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eia o texto para responder à questão.

5 Ways to Boost Your Resilience at Work

Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

<https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

Glossário:
(1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
(2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

No segundo parágrafo do texto, o trecho “.... can be extremely onerous.” refere-se a

ABSORÇÃO DE NUTRIENTES EM MUDAS DE BERINJELA

CULTIVADAS EM SUBSTRATOS ALTERNATIVOS

Com o objetivo de avaliar os efeitos da absorção de nutrientes na cultura da berinjela (Solanum melongena L.), pesquisadores testaram substratos à base de pó de coco seco, sem lavar, substrato comercial e fibra de coco verde. Verificaram que as plantas cultivadas em pó de coco seco tiveram maior quantidade de nutrientes totais nas partes aéreas quando comparadas a substrato comercial e pó de coco verde lavado.

Alexandre Bosco de Oliveira e Fernando Felipe Ferreyra Hernandez - Adaptado Revista Ciência Agronômica, v. 39, n. 4, p. 583-589, out-dez, 2008.

Esses nutrientes quando na parte superior devem estar armazenados no:

Um professor de Licenciatura em Química reuniu um grupo de pesquisa composto por 100 alunos. A pesquisa envolvia duas etapas simultâneas, classificadas pelo professor como pesquisa em campo e pesquisa fora de campo. Na pesquisa em campo, os alunos precisaram visitar alguns locais de coleta para anotações e coleta de dados; na pesquisa fora de campo, os alunos precisaram ficar na Universidade pesquisando fontes bibliográficas recomendadas. Após a subdivisão dos alunos nas duas etapas, o professor percebeu que 38 alunos eram homens; 50 alunos participariam da coleta de campo e destes, apenas 20 eram mulheres. Ao final da pesquisa, o professor escolheu um dos alunos para ministrar um workshop sobre o trabalho realizado. Sabendo que o aluno escolhido participou da pesquisa fora de campo, qual a chance de ter sido escolhido um homem?
Texto 4


Diabetes prejudica mais a saúde cardíaca das mulheres do que dos homens

Revisão de pesquisas concluiu que risco de doença coronária entre pessoas diabéticas é 44% maior entre o sexo feminino


