Questões de Concursos
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Nada por aqui
No que se refere ao existencialismo em geral e, em particular, ao existencialismo de Sartre, julgue o item.
Um dos precursores do existencialismo foi o filósofo
dinamarquês Soren Kierkegaard.
Considerando a relação entre as críticas realizadas pelo teórico Walter Benjamin, da Escola de Teoria Crítica, mais conhecida como Escola de Frankfurt, e a produção artística em tempos de avanço tecnológico, julgue o item a seguir.
Para Benjamin, toda obra de arte está rodeada por uma aura e
a reprodução técnica, própria da sociedade industrial, sendo
o aumento da produtividade a força motriz que sustenta o
alcance dotado de sentido da obra de arte.
Com a preocupação de tornar a linguagem mediadora da realidade, Wittgenstein procura, em alguns de seus escritos, descrever possibilidades de usos efetivos da linguagem, sendo que as atividades de uso dos símbolos têm seu significado ancorado nas “formas de vida”. Já que estas criam as legítimas possibilidades para os “jogos de linguagem”, e estes, por sua vez, delimitam aquilo que pode ser dito, dentro de um contexto ilimitado. Para ele: “Os jogos são livres criações do espírito e da vontade, autônomos e governados por regras. Saber jogar um jogo é uma capacidade que supõe domínio de uma técnica, consecutiva a uma aprendizagem. O fosso que separa a regra de sua aplicação preenchido pelo treinamento ou o adestramento (Abrichtung), a familiaridade, a prática do jogo.”
(WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações Filosóficas. São Paulo: Abril Cultural, 1984, 3 a ed., Col. Pensadores.)
Ludwig Joseph Johann Wittgenstein (1889-1951) foi um filósofo austríaco que atuou no campo da filosofia e da linguística durante a primeira metade do século XX. Seu trabalho filosófico:
Tendo como referência inicial o texto precedente, julgue o próximo item.
O mais conhecido oráculo dedicado ao deus Apolo
situava-se em Delfos e constituiu um importante referencial
para o pensamento grego.
Analise o trecho a seguir:
“Quanto ao que concerne o mal moral, o problema parece mais difícil de ser resolvido. Se as ações dos homens não são sempre o que deveriam ser, sua vontade é a responsável. O homem escolhe livremente suas decisões e é por ser livre que é capaz de fazer mal. A questão é, portanto, saber como um Deus perfeito pôde doar-nos o livre-arbítrio, ou seja, uma vontade capaz de fazer o mal. Assim colocado, o problema volta a ser saber se e em que medida a vontade livre pode ser contada entre o número dos bens. A resposta para essa questão não poderia ser diferente da que concerne aos objetos corporais. No mundo dos corpos, há muitas coisas das quais podemos fazer mau uso; isso não é razão para dizer que elas são más e que Deus não deveria tê-las nos dado, pois, tomadas em si mesmas, elas são bens. Por que não haveria na alma bens do mesmo gênero, ou seja, dos quais poderíamos fazer mau uso e que, contudo, uma vez que são bens, não podem ter sido dados a nós senão pelo autor de todo bem? É uma grave diminuição para um corpo humano ser privado de suas mãos; as mãos são algo bom e útil; contudo, aquele que comete com elas ações criminosas ouvergonhosas usa-as mal” (Gilson, 2007).
Com base na leitura do trecho acima e no conhecimento do pensamento de Santo Agostinho, analise as seguintes assertivas:
I. O livre-arbítrio, embora seja um dom divino, não é um bem absoluto; ele é um bem intermediário, cujo valor depende do uso que o homem dele faz.
II. O mal moral, segundo Santo Agostinho, não deriva de Deus, mas do mau uso da vontade livre pelo próprio homem.
III. A vontade livre é boa por natureza e necessária para a vida virtuosa, mesmo sendo potencialmente perigosa, pois pode inclinar-se ao mal.
IV. A existência do mal comprova que Deus não poderia ser o autor do livre-arbítrio, já que um dom verdadeiramente divino não deveria permitir o mal.
V. Assim como os órgãos corporais, que podem ser mal utilizados, a vontade também pode ser pervertida, mas continua sendo um bem criado por Deus.
Quais estão corretas?
Leia o texto a seguir.
O princípio da imanência, a explicação de todo acontecimento como repetição, o que o esclarecimento defende, contra a imaginação mítica, é o princípio do próprio mito.
ADORNO, T. W. & HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: ed. Jorge Zahar, 1985, p. 26. [Adaptado].
Em Horkheimer e Adorno, o programa do esclarecimento se
refere ao