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Em uma transmissão televisiva de uma partida de futebol, a qual ocorria em um dia chuvoso, o comentarista de arbitragem alertou sobre o risco da manobra conhecida como carrinho, em que o jogador desliza deitado ao chão objetivando alcançar, com os pés, a bola que está de posse do adversário. Com a grama molhada, segundo o comentarista, o jogador que executa o carrinho pode atingir seu adversário com uma velocidade maior do que comumente chegaria, podendo contundir o outro atleta. Para analisar essa informação, considere um atleta de 80kg correndo com velocidade de 21,6 km/h (6 m/s), que se atira ao chão e desliza por 1m executando a manobra descrita. Se os coeficientes de atrito cinético, entre o jogador e a grama seca e molhada, são, respectivamente, 1 e 0,6, quanto, aproximadamente, a velocidade do jogador na grama molhada é maior do que a velocidade do mesmo atleta na grama seca, após o deslocamento de 1m durante o carrinho? (Use √6 = 2,4)
Verifica-se a ocorrência de um termo subentendido, mas citado no verso anterior, em:

TEXTO 07

Considere o trecho do conto “Uma velhinha”, de Márcio Moraes.

“Hoje, revi, depois de quinze anos, uma velhinha, que há quinze anos já era velha. Naquele tempo ela vendia panos de prato bordados nas ruas da cidade. (...) mas nunca tinha fixado o meu olhar e coração em seu ser, com tanta intensidade, (...).

Sim, encontrei-me não apenas com uma velhinha que se fixara em minha memória desde o primeiro dia que a vi há quinze anos. Encontrei-me também com aquele Office boy que corria de um banco a outro. (...)

Hoje encontrei-me a mim mesmo. Estava perdido no tempo que me trouxe a velhinha de volta.(...)

Hoje, revivi”

(MORAES, Márcio Adriano. Tecidos do Imaginário: Ler-Se(R). Revista Literartes. São Paulo: USP. n. 01. p. 01 e 02, 2012).

Esse reencontro do narrador-personagem com a velhinha representa:

TEXTO 01


CAN TECH DELIVER A SUSTAINABLE FUTURE FOR PLANET EARTH?

Sustainability means many things to many people, but it boils down to this: saving Planet Earth.


Mankind1 , as a species, has been too successful for its own good – the global population is estimate to top nine billion by 2050, according to the United Nations Department of Economic and Social Affairs.

As a result, there is already a strain2 on the planet’s essential natural resources, particularly food and water, which population growth can only aggravate.

Meanwhile, our demand for energy has directed to the plundering3 of the earth’s hydrocarbons oil, gas and coal, producing a catastrophic climate change. In a month-long series of features on the theme of sustainability, Technology of Business will be examining the main challenges facing businesses and asking whether technology – which got us into this mess in the first place – can help get us out.


Global megatrends are affecting the business environment


Most companies are already being affected by climate change today, directly or indirectly, says *CDP, a global not-for-profit organization specializing in measuring business environmental impact.

Extreme weather, drought and flooding can disrupt production capacity and affect supply chains for a whole range of businesses. For example, in a CDP survey of 70 European companies, 83% said they had operations in “water-stressed” regions, while 73% said water shortages posed risks to their own operations or those of their suppliers.

Considering an increasingly globalised economy, few businesses can isolate themselves from the impacts of climate change, population growth and resource reduction, says Emma Price-Thomas, head of sustainability strategy at charity Business in the Community.

“The world is changing very fast. Global megatrends are markedly affecting the business environment. If companies don’t address these and think longer-term, they may end up putting themselves out of business,” she argues.

A lot of technology and research is being directed towards reducing water usage an industrial processes and designing products that need less water to work, she says.

*CDP - Carbon Disclosure Project é uma organização que opera o sistema global de divulgação para que investidores, gerenciem seus impactos ambientais

Fonte: WALL, Matthew, BBC NEWS, 2 May 2014. Disponível em: http://www.bbc.com/news/business27208569. Adaptado. Acesso em: 6 abr. 2018.


1 ManKind: Humanidade

2 Strain:Tensão

3 Plundering: Pilhagem

Sobre a obra “Olhai os Lírios do Campo” de Érico Veríssimo, podemos afirmar que:

O Rio de Janeiro dos primeiros anos da República era a maior cidade do país, com mais de 500 mil habitantes. Capital política e administrativa, estava em condições de ser também, pelo menos em tese, o melhor terreno para o desenvolvimento da cidadania. Desde a independência e, particularmente, desde o início do Segundo Reinado, quando se deu a consolidação do governo central e da economia cafeeira na província adjacente, a cidade passou a ser o centro da vida política nacional. O comportamento político de sua população tinha reflexos imediatos no resto do país. A Proclamação da República é a melhor demonstração dessa afirmação.

(José Murilo de Carvalho.Os bestializados, 1987.)

O texto afirma que a consolidação do Rio de Janeiro como “o centro da vida política nacional” ocorreu com

Assinale a alternativa que avalia CORRETAMENTE as assertivas seguintes:

I. No texto IV, caso seja retirado o acento gráfico de “histórias”, não haverá alteração semântica tampouco morfológica, o que comprova a acentuação gráfica ser fundamental para a coerência textual.

II. Corroborando ser a ortografia recurso importante para se manter a coerência de um enunciado, no texto IV, em “...espiava em silêncio...”, se a palavra em negrito for substituída por seu homônimo homófono “expiava”, manter-se-á o sentido original da expressão.