O diabetes pode impactar de forma mais negativa a saúde das mulheres do que a dos homens. É o que indicam os resultados de uma pesquisa conduzida por especialistas europeus e australianos. Segundo o estudo, o risco de que uma pessoa diabética sofra uma doença coronária é 44% maior se ela for do sexo feminino.
A doença coronária ocorre quando o transporte do sangue ao músculo cardíaco é bloqueado parcial ou completamente devido ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias. Alguns fatores de risco para a doença incluem idade avançada, histórico familiar do mal, tabagismo, má alimentação, sedentarismo e obesidade. Tais fatores de risco são muito semelhantes aos do diabetes tipo 2. O diabetes aumenta o risco de doença cardíaca, especialmente entre o sexo feminino. A chance de mulheres com diabetes desenvolverem doença coronária é 44% mais elevado do que o de homens diabéticos, e três vezes maior em comparação com mulheres livres do diabetes.
O novo estudo, conduzido por especialistas da Austrália, Grã-Bretanha e Holanda, ainda concluiu que mulheres diabéticas têm o triplo de chance de sofrer uma doença coronária do que mulheres sem diabetes. Já entre os homens, esse risco é dobrado.
Os resultados publicados no periódico Diabetologia se basearam em uma revisão de 64 estudos realizados nas últimas cinco décadas com 850 000 pessoas.
Evidências — Em uma pesquisa anterior, essa mesma equipe de pesquisadores mostrou que mulheres com diabetes têm 25% mais chances de sofrer um derrame cerebral do que homens diabéticos. “Juntando os resultados dos nossos estudos, temos evidências suficientes de que o diabetes representa um maior risco à saúde cardiovascular das mulheres do que dos homens”, escreveram os autores no artigo.
De acordo com a equipe, não está claro o motivo pelo qual o diabetes é mais perigoso ao coração das mulheres do que dos homens, mas existem algumas hipóteses. Uma delas é a de que o metabolismo feminino precisa se deteriorar muito mais do que o masculino para desencadear o diabetes. Assim, quando diagnosticadas com a doença, as mulheres apresentam mais fatores de risco à saúde, como excesso de peso.
“Se os nossos resultados forem confirmados, saberemos que implementar intervenções específicas para cada sexo no tratamento do diabetes poderá ter um grande impacto no risco de uma pessoa ter doença coronária”, dizem os autores. Entre as formas evitar o diabetes tipo 2 estão: Perda da barriga.
Um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2 é o acúmulo da gordura visceral, ou seja, a gordura acumulada na região abdominal que também se concentra no fígado e entre os intestinos. “Essa gordura obriga o pâncreas a produzir cada vez mais insulina para que a glicose consiga entrar nas células. Esse excesso estimula uma série de mudanças no metabolismo, como aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol no sangue”, explica Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Portanto, o ganho de peso pode significar o aumento da gordura visceral e, consequentemente, do risco de diabetes tipo 2.
Muitos estudos já relacionaram o exercício físico ao menor risco de diabetes tipo 2, assim como outras pesquisas mostraram que o sedentarismo pode levar ao desenvolvimento da doença. Em 2002, um estudo clássico sobre diabetes, o Diabetes Prevention Program (DPP), mostrou que uma mudança no estilo de vida é melhor para evitar a doença do que medicamentos como a metformina, que reduz a resistência à insulina. Essa mudança no estilo de vida significa 150 minutos de atividade física por semana, uma melhora na alimentação e a perda de 7% do peso corporal em seis meses. “Embora a pesquisa tenha sido feita há dez anos, seus resultados foram comprovados pelos estudos que vieram depois”, diz Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/diabetes-prejudica-mais-a-saude-cardiaca-das-mulheres-do-que-dos-homens
Em muitas passagens do texto 3, alguns termos são explicitados na progressão textual. Entre os termos sublinhados abaixo, aquele que NÃO recebe explicitação alguma é:
Na década de 1960, Pedro Pinchas Geiger elaborou uma nova regionalização do espaço brasileiro, estabelecendo três grandes regiões – Centro-Sul, Nordeste e Amazônia – segundo critérios relacionados

TEXT 1


These days, when our slow recovery from recession seems like a full-employment program for pessimistic pundits, it’s great to have a new book from Chris Anderson, an indefatigable cheerleader for the unlimited potential of the digital economy. Anderson, the departing editor in chief of Wired magazine, has already written two important books exploring the impact of the Web on commerce. In “The Long Tail,” he argued that companies like Amazon that faced distribution challenges arising from having large quantities of the same kind of product would thrive by “selling less of more.” Corporations didn’t have to chase blockbusters if they had a mass of small sales. In “Free: The Future of a Radical Price,” he argued that giving stuff away to attract a multitude of users might be the best way eventually to make money from loyal customers. Anderson has also helped found a Web site, Geekdad, and an aerial roboticscompany. From his vantage point, in the future more and more people can get involved in making things they really enjoy and can connect with others who share their passions and their products. These connections, he claims, are creating a new Industrial Revolution.

In a 2010 Wired article entitled “In the Next Industrial Revolution, Atoms Are the New Bits,” Anderson described how the massive changes in our relations with information have altered how we relate to things. Now that the power of information-sharing has been unleashed through technology and social networks, makers are able to collaborate on design and production in ways that facilitate the connection of producers to markets. By sharing information “bits” in a creative commons, entrepreneurs are making new things (reshaping “atoms”) more cheaply and quickly. The new manufacturing is a powerful economic force not because any one business becomes gigantic, but because technology makes it possible for tens of thousands of businesses to find their customers, to form their communities.

