Serve principalmente para preencher relatórios administrativos exigidos pelas secretarias, sem impacto direto nas práticas pedagógicas cotidianas.
IV- Funciona majoritariamente como instrumento de verificação formal, desvinculado das experiências e necessidades individuais das crianças na escola.
V- Atua exclusivamente como mecanismo para definir responsabilidades administrativas, sem conexão com as práticas didático-pedagógicas escolares.
Está CORRETO apenas o que se afirma em
A análise de fatos e acontecimentos societários, sob o crivo de uma perspectiva teórica crítica, possibilita ampliar os conhecimentos quantitativos e qualitativos indispensáveis ao trabalho profissional dos assistentes sociais. Amparada numa determinada visão de mundo, a condição de vida populacional e as escolhas dos sujeitos sociais não são compreendidas isoladamente, ou de única responsabilidade dos indivíduos, porque fazem parte de um todo articulado. A partir de outras perspectivas teóricas, situações, como de pobreza e violências, tendem a ser explicadas como fatos naturais, decorrentes ou potencializadas pelas escolhas individuais. Somente quando essas situações ultrapassam uma dita “normalidade” é que deve ser passível de intervenção e enfrentamento. Com base nesses indicativos, qual perspectiva teórica faz referência a esse tipo de análise e comportamentos?
Com base na legislação educacional vigente e nas concepções críticas de educação, analise as afirmativas a seguir sobre a função social da escola e o papel dos especialistas em assuntos educacionais no cotidiano escolar. Em seguida, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A educação básica cumpre função social ao garantir cidadania, equidade e acesso a saberes culturais fundamentais para todos os estudantes.
( ) O especialista em assuntos educacionais contribui apenas com aspectos burocráticos, sem influenciar o trabalho pedagógico ou a gestão escolar.
( ) O trabalho pedagógico deve integrar práticas de cuidado e educar, reconhecendo crianças como sujeitos históricos, culturais e de direitos.
( ) O currículo escolar deve articular conhecimentos universais e locais, respeitando diversidades culturais, sociais e regionais em suas propostas.
( ) A formação continuada de professores é essencial para consolidar mudanças pedagógicas e garantir melhorias no processo educativo escolar.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Por dias mais leves

Mais leves? Como assim, Jack? Você não enxerga a complexidade do mundo? Sei que muitas pessoas podem reagir dessa maneira ao assunto desta nossa conversa. Justamente por isso, aproveito esse tempinho juntos aqui para contar como eu percebo e tento vivenciar a leveza no meu dia a dia.
Ser leve não é ser bobo, irresponsável ou indiferente. Ser leve é saber tirar os pesos desnecessários que nós mesmos colocamos em nossas caminhadas. Se colocamos, podemos tirar, certo? Mas, antes, é preciso ter clareza do que nos sobrecarrega, daquilo que faz a vida parecer mais densa do que precisa ser, entende? 1) Sempre que perco minha leveza, revisito seus sequestradores. Quer saber quais são eles? Te conto as oito atitudes que roubam a leveza no dia a dia: controle: porque quero tudo do meu jeito, no meu tempo. E ainda me iludo achando que posso evitar os imprevistos; 2) senso de justiça: estou sempre indignada, carregando a régua do certo e do errado, como se o mundo tivesse que seguir meu manual pessoal; 3) perfeccionismo: um ideal que me maltrata e me exige mais do que posso dar; 4) mágoa: enquanto o outro segue a vida, eu fico carregando uma mala cheia de pedras que só me machucam; 5) preocupação: minha mente fica viciada no que pode dar errado; 6) busca por aprovação: porque dou muito poder ao externo e ao outro; 7) expectativas: espero demais e me frustro sempre; 8) drama: a vida já tem seus desafios, mas eu coloco uma lente de aumento e transformo em tragédia o que poderia ser só um contratempo. [...]
E você? O que tem pesado aí?
A verdade é que ser leve não significa ignorar responsabilidades ou viver à deriva. Significa entender que não preciso saber tudo, provar tudo, fazer tudo, controlar tudo.
Que posso confiar mais. Que a vida não é um boletim escolar no qual estou sendo avaliada. A vida é um livro, e cabe a mim decidir se será um drama arrastado ou uma história fluida, com algumas doses de comédia.
Ser leve também é parar de buscar informação o tempo todo. Às vezes, o mais libertador é simplesmente admitir: “Só sei que não sei.” Escolho a paz desse momento em vez da fome de informação. Sabe outra coisa que me devolve a leveza? Respeitar o meu ritmo. Porque não adianta tentar seguir o compasso do mundo e esquecer do meu.
A natureza não dá saltos; ela tem uma cadência. E nós também. Ser leve é respeitar a sua natureza. Ser leve é voltar ao seu estado natural, soltando as amarras do que você deveria ser e abraçando o que verdadeiramente é.