III. “Rhodes chama a atenção para os diferentes tipos de sentimento que permeiam a vida...” (texto V) – No período transcrito, o acréscimo de uma vírgula antes do pronome relativo “que” mudará o caráter restritivo da oração. Isso demonstra que a pontuação contribui para a coerência do texto.

Se f e g são funções reais de variável real definidas por f(x) = sen²x e g(x) = cos²x, então, seus gráficos, construídos em um mesmo sistema de coordenadas cartesianas, se cruzam exatamente nos pontos cujas abcissas são
A independência de Moçambique ocorreu em 1975, após um longo processo que começou com a organização da FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), um movimento político nacionalista que foi fundado em 25 de junho de 1962, com o objetivo de lutar pela libertação do domínio colonial
Um carrinho se move em um trilho de ar com velocidade constante de 20 cm/s. A 250 cm dele se encontra outro carrinho que se move, na mesma direção mas em sentido oposto, também com velocidade constante de 5,0 cm/s. O choque entre eles se dará em

Leia o texto a seguir:

A superfície da Terra não abrange apenas o relevo continental, mas também o relevo submarino. No relevo submarino, de acordo com a profundidade, podemos diferenciar alguns níveis com características próprias. Um desses níveis vai até 200 metros de profundidade a partir do nível do mar e é praticamente uma extensão do continente. Sendo local de deposição de sedimentos, a maior parte vinda do continente, tornou-se uma importante área de exploração e pesquisa de petróleo.

ALMEIDA, L.; RIGOLIN, T. Fronteiras da globalização. O mundo natural e o espaço humanizado. São Paulo: Ática, 2013, p. 89-90. Adaptado.

A área do relevo submarino descrita acima é denominada:

A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício
Márcio Seligmann-Silva

[...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

[...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

(Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.)
A estrutura linguística predominante no texto acima permite que ele seja entendido como:

Anthony Giddens, sociólogo inglês, refere-se a “um mundo em mudanças”, com reflexos sociais, econômicos e culturais em larga escala, tanto mundial como local. Assim afirma Giddens: “O mundo em que vivemos hoje nos faz muito mais interdependentes, mesmo a milhares de quilômetros de distância, do que jamais fomos”.

GIDDENS, Anthony. Sociologia. 4. Ed. Porto Alegre, Artmed, 2005, p. 60.

As atuais mudanças que aproximam o local e o global são bastante novas na história da sociedade. Considerando esse aspecto, assinale a afirmação verdadeira.

A dipirona (C13H16N3O4SNa) é um medicamento muito utilizado para aliviar a dor e para baixar a febre. Ana ao observar que seu filho João de 3 anos estava com febre, por indicação médica, diluiu 10 gotas do medicamento de concentração 500 mg/mL em água e deu ao seu filho. Qual a quantidade de moléculas de dipirona ingeridas por João?

Dados: 1mL = 20 gotas; Constante de Avogrado = 6x1023 moléculas/mol C=12g/mol; O=16g/mol; N=14g/mol; S=32g/mol; H=1g/mol; Na=23g/mol.

Leia o TEXTO 2 para responder a questão.


TEXTO 2


FUTEBOL DE RUA



(1) Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim:
(2) DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo.

(3) DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

(4) DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol. De óculos é meia-armador, para evitar os choques.

(5) DO JUIZ – Não tem juiz.

(6) DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades:

(7) a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la, mande o seu irmão menor.

(8) b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância.

(9) c) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é gol.

(10) DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando!

(11) DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o futebol de verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é córner.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Futebol de rua. Disponível em: < http://contobrasileiro.com.br/futebol-de-ruacronica-de-luis-fernando-verissimo/>. Acesso em: 05 maio 2018 (adaptado).

Com relação à estrutura e à função do TEXTO 2, afirma-se que

Segundo o texto, a emissão de sinais da Voyager 1 leva de 12 a 14 horas para chegar à Terra.

Isto se deve ao fato de que esses sinais são ondas

Tendo em vista a legislação ambiental vigente, o tecnólogo em Gestão Ambiental contratado por uma empresa mineradora tem como uma de suas responsabilidades vistoriar a barragem de rejeitos dessa empresa.

Uma barragem de rejeitos consiste em

Analise as seguintes proposições a respeito do Arcadismo.
I. Pode-se dizer que o pastor convida sua amada a gozar o quanto antes os prazeres do amor, porque a vida é breve, e o futuro é incerto. II. Pode-se dizer que o eu-lírico idealiza uma paisagem agradável e propícia aos encontros amorosos. III. Pode-se dizer que se trata de uma época de lutas e polêmicas religiosas que valorizou muito a arte da oratória, tendo como um de seus maiores expoentes Gregório de Matos. IV. Pode-se dizer que, contrariamente à arte do Renascimento, o Arcadismo pregava uma exaltação dos sentimentos, e a religiosidade é expressa de forma dramática, intensa, envolvendo emocionalmente os ouvintes.
Marque a alternativa CORRETA.

Segundo as minhas pesquisas, foram assim os tempos passados, embora seja difícil dar crédito a todos os testemunhos nesta matéria. (...) A explicação mais verídica, apesar de menos frequentemente alegada, é, em minha opinião, que os atenienses estavam tornando-se muito poderosos, e isto inquietava os espartanos, compelindo-os a recorrerem à guerra. (...)”.

TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: Editora Universidade de Brasília, Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2001 XLVII, 584 pp. 13-15


• A partir do texto, pode-se afirmar que Tucídides

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