Anderson begins his new book, “Makers,” with the story of his grandfather Fred Hauser, who invented a sprinkler system. He licensed his invention to a company that turned ideas into things that could be built and sold. Although Hauser loved translating ideas into things, he needed a company with resources to make enough of his sprinklers to turn a profit. Inventing and making were separate. With the advent of the personal computer and of sophisticated but user-friendly design tools, that separation has become increasingly irrelevant. As a child, Anderson loved making things with his grandfather, and he still loves creating new stuff and getting it into the marketplace. “Makers” describes how today technology has liberated the inventor from a dependence on the big manufacturer. “The beauty of the Web is that it democratized the tools both of invention andproduction,” Anderson writes. “We are all designers now. It’s time to get good at it.”

(Fragment from “Makers: The New Industrial Revolution by Chris Anderson”, by Michael S. Roth. Online since 24 November 2012. URL:https://www.washingtonpost.com/opinions/makers-thenew-industrial-revolution)

Choose the only INCORRECT alternative about the concept of “Makers”:
Sobre o grande setor agropecuário e alimentar do Brasil, é correto afirmar que
Leia atentamente os excertos:
Comparo o estado atual da América ao arruinado Império Romano – em que cada parte desmembrada formou um sistema político, conforme seus interesses e situação ou segundo a ambição particular de alguns chefes, famílias ou corporações [...] Por outro lado, não somos índios nem europeus, mas uma espécie intermediária entre os legítimos proprietários da terra e os usurpadores espanhóis, em suma, sendo americanos por nascimento e nossos direitos os da Europa, temos de disputá-los com os do país e nos mantermos nele contra a invasão dos invasores [...].
(BOLÍVAR, Simón. Cartas da Jamaica. Discurso de 1815. In____Escritos políticos – Coleção Repertórios. Campinas: Unicamp, 1992, p. 60-61.)
[O povo vietnamita] se ergueu como um só homem para resistir aos colonialistas franceses. [...] Há mais de dez anos, nossos irmãos do Sul combatem com heroísmo incomparável, aceitando incontáveis sacrifícios, para se libertarem do jugo atroz dos imperialistas americanos e seus lacaios. [...] Nossos compatriotas lutam obstinadamente para libertar o Sul, preservar o Norte, reunificar a pátria e contribuir para a salvaguarda da paz e da independência dos outros povos.
(MINH, Ho-Chi. A resistência do Vietnam. Discurso de 1965. RJ: Laemmert, 1968, p. 238-239.)
O discurso de Ho-Chi Minh foi proferido exatos 150 anos após o de Simón Bolívar, mas apresenta várias semelhanças com aquele. Assinale a alternativa na qual podem ser identificadas aproximações entre os dois discursos:
Leia atentamente o poema a seguir.
TRISTE HORIZONTE
Por que não vais a Belo Horizonte? a saudade cicia e continua branda: Volta lá. Tudo é belo e cantante na coleção de perfumes das avenidas que levam ao amor, nos espelhos de luz e penumbra onde se projetam os puros jogos de viver. Anda! Volta lá, volta já.
E eu respondo, carrancudo: Não. Não voltarei para ver o que não merece ser visto, o que merece ser esquecido, se revogado não pode ser. Não o passado cor-de-cores fantásticas, Belo Horizonte sorrindo púbere núbil sensual sem malícia, lugar de ler os clássicos e amar as artes novas, lugar muito especial pela graça do clima e pelo gosto, que não tem preço, de falar mal do Governo no lendário Bar do Ponto. Cidade aberta aos estudantes do mundo inteiro, inclusive Alagoas, "maravilha de milhares de brilhos vidrilhos" mariodeandrademente celebrada. Não, Mário, Belo Horizonte não era uma tolice como as outras. Era uma provinciana saudável, de carnes leves pesseguíneas. Era um remanso, era um remanso para fugir às partes agitadas do Brasil sorrindo do Rio de Janeiro e de São Paulo: tão prafentrex, as duas! e nós lá: macio-amesendados na calma e na verde brisa irônica. . .