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. Por dias mais leves. Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/por-dias-mais-leves/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.
Na seguinte passagem do texto “Mas, antes, é preciso ter clareza do que nos sobrecarrega, daquilo que faz a vida parecer mais densa do que precisa ser, entende?”, a palavra “densa” foi usada como antônima de
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Por dias mais leves

Mais leves? Como assim, Jack? Você não enxerga a complexidade do mundo? Sei que muitas pessoas podem reagir dessa maneira ao assunto desta nossa conversa. Justamente por isso, aproveito esse tempinho juntos aqui para contar como eu percebo e tento vivenciar a leveza no meu dia a dia.
Ser leve não é ser bobo, irresponsável ou indiferente. Ser leve é saber tirar os pesos desnecessários que nós mesmos colocamos em nossas caminhadas. Se colocamos, podemos tirar, certo? Mas, antes, é preciso ter clareza do que nos sobrecarrega, daquilo que faz a vida parecer mais densa do que precisa ser, entende? 1) Sempre que perco minha leveza, revisito seus sequestradores. Quer saber quais são eles? Te conto as oito atitudes que roubam a leveza no dia a dia: controle: porque quero tudo do meu jeito, no meu tempo. E ainda me iludo achando que posso evitar os imprevistos; 2) senso de justiça: estou sempre indignada, carregando a régua do certo e do errado, como se o mundo tivesse que seguir meu manual pessoal; 3) perfeccionismo: um ideal que me maltrata e me exige mais do que posso dar; 4) mágoa: enquanto o outro segue a vida, eu fico carregando uma mala cheia de pedras que só me machucam; 5) preocupação: minha mente fica viciada no que pode dar errado; 6) busca por aprovação: porque dou muito poder ao externo e ao outro; 7) expectativas: espero demais e me frustro sempre; 8) drama: a vida já tem seus desafios, mas eu coloco uma lente de aumento e transformo em tragédia o que poderia ser só um contratempo. [...]
E você? O que tem pesado aí?
A verdade é que ser leve não significa ignorar responsabilidades ou viver à deriva. Significa entender que não preciso saber tudo, provar tudo, fazer tudo, controlar tudo.
Que posso confiar mais. Que a vida não é um boletim escolar no qual estou sendo avaliada. A vida é um livro, e cabe a mim decidir se será um drama arrastado ou uma história fluida, com algumas doses de comédia.
Ser leve também é parar de buscar informação o tempo todo. Às vezes, o mais libertador é simplesmente admitir: “Só sei que não sei.” Escolho a paz desse momento em vez da fome de informação. Sabe outra coisa que me devolve a leveza? Respeitar o meu ritmo. Porque não adianta tentar seguir o compasso do mundo e esquecer do meu.
A natureza não dá saltos; ela tem uma cadência. E nós também. Ser leve é respeitar a sua natureza. Ser leve é voltar ao seu estado natural, soltando as amarras do que você deveria ser e abraçando o que verdadeiramente é.


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. Por dias mais leves. Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/por-dias-mais-leves/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.
Na seguinte passagem do texto “Ser leve é respeitar a sua natureza. Ser leve é voltar ao seu estado natural, soltando as amarras do que você deveria ser e abraçando o que verdadeiramente é.”, a leveza da vida está relacionada à
Com chegada da Coroa Portuguesa, o Brasil foi dividido em capitanias hereditárias e, com a Constituição de 1824, foram criadas as províncias. Em relação às capitanias e às províncias, analise as afirmativas a seguir:

I- A Província de Minas Gerais tinha o maior número de habitantes e era um dos maiores territórios do Império.
II- A Capitania de São Paulo e Minas de Ouro foi dividida em Capitania de Minas Gerais e Capitania do Rio de Janeiro.
III- A Capitania de Minas Gerais passou por transformações ao longo do tempo, e sua primeira sede foi Vila Rica.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Caso: Uma equipe de Saúde da Família (eSF) de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) identificou um caso de uma menina de 3 anos como suspeita de maus-tratos. Seguindo as normativas vigentes, o caso foi devidamente notificado ao Sistema de Vigilância Epidemiológica. Foi realizada uma investigação ampliada, envolvendo uma abordagem intersetorial com a cooperação da assistência social, conselho tutelar e a escola da criança. Após cuidadosa apuração, os resultados da investigação demonstraram que não havia situação de negligência ou violência por parte da família nos cuidados prestados à criança, e a suspeita inicial foi descartada. Apesar disso, identificou-se a necessidade de suporte psicossocial. A criança e os seus pais passaram a receber assistência psicológica e continuam em seguimento longitudinal coordenado pela equipe da UBS.
Considerando a complexidade do caso e a abordagem multiprofissional e intersetorial implementada para o acompanhamento contínuo dessa família na Atenção Primária, qual instrumento de gestão do cuidado foi mais representativo da organização dessa assistência?
As habilidades motoras podem ser classificadas de diferentes maneiras, dependendo dos critérios adotados. Segundo a classificação e a dimensão, as habilidades motoras relacionadas à previsibilidade do ambiente podem ser classificadas em
Considerando as concepções sociológicas e pedagógicas críticas sobre a função socializadora da educação, analise as afirmativas:
I- A função socializadora da escola é neutra, pois transmite apenas os conteúdos científicos universais, sem influência das relações sociais e culturais.
II- A socialização escolar limita-se à aprendizagem de normas e regras de convivência, desvinculando-se do desenvolvimento da consciência crítica.
III- A escola, ao cumprir sua função socializadora, contribui para a reprodução das desigualdades sociais, sem possibilidades de resistência ou transformação.
IV- A função socializadora da educação envolve tanto a internalização de saberes e valores socialmente construídos quanto a formação de sujeitos críticos capazes de intervir na realidade.
Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei n.º 9.394/1996, assinale a alternativa que está de acordo com os princípios e diretrizes da educação nacional.
INSTRUÇÃO:Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?

Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos.O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
Tendo em vista a estrutura de composição do texto 01, verifica-se a presença de
I- discurso direto. II- subjetividade. III- interrogação. IV- conotação. V- denotação.
EstãoCORRETOSos itens
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