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Em média, 90% das sementes de um determinado tipo de planta germinam depois que foram plantadas. Pedro plantou dez dessas sementes em linha. A probabilidade de que oito das sementes plantadas por ele germinem e duas não germinem pode ser obtida corretamente por meio da conta
Os únicos três programadores de uma empresa de tecnologia trabalham 6 horas por dia, recebendo R$ 40,00 por hora trabalhada. Em regime de hora extra, esses programadores podem trabalhar duas horas além das seis. As horas extras são remuneradas com 50% de acréscimo em relação ao valor da hora normal de trabalho. Essa empresa fechou um contrato de trabalho para a entrega de 66 aplicativos em cinco dias. Os três programadores da empresa farão regime de 8 horas diárias de 2a a 5a feira e, na 6ª feira, combinaram de iniciar o trabalho às 7h e de trabalhar até o término do serviço, com remuneração de R$ 80,00 por hora que exceda as 8 horas de trabalho. Faz parte do combinado uma pausa, não remunerada, de 1 hora de almoço, das 12h às 13h. Considerando ritmo constante de trabalho de cada programador fazendo 1 aplicativo a cada 2 horas de trabalho, o custo de mão de obra desse serviço e o horário em que ele estará concluído na 6a feira são, respectivamente,
Partindo do Texto I e considerando, em seu conjunto, a obra Morangos Mofados de Caio Fernando Abreu, está INCORRETO o que se afirma em:
No início da década de 1930, o biólogo russo Georgii F. Gause publicou resultados de uma pesquisa em que veri - ficou que a tentativa de cultivo simultâneo de duas espécies distintas de protozoários, em um mesmo tubo de cultivo, levava à extinção de uma delas. No entanto, ele percebeu que a espécie extinta era capaz de sobreviver quando cultivada simultaneamente com outra espécie de protozoário. Segundo o pesquisador, a espécie que foi extinta no primeiro caso possuía o mesmo nicho ecológico que a espécie sobrevivente. Esse tipo de relação ecológica é denominado:

T E X T


EL TIGRE, Venezuela — Thousands of workers are fleeing Venezuela’s state-owned oil company, abandoning once-coveted jobs made worthless by the worst inflation in the world. And now the hemorrhaging is threatening the nation’s chances of overcoming its long economic collapse.

Desperate oil workers and criminals are also stripping the oil company of vital equipment, vehicles, pumps and copper wiring, carrying off whatever they can to make money. The double drain — of people and hardware — is further crippling a company that has been teetering for years yet remains the country’s most important source of income.

The timing could not be worse for Venezuela’s increasingly authoritarian president, Nicolás Maduro, who was re-elected last month in a vote that has been widely condemned by leaders across the hemisphere. Prominent opposition politicians were either barred from competing in the election, imprisoned or in exile.

But while Mr. Maduro has firm control over the country, Venezuela is on its knees economically, buckled by hyperinflation and a history of mismanagement. Widespread hunger, political strife, devastating shortages of medicine and an exodus of well over a million people in recent years have turned this country, once the economic envy of many of its neighbors, into a crisis that is spilling over international borders.

If Mr. Maduro is going to find a way out of the mess, the key will be oil: virtually the only source of hard currency for a nation with the world’s largest estimated petroleum reserves. But each month Venezuela produces less of it. Offices at the state oil company are emptying out, crews in the field are at half strength, pickup trucks are stolen and vital materials vanish. All of this is adding to the severe problems at the company that were already acute because of corruption, poor maintenance, crippling debts, the loss of professionals and even a lack of spare parts.

Now workers at all levels are walking away in large numbers, sometimes literally taking piecesof the company with them, union leaders, oil executives and workers say.

A job with Petróleos de Venezuela, known as Pdvsa, used to be a ticket to the Venezuelan Dream. No more.

Inflation in Venezuela is projected to reach an astounding 13,000 percent this year, according to the International Monetary Fund. When The New York Times interviewed Mr. Navas in May, the monthly salary for a worker like him was barely enough to buy a whole chicken or two pounds of beef. But with prices going up so quickly, it buys even less now.

Junior Martínez, 28, who has worked in the oil industry for eight years, is assembling papers, including his diploma as a chemical engineer. His wife and her daughter left three months ago to earn money in Brazil. “I get 1,400,000 bolívars a week and it isn’t even enough to buy a carton of eggs or a tube of toothpaste,”Mr. Martínez said of his salary in bolívars, Venezuela’s currency.

Mr. Martínez’s father, Ovidio Martínez, 55, recalled growing up here when the oil boom began. He cried as he spoke of his son’s determination to leave the country. “You watch your children leave and you can’t stop them,” the elder Mr. Martínez said, fighting back tears. “In this country, they don’t have a future.”