Esquecer, quero esquecer é a brutal Belo Horizonte que se empavonava sobre o corpo crucificado da primeira. Quero não saber da traição de seus santos. Eles a protegiam, agora protegem-se a si mesmos. São José, no centro mesmo da cidade, explora estacionamento de automóveis. São José dendroclasta não deixa de pé sequer um pé-de-pau onde amarrar o burrinho numa parada no caminho do Egito. São José vai entrar feio no comércio de imóveis, vendendo seus jardins reservados a Deus. São Pedro instala supermercado. Nossa Senhora das Dores, amizade da gente na Floresta, (vi crescer sua igreja à sombra do Padre Artur) abre caderneta de poupança, lojas de acessórios para carros, papelaria, aviários, pães-de-queijo.
Terão endoidecido esses meus santos e a dolorida mãe de Deus? Ou foi em nome deles que pastores deixam de pastorear para faturar? Não escutem a voz de Jeremias (e é o Senhor que fala por sua boa de vergasta): "Eu vos introduzi numa terra fértil, e depois de lá entrardes a profanastes. Ai dos pastores que perdem e despedaçam o rebanho de minha pastagem! Eis que os visitarei para castigar a esperteza de seus desígnios".
Fujo da ignóbil visão de tendas obstruindo as alamedas do Senhor. Tento fugir da própria cidade, reconfortar-me em seu austero píncaro serrano. De lá verei uma longínqua, purificada Belo Horizonte sem escutar os rumos dos negócios abafando a litania dos fiéis. Lá o imenso azul desenha ainda as mensagens de esperança nos homens pacificados - os doces mineiros que teimam em existir no caos e no tráfico. Em vão tento a escalada. Cassetetes e revólveres me barram a subida que era alegria dominical de minha gente. Proibido escalar. Proibido sentir o ar de liberdade destes cimos, proibido viver a selvagem intimidade destas pedras que se vão desfazendo em forma de dinheiro. Esta serra tem dono. Não mais a natureza a governa. Desfaz-se, com o minério uma antiga aliança , um rito da cidade. Desiste ou leva bala. Encurralado todos, a Serra do Curral, os moradores cá embaixo. Jeremias me avisa: "Foi assolada toda a serra; de improviso derrubaram minhas tendas, abateram meus pavilhões. Vi os montes, e eis que tremiam. E todos os outeiros estremeciam. Olhei a terra, e eis que estava vazia, sem nada nada nada".
Sossega minha saudade. Não me cicies outra vez o impróprio convite. Não quero mais, não quero ver-te, meu Triste Horizonte e destroçado amor.
ANDRADE, Carlos Drummond de. “Triste horizonte”. In: Estado de Minas, 2o caderno, p. 1, 15 ago. 1976.
Em relação ao poema, analise as assertivas a seguir.
I. Carlos Drummond de Andrade lamenta as perdas sofridas e anseia esquecer as discrepâncias entre a cidade de que se lembra afetivamente e a que se ergue diante de seu olhar. II. Pode-se dizer que o pacato e o efêmero, a tradição e a modernidade são contradições que foram registradas por Carlos Drummond de Andrade. III. O receio de Carlos Drummond de Andrade em retornar a Belo Horizonte se relaciona à inconformidade com as transformações que atravessaram a cidade. IV. Carlos Drummond de Andrade demonstra um receio de aceitar o convite de seu alterego de retornar à cidade de Belo Horizonte.
Marque a alternativa CORRETA.

