A Lei n. 8.662, de 7 de junho de 1993, que dispõe sobre a profissão de Assistente Social, em seu Artigo 4º - afirma que se constitui como competência do Assistente Social

Uma recente e crescente preocupação dos assistentes sociais diz respeito às transformações que vêm se dando em relação aos novos contornos de seu mercado de trabalho, em especial, com relação às funções que lhes são privativas. Essas funções são definidas no:

Polarizado por interesses de classes, o trabalho do assistente social o leva a participar, pelas mesmas atividades, da reprodução das contradições da sociedade do capital, como do reforço às condições de dominação desse sistema. Assim, a compreensão desse movimento, o esforço em considerar a atividade profissional como trabalho e o compromisso com a classe trabalhadora, da qual o próprio assistente social faz parte como assalariado, abrem a possibilidade de fazer frente ao projeto de classe para o qual é chamado a intervir, colocando-se a serviço da construção de
Conforme disposto na Lei 8.080/90, serão cofinanciadas pelo SUS, pelas universidades e pelo orçamento fiscal, entre outras, as:
As fontes de energia são recursos da natureza ou artificiais utilizados pela sociedade para a produção de algum tipo de energia. São energias de fontes renováveis, exceto:
A revogação do Decreto nº 2.208, de 1997, pelo Decreto 5.154 lançou as bases para a integração do ensino médio com a educação profissional. A política educacional do governo Luis Inácio Lula da Silva privilegiou:

A porcentagem de frequência, em uma sala de aula, foi de 74% em um mês e de 81,03% no mês seguinte. A variação percentual da porcentagem de frequência, do primeiro ao segundo mês, foi de

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08. 
        A capacidade de apagar a própria conta do Facebook e a audácia de gabar-se disso não se devem a uma suposta superioridade intelectual, mas a condições privilegiadas. Para milhões de pessoas fora da América do Norte e Europa Ocidental, a realidade é outra: o Facebook é a internet. Quando se apaga a conta, é como se o indivíduo se retirasse para as profundezas escuras da selva. 
        A maioria dos usuários ocidentais de redes sociais provavelmente não tem consciência da extensão com que o Facebook permeia o cotidiano de outros países. Escrevo em Kiev, capital da Ucrânia, onde meu plano local de telefonia celular inclui acesso gratuito ao Facebook, ao Facebook Messenger e às suas subsidiárias, WhatsApp e Instagram, entre outros serviços. 
        Na Ucrânia, cada vez mais, a plataforma se torna a rede social para todos os fins. Enquanto americanos usam o e-mail para sua correspondência profissional e o LinkedIn para contatos profissionais, os ucranianos se valem do Facebook também para essas finalidades, incluindo todas as suas credenciais e filiações profissionais em seu perfil. 
        A situação na Ucrânia é algo que provavelmente é familiar aos brasileiros, onde as operadoras de celular também oferecem acesso gratuito às plataformas de rede social. Informa-me por e-mail minha colega Anna Prusa, do Brazil Institute do Wilson Center, que, assim como ocorre na Ucrânia, “Facebook e WhatsApp são fundamentais no que se refere à comunicação entre os brasileiros, desde grupos de família até comunicações profissionais.” 
        Com o acesso ao celular tornando-se onipresente, mais pessoas hoje fazem uso quase exclusivamente de serviços baseados na internet. Mais de 83% dos brasileiros fizeram uma chamada de vídeo ou voz no ano passado por meio de algum aplicativo da internet.
(Nina Jankowicz. Abandonar o Facebook é mais fácil para países ricos.
www1.folha.uol.com.br, 18.05.2019. Adaptado)
Está em conformidade com as regras de concordância verbal ou nominal da língua, a alternativa: 

Uma unidade de atendimento socioeducativo de semiliberdade tem a seguinte composição em seu quadro técnico: 01 assistente social, 01 psicólogo e 01 pedagogo. O assistente social, visando elaborar o seu projeto de intervenção profissional, decide fazer uma pesquisa com os adolescentes da referida unidade como forma de aprofundar o seu conhecimento a respeito dos usuários dos serviços da instituição. Em seu projeto o assistente social opta pela modalidade de pesquisa que “trabalha com o universo dos significados, dos motivos, das aspirações, das crenças, dos valores, das atitudes” (MINAYO, 2009, p.21).

A modalidade de pesquisa escolhida pelo assistente social é a pesquisa:

O Código de Ética Profissional do Assistente Social em vigor apresenta algumas competências do Conselho Federal de Serviço Social. Dentre estas competências, pode-se destacar a seguinte:
Conforme o Código de Ética do(a) Assistente Social (1993), assinale a alternativa que se refere a um dos princípios fundamentais da profissão.
Joana, com dezesseis anos de idade, obtém o consentimento de seus pais e se casa, sob o regime da comunhão parcial de bens, com Vinicius.

Um ano após o casamento, o casal se divorcia.

Decidida a vender o imóvel recebido de seus pais por doação antes do casamento, Joana tem o registro da venda do imóvel obstado, ao argumento de que, sendo menor de dezoito anos, somente pode praticar os atos da vida civil devidamente assistida por seus responsáveis legais.