In El Tigre, hundreds of people stood in line one recent morning outside a supermarket, many waiting since the evening before to buy whatever food they could.

From: www.nytimes.com/June 14, 2018. Adapted.

To show how worthless wages have become in Venezuela, the text mentions the case of a week’s earnings of a chemical engineer that is not enough to buy a
Agnaldo é um fazendeiro. Certo dia, Agnaldo vendeu 50 vacas, 100 porcos e 300 galinhas por R$ 153.050,00. No mesmo dia, Agnaldo vendeu 100 vacas, 50 porcos e 120 galinhas por R$ 244.240,00. Sendo constante o preço de cada animal, na próxima venda de Agnaldo, no qual ele venderá 50 vacas, 250 porcos e 780 galinhas, o preço a ser cobrado será:

A ILHA DO LITORAL DE SÃO PAULO COM A SEGUNDA MAIOR

CONCENTRAÇÃO DE COBRAS DO PLANETA

A ilha da Queimada Grande, conhecida como ilha das cobras, é habitada quase que exclusivamente por uma espécie de cobra, a jararaca-ilhoa (Bothrops insularis). Segundo o pesquisador e especialista em animais peçonhentos Vidal Haddad Júnior, o isolamento e as condições geográficas da ilha lentamente modificaram as características das cobras em relação às jararacas continentais, criando a nova espécie. "Sua cauda adquiriu capacidade preensil (de se agarrar a algo) e a dentição ganhou um aspecto mais curvo, para prender as aves mais facilmente e não soltá-las enquanto o veneno age". "Para subir em árvores, sua pele se tornou mais elástica do que a de suas parentes do continente", explica Otávio Marques, pesquisador e diretor do Laboratório de Ecologia e Evolução do Instituto Butantan.

Evanildo da Silveira BBC Brasil (adaptado) 24 fevereiro 2018

Disponível em:<http://www.bbc.com/portuguese/geral-43115867> .

A forma como o texto apresenta as modificações ocorridas no animal aplica-se à teoria:

“Em primeiro amistoso desde 1947, Estados Unidos vence Cuba em Havana”

Fonte:<http://www.espn.com.br/noticia/637236_em-primeiro-amistoso-desde-

1947-estados-unidos-vence-cuba-em-havana> – acessado em 30/04/2018


A manchete de 07 de outubro de 2016, do site ESPN Brasil, dá destaque para a notícia da primeira partida de futebol masculino entre as seleções dos EUA e de Cuba, em 69 anos, pois permite refletir sobre as complexas relações entre Cuba e Estados Unidos no século XX.
Sobre as relações entre os dois países no século XX, podemos AFIRMAR que

Leia o TEXTO 11 para responder à questão.


TEXTO 11


Segundo dados do CFM (Conselho Federal de Medicina), há um médico para cada 570 brasileiros. Pelos cálculos da OMS (Organização Mundial da Saúde), há 17,6 médicos para cada 10 mil brasileiros, bem menos que na Europa, cuja taxa é de 33,3.


SOBRINHO, Wanderley. Falta de médicos e de remédios: 10 grandes problemas da saúde brasileira. Uol notícias. Disponível em:<https://noticias.uol.com.br/saude/listas/falta-medico-e-dinheiro-10-grandes-problemasda-saude-no-brasil.htm?cmpid=copiaecola>. Acesso em: 12 maio 2018 (adaptado).


Com base nas informações do TEXTO 11, há, aproximadamente, quantos europeus para cada médico?

Leia o seguinte soneto.

RECORDO AINDA...

Recordo ainda... e nada mais me importa...

Aqueles dias de uma luz tão mansa

Que me deixavam, sempre, de lembrança,

Algum brinquedo novo à minha porta...


Mas veio um vento de Desesperança

Soprando cinzas pela noite morta!

E eu pendurei na galharia torta

Todos os meus brinquedos de criança...


Estrada afora após segui... Mas, aí,

Embora idade e senso eu aparente

Não vos iludais o velho que aqui vai:


Eu quero os meus brinquedos novamente!

Sou um pobre menino... acreditai!...

Que envelheceu, um dia, de repente!...


QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 2003, p. 42.


Marque a alternativa que identifica CORRETAMENTE o eu lírico do soneto.

A altura de um cone reto mede o dobro do raio desua base. Se a área lateral desse cone é 9√5πcm2,o volume do cone é

Síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina exercer adequadamente seus efeitos. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. O Tipo 2 aparece em cerca de 90% das pessoas e se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. O Tipo 3 se manifesta durante a gravidez, desaparecendo, na maioria dos casos, logo depois do parto. Estamos falando da:

Texto 2: Quando a carne é fraca!


A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.

Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas. Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!

Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?

Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima. Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?

Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.

Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.

Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial. Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio. Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros? Há que se inverter essa ordem!

DALTO, Carlos Eduardo. Disponível em: https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8>. Acesso em: 15 de mai. 2017. Adaptado.

Considere o texto 1 e assinale a alternativa correta.

TEXTO

Brazil has declared an end to its public health emergency over the Zika virus, 18 months after a surge in cases drew headlines around the world.

The mosquito-borne virus was not considered a major health threat until the 2015 outbreak revealed that Zika can lead to severe birth defects. One of those defects, microcephaly, causes babies to be born with skulls much smaller than expected.

Photos of babies with the defect spread panic around the globe as the virus was reported in dozens of countries. Many would-be travellers cancelled their trips to Zika-infected places. The concern spread even more widely when health officials said it could also be transmitted through sexual contact with an infected person.

The health scare came just as Brazil, the epicentre of the outbreak, was preparing to host the 2016 Olympics, fuelling concerns the Games could help spread the virus. One athlete, a Spanish wind surfer, said she got Zika while training in Brazil ahead ofthe Games.

In response to the outbreak, Brazil launched a mosquito-eradication campaign. The health ministry said those efforts have helped to dramatically reduce cases of Zika. Between January and mid-April, 95% fewer cases were recorded than during the same period last year. The incidence of microcephaly has fallen as well.

The World Health Organization (WHO) lifted its own international emergency in November, even while saying the virus remained a threat.

“The end of the emergency doesn’t mean the end of surveillance or assistance” to affected families, said Adeilson Cavalcante, the secretary for health surveillance at Brazil’s health ministry. “The health ministry and other organisations involved in this area will maintain a policy of fighting Zika, dengue and chikungunya.”

All three diseases are carried by the Aedes aegypti mosquito.

But the WHO has warned that Zika is “here to stay,” even when cases of it fall off, and that fighting the disease will be an ongoing battle.

(Fonte: Associated Press, Friday 12 May 2017 10.18 BST. Last modified on Friday 12 May 2017 22.00 BST)

Which of the titles below best sums up the main idea of the text?

TEXTO

Brazil has declared an end to its public health emergency over the Zika virus, 18 months after a surge in cases drew headlines around the world.

The mosquito-borne virus was not considered a major health threat until the 2015 outbreak revealed that Zika can lead to severe birth defects. One of those defects, microcephaly, causes babies to be born with skulls much smaller than expected.

Photos of babies with the defect spread panic around the globe as the virus was reported in dozens of countries. Many would-be travellers cancelled their trips to Zika-infected places. The concern spread even more widely when health officials said it could also be transmitted through sexual contact with an infected person.

The health scare came just as Brazil, the epicentre of the outbreak, was preparing to host the 2016 Olympics, fuelling concerns the Games could help spread the virus. One athlete, a Spanish wind surfer, said she got Zika while training in Brazil ahead ofthe Games.

In response to the outbreak, Brazil launched a mosquito-eradication campaign. The health ministry said those efforts have helped to dramatically reduce cases of Zika. Between January and mid-April, 95% fewer cases were recorded than during the same period last year. The incidence of microcephaly has fallen as well.

The World Health Organization (WHO) lifted its own international emergency in November, even while saying the virus remained a threat.

“The end of the emergency doesn’t mean the end of surveillance or assistance” to affected families, said Adeilson Cavalcante, the secretary for health surveillance at Brazil’s health ministry. “The health ministry and other organisations involved in this area will maintain a policy of fighting Zika, dengue and chikungunya.”

All three diseases are carried by the Aedes aegypti mosquito.

But the WHO has warned that Zika is “here to stay,” even when cases of it fall off, and that fighting the disease will be an ongoing battle.

(Fonte: Associated Press, Friday 12 May 2017 10.18 BST. Last modified on Friday 12 May 2017 22.00 BST)

According to the text, “outbreak” means…
Uma empresa iniciará a rotulação de garrafas com o auxílio de um maquinário apropriado, que rotula uma mesma quantidade de garrafas por hora. Verificou-se que, após 4 horas de trabalho, 4800 garrafas foram rotuladas. A função que associa o tempo de trabalho t, em horas, após o início de funcionamento da máquina, ao número de garrafas que foram rotuladas até esse momento tem lei de formação:
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Perdendo a cabeça olhando memes? O dicionário tem uma palavra para isso.

Por Yasmin Rufo

BBC Notícias, 2 de dezembro de 2024
Adaptado


Você passa horas rolando o Instagram e o TikTok sem pensar? Se sim, você pode estar sofrendo de podridão cerebral, que a Oxford University Press elegeu como a frase ou palavra do ano. É um termo que expressa preocupações sobre o impacto do consumo excessivo de conteúdo online de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais. A frequência de uso aumentou 230% entre 2023 e 2024.