Leia com atenção o seguinte excerto: “Geralmente indica caimento do terreno, médio a forte (topográfico ou estrutural), principalmente em rochas sedimentares; sequências sedimentares depositadas sob a forma de cristas. Transição para o dendrítico”.

Lima, M. I C. Análise de Drenagem e seu significado Geológico-Geomorfológico. Belém. 2006. p.67.

O padrão de drenagem descrito no excerto acima é conhecido como

T E X T


EL TIGRE, Venezuela — Thousands of workers are fleeing Venezuela’s state-owned oil company, abandoning once-coveted jobs made worthless by the worst inflation in the world. And now the hemorrhaging is threatening the nation’s chances of overcoming its long economic collapse.

Desperate oil workers and criminals are also stripping the oil company of vital equipment, vehicles, pumps and copper wiring, carrying off whatever they can to make money. The double drain — of people and hardware — is further crippling a company that has been teetering for years yet remains the country’s most important source of income.

The timing could not be worse for Venezuela’s increasingly authoritarian president, Nicolás Maduro, who was re-elected last month in a vote that has been widely condemned by leaders across the hemisphere. Prominent opposition politicians were either barred from competing in the election, imprisoned or in exile.

But while Mr. Maduro has firm control over the country, Venezuela is on its knees economically, buckled by hyperinflation and a history of mismanagement. Widespread hunger, political strife, devastating shortages of medicine and an exodus of well over a million people in recent years have turned this country, once the economic envy of many of its neighbors, into a crisis that is spilling over international borders.

If Mr. Maduro is going to find a way out of the mess, the key will be oil: virtually the only source of hard currency for a nation with the world’s largest estimated petroleum reserves. But each month Venezuela produces less of it. Offices at the state oil company are emptying out, crews in the field are at half strength, pickup trucks are stolen and vital materials vanish. All of this is adding to the severe problems at the company that were already acute because of corruption, poor maintenance, crippling debts, the loss of professionals and even a lack of spare parts.

Now workers at all levels are walking away in large numbers, sometimes literally taking piecesof the company with them, union leaders, oil executives and workers say.

A job with Petróleos de Venezuela, known as Pdvsa, used to be a ticket to the Venezuelan Dream. No more.

Inflation in Venezuela is projected to reach an astounding 13,000 percent this year, according to the International Monetary Fund. When The New York Times interviewed Mr. Navas in May, the monthly salary for a worker like him was barely enough to buy a whole chicken or two pounds of beef. But with prices going up so quickly, it buys even less now.

Junior Martínez, 28, who has worked in the oil industry for eight years, is assembling papers, including his diploma as a chemical engineer. His wife and her daughter left three months ago to earn money in Brazil. “I get 1,400,000 bolívars a week and it isn’t even enough to buy a carton of eggs or a tube of toothpaste,”Mr. Martínez said of his salary in bolívars, Venezuela’s currency.

Mr. Martínez’s father, Ovidio Martínez, 55, recalled growing up here when the oil boom began. He cried as he spoke of his son’s determination to leave the country. “You watch your children leave and you can’t stop them,” the elder Mr. Martínez said, fighting back tears. “In this country, they don’t have a future.”

In El Tigre, hundreds of people stood in line one recent morning outside a supermarket, many waiting since the evening before to buy whatever food they could.

From: www.nytimes.com/June 14, 2018. Adapted.

Leia atentamente a seguinte descrição: Organismos deste filo avascular compartilham algumas características com as plantas vasculares, tais como: camada de células estéreis na parede dos gametângios e dos esporângios; retenção do embrião dentro do gametófito feminino; esporófito diploide resultante da fecundação; e esporos com esporopolenina.

O enunciado acima descreve o filo denominado de

A geomorfologia fluvial é um ramo da geomorfologia que compreende de maneira abrangente o estudo dos cursos de água e, mais recentemente, a atuação do homem nas modificações dos ambientes fluviais. Assinale a opção que contém exclusivamente formas ou feições associadas aos ambientes fluviais.
O senhor Dias Lopes tem 1,75 m de altura. Em um certo dia, enquanto estava parado em pé em uma rua plana e horizontal (em relação ao nível do mar), ele observou uma construção alta e reta localizada a 20 m de distancia, na mesma calcada onde se encontrava. O que chamou sua atenção foi que todo aquele lado da rua era protegido por um muro continuo, cuja altura é constante e exatamente igual à sua (1,75 m). Ao olhar para o topo da construção por cima do muro, ele estimou que precisou levantar a cabeça formando um angulo de 30° em relação à horizontal. Sabendo que a construção começa exatamente no nível da rua, a altura aproximada dessa construção é:

(Use 3 =1,7):
In relation to the issue raised about “the type of education benefits the federal law requires of schools” (paragraph 6) , Chief Justice John G. Roberts wrote that the IDEA requires that educational programs should