Considerando a situação trazida no problema, é correto afirmar que:
Em alguns casos, o crime exige uma condição especial do sujeito ativo, podendo ser classificado em crimes comuns, próprios, de mão própria, bi próprios, etc. Referente ao tema, assinale a alternativa correta.
Nas células A1, B1, C1 e D1 de uma planilha sendo elaborada com o programa MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, foram digitados, respectivamente, os valores 10, 22, 30 e 34. Caso a fórmula = (C1-B1)*MOD(D1;A1) seja digitada na célula D2, o resultado obtido será 
Leia o texto com atenção e responda a questão de acordo com os comandos.
A MÁGICA DA EDUCAÇÃO
Educar-se é a precondição para que o trabalho seja uma escola

Quase todos entendem: Os mais educados ganham mais. Por que será? O que a escola terá enfiado na cabeça do aluno, mudando sua forma de trabalhar - ou de se comportar como cidadão? Os números mostram claramente: quanto mais anos de escolaridade, maior o nível de renda. Que outras dúvidas haveria para demonstrar o poder da educação?
Isso é fácil de entender, pois aprendem-se na escola coisas que podemos usar no primeiro dia de trabalho. De fato, aprendem-se habilidades que o mercado valoriza e pelas quais está disposto a pagar, como ler, escrever, receber instruções por escrito e muito mais. A escolaridade permite decifrar um orçamento e entender um manual de instruções. Quem sabe fazer essas coisas ganha mais, pois é mais produtivo para a empresa. E, como os economistas demonstram de forma persuasiva, se alguém recebe salários maiores é porque produz mais. Mas os números contêm uma charada. Com o passar do tempo, vamos esquecendo o que aprendemos na escola. Alguns conhecimentos mal duram até o dia da prova.
Ao começarmos a trabalhar, usamos o que nos ensinou a escola. No ano seguinte, já teremos esquecido muito do que nos foi ensinado.
Sendo assim, diria a lógica, se ganhamos pelo que aprendemos na escola, ao irmos esquecendo, nosso salário deveria diminuir. Mas é exatamente o oposto. Os analfabetos se aposentam praticamente com o mesmo salário inicial. Para quem estudou, em vez de caírem, os salários sobem ao longo da vida profissional. E não é só isso: sobem mais quanto mais escolaridade se consegue acumular. Mas não voltamos à escola, não nos ensinaram nada de novo que pudesse ser remunerado. Ainda assim, sobem os salários.
Por que será? Diante de uma situação de trabalho, o analfabeto não consegue encontrar uma maneira melhor de lidar com ela. Portanto, continua fazendo sempre o mesmo. Já quem passou pela escola adquiriu formas de pensar e agir que permitem decifrar as situações de trabalho e lidar criativamente com os desafios que aparecem. Amadurece seu julgamento, toma melhores decisões e aprende formas mais eficazes de trabalhar. Além disso, alcança uma compreensão mais ampla do mundo. Enfim, adquire um equipamento intelectual que lhe permite transformar a experiência de trabalho em produtividade. Usando uma expressão comum aprender a aprender.
Portanto, quanto mais aprendemos na escola, mais somos capazes dessa conversão de experiência em aprendizado. O equipamento para lidar criativamente e aprender com o mundo do trabalho torna-se mais poderoso. Com um diploma superior, ao chegar à maturidade, um indivíduo ganha três vezes seu salário inicial. Os números são claros: a capacidade de aprender a aprender dos mais escolarizados vale mais que os conhecimentos úteis que possuíam no primeiro dia de trabalho. A educação consiste em equipar as pessoas para aprender a fazer coisas que não foram ensinadas na escola. O trabalho é uma grande escola, mas somente para quem estudou. No fundo, os conhecimentos incluídos nos currículos valem menos por sua utilidade intrínseca e mais pela oportunidade de exercitar nosso raciocínio, ao lidarmos com
eles.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Revista Veja, 6 de AGOSTO, 2018. p. 73)
Conectivo que substitui, sem alteração semântica, o termo “Portanto" em: “Portanto, quanto mais aprendemos na escola, mais somos capazes (...)”,é
Em seu estudo sobre os fundamentos ontológicos da ética no Serviço Social, Barroco (2007) nos ensina que a dimensão ética que fundamentou a origem da profissão reproduz os princípios éticos presentes:

Na oração "Gosto de você", o termo "você" é:

No que diz respeito ao direito à Educação, o Estatuto da Criança e do Adolescente preconiza que é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente

I. atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade. 

II. oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do adolescente trabalhador. 

III. ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria. 

Assinale:


Pode-se caracterizar empiricamente a sociedade de
consumo por diferentes traços: elevação do nível de vida,
abundância das mercadorias e dos serviços, culto dos objetos e
dos lazeres, moral hedonista e materialista, etc. Mas,
estruturalmente, é a generalização do processo de moda que a
define propriamente. A sociedade centrada na expressão das
necessidades é, antes de tudo, aquela que reordena a produção
e o consumo de massa sob a lei da obsolescência, da sedução e
da diversificação, aquela que faz passar o econômico para a
órbita da forma moda (LIPOVETSKY, Gilles. O império do
efêmero. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 159).

Em essência, o texto sintetiza

A predominância feminina na profissão não é algo natural, mas é socialmente determinada. Inspirada no sistema patriarcal-racista-capitalista, essa força de trabalho é vinculada ao cuidado, ao trabalho doméstico, às atividades não remuneradas e, na indústria capitalista, às funções subalternas. Tal sistema é portador de uma ideologia que naturaliza o papel da mulher na sociedade, por meio de uma cultura que fomenta que ser mulher é sinônimo de sacrifício e doação. É no bojo dessa cultura que o Serviço Social emerge como profissão associada à benemerência, à caridade e à moral cristã, que impôs às mulheres a obrigação de serem bondosas e acolhedoras. É correto afirmar, portanto, que o Serviço Social insere- -se na divisão sociotécnica do trabalho, determinação central dos antagonismos e desigualdades configuradas nas relações sociais mais amplas, mas também
Página 9