O psicólogo e professor da Universidade de Oxford Andrew Przybylski diz que a popularidade da palavra é um "sintoma do tempo em que vivemos". Brain rot superou outras cinco frases ou palavras na lista da editora do dicionário, incluindo demure, Romantasy e dynamic pricing. A podridão cerebral é definida como a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material considerado trivial ou pouco desafiador. O primeiro uso registrado de podridão cerebral data de muito antes da criação da internet: foi escrito em 1854 por Henry David Thoreau em seu livro Walden.

Ele critica a tendência da sociedade de desvalorizar ideias complexas e como isso é parte de um declínio geral no esforço mental e intelectual. Isso o leva a perguntar: "Enquanto a Inglaterra se esforça para curar a podridão da batata, ninguém se esforçará para curar a podridão cerebral, que prevalece de forma muito mais ampla e fatal?"

A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa, mas agora está sendo usada no mainstream como uma forma de descrever conteúdo de baixa qualidade e baixo valor encontrado nas mídias sociais.

O professor Przybylski diz que "não há evidências de que a podridão cerebral realmente exista". "Em vez disso, ela descreve nossa insatisfação com o mundo online e é uma palavra que podemos usar para agrupar nossas ansiedades em relação às mídias sociais." Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, diz que, ao olhar para a Palavra do Ano de Oxford nas últimas duas décadas, "é possível ver a crescente preocupação da sociedade com a forma como nossas vidas virtuais estão evoluindo, a forma como a cultura da internet está permeando muito de quem somos e do que falamos".

NOTA: "Demure" significa comportar-se de forma reservada e discreta, geralmente em relação ao estilo de roupa ou comportamento. "Romantasy" é um gênero literário que mistura romance e fantasia. "Dynamic pricing" é o ajuste de preços de produtos ou serviços de acordo com a demanda do mercado.
A expressão "podridão cerebral" (parágrafo 1, linha 2), de acordo com o texto, consiste em um(a):
Leia o texto a seguir para responder à questão:


É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos... É tanta coisa ao redor que fica quase impossível vencer a procrastinação, uma atitude comum e totalmente humana. Difícil é encontrar uma única pessoa que não tenha adiado a realização de alguma tarefa pelo menos uma vez na vida. Mas uma pesquisadora está tentando ajudar quem sofre disso, principalmente as pessoas que têm vários problemas no trabalho, nos estudos e até na vida pessoal e familiar por causa disso.

Fuschia Sirois, professora de psicologia da Universidade de Durham, na Inglaterra, estuda há 20 anos a procrastinação. Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa, oferecendo insights e estratégias práticas para lidar com isso. "Eu falo muito em público e recebo e-mails após as palestras, pessoas cujas vidas são prejudicadas pela procrastinação, elas não podem seguir em frente com seus objetivos, está afetando sua saúde e elas estão desesperadas por qualquer tipo de conselho", disse ao site The Guardian.

"Há muitos conselhos e opiniões sobre o assunto, o que não ajuda", disse Sirois. Frases como "Você é preguiçoso, vá fazer um curso de gerenciamento de tempo" não ajudam. Na verdade, de acordo com ela, os procrastinadores precisam entender melhor qual é a origem do problema para resolvê-lo. Eles também devem parar de se culpar por procrastinar e serem mais gentis consigo mesmos. Sirois explica que a procrastinação entre os estudantes é preocupantemente alta. "Estima-se que entre 80 e 95% dos novos alunos procrastinam pelo menos uma vez ou mais, mas 50% dos alunos procrastinam cronicamente e isso é um problema real". Para ela, a procrastinação nunca foi uma coisa boa, apesar de alguns pesquisadores argumentarem sobre os benefícios da "procrastinação positiva".

Sirois afirma: "Embutido na definição de procrastinação está que você atrasa desnecessariamente e voluntariamente uma tarefa importante, apesar de saber que as consequências são prejudiciais. Como isso pode ser positivo?"


Adaptado de De VivaBem, em São Paulo 07/08/2022 16h10
No trecho "É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos..." (parágrafo 1, linha 1), a palavra em destaque está no:
Texto 2


O vício da tecnologia


Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado.
De acordo com o texto 2, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:

Observando os artigos abaixo listados, que fazem parte de um importante documento que norteia a vida em sociedade, dado que foi elaborado ao final do maior conflito armado da história da humanidade, assinale a alternativa que corresponda ao referido documento, cujo nome foi omitido propositalmente:

[...]

“como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.”

“Artigo I

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

Artigo II

1 - Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

2 - Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania.


Artigo III

Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.


Artigo IV

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.


Artigo V

Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.


Artigo VI

Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.


Artigo VII

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.


Artigo VIII

Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.


Artigo IX

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.”

[...]

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