Desde sua independência em relação ao Império Britânico, em 1956, o Sudão é um país dividido do ponto de vista étnico e cultural. Com a vitória dos separatistas no referendo realizado na região sul do Sudão, em janeiro de 2011, a mudança fundamental no processo de formação territorial dos estados africanos foi a criação de um novo estado, o Sudão do Sul. Sobre tais países, analise as alternativas abaixo:


I. A fronteira entre os dois países não foi ainda definitivamente traçada.

II. As áreas reivindicadas por ambas as partes são ricas em petróleo.

III. O sul dispõe da maior parte das reservas, mas não possui saídas marítimas e depende do norte para explorar o petróleo.

IV. A parte norte do Sudão é majoritariamente árabe e muçulmana.

V. A população do sul manteve suas práticas religiosas animistas ou optou pela conversão ao cristianismo, durante o período colonial.

Quais estão CORRETAS?

How a Canadian Chain Is Reinventing Book Selling

By Alexandra Alter

About a decade ago, Heather Reisman, the chief executive of Canada’s largest bookstore chain, was having tea with the novelist Margaret Atwood when Ms. Atwood inadvertently gave her an idea for a new product. Ms. Atwood announced that she planned to go home, put on a pair of cozy socks and curl up with a book. Ms. Reisman thought about how appealing that sounded. Not long after, her company, Indigo, developed its own brand of plush “reading socks.” They quickly became one of Indigo’s signature gift items.

“Last year, all my friends got reading socks,” said Arianna Huffington, the HuffPost cofounder and a friend of Ms. Reisman’s, who also gave the socks as gifts to employees at her organization Thrive. “Most people don’t have reading socks — not like Heather’s reading socks.”

Over the last few years, Indigo has designed dozens of other products, including beach mats, scented candles, inspirational wall art, Mason jars, crystal pillars, bento lunchboxes, herb growing kits, copper cheese knife sets, stemless champagne flutes, throw pillows and scarves.

It may seem strange for a bookstore chain to be developing and selling artisanal soup bowls and organic cotton baby onesies. But Indigo’s approach seems not only novel but crucial to its success and longevity. The superstore concept, with hulking retail spaces stocking 100,000 titles, has become increasingly hard to sustain in the era of online retail, when it’s impossible to match Amazon’s vast selection.

Indigo is experimenting with a new model, positioning itself as a “cultural department store” where customers who wander in to browse through books often end up lingering as they impulsively shop for cashmere slippers and crystal facial rollers, or a knife set to go with a new Paleo cookbook. Over the past few years, Ms. Reisman has reinvented Indigo as a Goop-like, curated lifestyle brand, with sections devoted to food, health and wellness, and home décor.

Ms. Reisman is now importing Indigo’s approach to the United States. Last year, Indigo opened its first American outpost, at a luxury mall in Millburn, N.J., and she eventually plans to open a cluster of Indigos in the Northeast. Indigo’s ascendance is all the more notable given the challenges that big bookstore chains have faced in the United States. Borders, which once had more than 650 locations, filed for bankruptcy in 2011. Barnes & Noble now operates 627 stores, down from 720 in 2010, and the company put itself up for sale last year. Lately, it has been opening smaller stores, including an 8,300-square-foot outlet in Fairfax County, Va.

“Cross-merchandising is Retail 101, and it’s hard to do in a typical bookstore,” said Peter Hildick-Smith, president of the Codex Group, which analyzes the book industry. “Indigo found a way to create an extra aura around the bookbuying experience, by creating a physical extension of what you’re reading about.”

The atmosphere is unabashedly intimate, cozy and feminine — an aesthetic choice that also makes commercial sense, given that women account for some 60 percent of book buyers. A section called “The Joy of the Table” stocks Indigobrand ceramics, glassware and acacia wood serving platters with the cookbooks. The home décor section has pillows and throws, woven baskets, vases and scented candles. There’s a subsection called “In Her Words,” which features idea-driven books and memoirs by women. An area labeled “A Room of Her Own” looks like a lushdressing room, with vegan leather purses, soft gray shawls, a velvet chair, scarves and journals alongside art, design and fashion books.

Books still account for just over 50 percent of Indigo’s sales and remain the central draw; the New Jersey store stocks around 55,000 titles. But they also serve another purpose: providing a window into consumers’ interests, hobbies, desires and anxieties, which makes it easier to develop and sell related products.

Publishing executives, who have watched with growing alarm as Barnes & Noble has struggled, have responded enthusiastically to Ms. Reisman’s strategy. “Heather pioneered and perfected the art of integrating books and nonbook products,” Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, said in an email.

Ms. Reisman has made herself and her own tastes and interests central to the brand. The front of the New Jersey store features a section labeled “Heather’s Picks,” with a display table covered with dozens of titles. A sign identifies her as the chain’s “founder, C.E.O., Chief Booklover and the Heather in Heather’s Picks.” She appears regularly at author signings and store events, and has interviewed prominent authors like Malcolm Gladwell, James Comey, Sally Field, Bill Clinton and Nora Ephron.

When Ms. Reisman opened the first Indigo store in Burlington, Ontario, in 1997, she had already run her own consulting firm and later served as president of a soft drink and beverage company, Cott. Still, bookselling is an idiosyncratic industry, and many questioned whether Indigo could compete with Canada’s biggest bookseller, Chapters. Skepticism dissolved a few years later when Indigo merged with Chapters, inheriting its fleet of national stores. The company now has more than 200 outlets across Canada, including 89 “superstores.” Indigo opened its first revamped concept store in 2016.

The new approach has proved lucrative: In its 2017 fiscal year, the company’s revenue exceeded $1 billion Canadian for the first time. In its 2018 fiscal year, Indigo reported a revenue increase of nearly $60 million Canadian over the previous year, making it the most profitable year in the chain’s history.

The company’s dominance in Canada doesn’t guarantee it will thrive in the United States, where it has to compete not only with Amazon and Barnes & Noble, but with a resurgent wave of independent booksellers. After years of decline, independent stores have rebounded, with some 2,470 locations, up from 1,651 a decade ago, according to the American Booksellers Association. And Amazon has expanded into the physical retail market, with around 20 bookstores across the United States.

Ms. Reisman acknowledges that the company faces challenges as it expands southward. Still, she’s optimistic, and is already scouting locations for a second store near New York.

https://www.nytimes.com/2019/05/01

One of the reasons for the aesthetic choice of a cozy and feminine atmosphere at Indigo’s bookstores is the fact that

Um dos ecossistemas mais degradados do Brasil, a Mata Atlântica, também é um dos ambientes mais ricos e diversos do mundo, a ponto de ter sido inserido no mapa dos hotspots de biodiversidade no planeta. “São cerca de 5 mil variedades de plantas, muitas delas exclusivas da região, das quais as bromélias, as orquídeas e as palmeiras são as mais abundantes”, destacou o coordenador do Programa Biota-FAPESP.

(Mata Atlântica é tema do sexto Biota Educação, Revista Fapesp, 17/09/2013


• Qual das alternativas abaixo define corretamente o conceito de hotspot:

Texto 3


Facebook


Vimos que o Vale do Silício é um tecnopolo importante, com indústria avançada, de ponta, em que são feitos altos investimentos. Mas, às vezes, uma simples ideia pode valer mais do que muita tecnologia. É o caso da maior rede social do mundo, o Facebook.
Segundo o seu criador Mark Zuckerberg, em seu segundo ano da Universidade de Harvard (2004), ele e seus amigos tinham muito a compartilhar: suas fotos, o que estudavam, de que gostavam, entre tantas outras coisas que os amigos curtem. Pensando nisso, Mark elaborou – em duas semanas e com apenas 19 anos de idade – a primeira versão do que se tornaria essa famosa rede social.
Mas há quem diga que a história inicial não foi tão sublime, mas que tudo começou como uma brincadeira: Mark teria colocado as fotos das garotas da Universidade na internet, à revelia, para que os colegas escolhessem qual a mais bonita. Outro detalhe não menos importante seria que o desenvolvimento do Facebook contou com a colaboração de mais colegas, entre eles o brasileiro Eduardo Saverin, reconhecido como o co-fundador do site.
De qualquer forma, e intrigas à parte, inovação e agilidade transformaram esse pequeno projeto/brincadeira em uma empresa extremamente lucrativa, com mais de 500 milhões de usuários, faturamento bilionário e um valor de 50 bilhões de dólares, estimado pelo Banco Sachs em janeiro de 2011, maior do que o da Time Warner.
(Paulo Roberto Moraes, Urbanização e Metropolização, São Paulo, 2011)
Sobre o texto 2, é INCORRETO afirmar que:

Leia o texto para responder a questão.


Ao leitor: A gravidez como ela é


Li há alguns meses uma crônica em que a escritora, grávida, desabafava: “estar grávida é estranho”. Dizia que não conseguia soltar fogos de artifício, que o corpo dela estava esquisito, que sentia cansaço e angústia. E que se achava uma E.T. por sentir tudo isso – afinal, grávidas devem ser felizes e gratas.
Eu, também grávida de minha segunda filha, me identifiquei prontamente. Estar grávida é estranho mesmo. Por nove meses, nosso corpo se transforma completamente para formar um outro ser. Pode ser lindo, mas também é dolorido. Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. Estar grávida não é fácil.
Mais difícil ainda é passar por isso sem informação. Sem saber no que acreditar, que regras seguir, o porquê de estar sentindo tudo aquilo. Como gestante, sentia falta de publicações que questionassem, que polemizassem, que tivessem coragem de tocar em alguns pontos que, por vezes, tirassem da gravidez o revestimento de encanto e, da grávida, a aura imaculada.
Mergulhando nesse universo, vimos que o tema é ainda mais complexo do que podíamos imaginar.
Neste especial, você não encontrará lista de enxoval, sintomas de trabalho de parto nem dicas para fazer o bebê dormir. Mas vai ter informações preciosas sobre esse período de revolução na sua vida – o antes, o durante e o depois da gravidez. Para entender o que está de fato acontecendo e ter as ferramentas para tomar as decisões que fazem sentido para você. A gravidez pode continuar sendo uma coisa estranha, mas não será mais tão desconhecida. Para mim, foi transformador. Espero que seja para você também.
Boa leitura,
Marina Bessa
editora


(Superinteressante, edição especial, março de 2018. Adaptado)
Analisando a percepção que a escritora mencionada na matéria e a editora da revista têm da gravidez, conclui-se corretamente que
Em março de 2019, o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira sagrou-se campeão do carnaval carioca com o samba enredo “História para Ninar Gente Grande”. Leia o fragmento extraído da obra:

Brasil, o teu nome é Dandara E a tua cara é de cariri Não veio do céu Nem das mãos de Isabel A liberdade é um dragão no mar de Aracati Salve os caboclos de julho Quem foi de aço nos anos de chumbo Brasil, chegou a vez De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês. rasil, o teu nome é Dandara
E a tua cara é de cariri
Não veio do céu
Nem das mãos de Isabel
A liberdade é um dragão no mar de Aracati
Salve os caboclos de julho
Quem foi de aço nos anos de chumbo
Brasil, chegou a vez
De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês.
(Samba enredo da G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira/RJ. Disponível em: https://www.letras.mus.br/mangueira-rj/samba-enredo-2019- historias-para-ninar-gente-grande. Acesso em: 10 mar. 2019, às 10h15)
O samba critica a noção de “história oficial”, contada pelos vencedores ao custo da vida de diversos heróis e heroínas quase anônimos, e tenta resgatar essas memórias, como é o caso da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, enquanto liderava uma comissão que investigava milícias no Rio de Janeiro. Sobre a recuperação da memória desses heróis, é correto o que se afirma em:“

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