A utilização de jogos e atividades lúdicas no ensino de Libras não facilita a aprendizagem nem motiva os alunos, tornando o processo educativo menos dinâmico e interativo. Por exemplo, incorporar jogos de linguagem e atividades interativas nas aulas de Libras não contribui para o engajamento dos alunos nem melhora sua proficiência na língua de sinais.
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A utilização de jogos e atividades lúdicas no ensino de Libras não facilita a aprendizagem nem motiva os alunos, tornando o processo educativo menos dinâmico e interativo. Por exemplo, incorporar jogos de linguagem e atividades interativas nas aulas de Libras não contribui para o engajamento dos alunos nem melhora sua proficiência na língua de sinais.
A prática pedagógica na educação de surdos deve reconhecer e incorporar as variáveis socioculturais da comunidade surda, utilizando uma abordagem crítica que desafie as normativas linguísticas majoritárias e promova a valorização da identidade surda.
COLUNA I 1. Intrapessoais 2. Interpessoais 3. Gerenciamento do estresse 4. Adaptabilidade 5. Humor geral
COLUNA II ( ) Empatia, responsabilidade social e relações interpessoais. ( ) Felicidade e otimismo. ( ) Consciência emocional, assertividade, independência, autoestima e autorrealização. ( ) Flexibilidade e resolução de problemas. ( ) Tolerância ao estresse e controle de impulsos.
Assinale a sequência correta.
Julgue o item a seguir.
Na LIBRAS, a incorporação de numeral dentro do
conceito de tempo não pode utilizar os numerais como
artifício visual, utilizando-se de expressões manuais para
indicar o conceito temporal.
Assinale a alternativa que traz a definição de classificador gramatical.
( ) O intérprete deve ser uma pessoa de alto caráter moral, honesto, consciente, confidente e de equilíbrio emocional. Ele guardaráinformações confidenciais e não poderá trair confidencias, as quais foram confiadas a ele. ( ) O intérprete deve manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo. ( ) O intérprete deve interpretar de acordo com seu entendimento, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante e do intérprete. ( ) O intérprete deve reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas. ( ) O intérprete deve adotar uma conduta adequada de se vestir, sem adereços, mantendo a dignidade da profissão e não chamando atenção indevida sobre si mesmo, durante o exercício da função. A sequência CORRETA é:
Sobre as principais perspectivas teóricas da surdez, analise as afirmativas:
I. A visão clínico-patológica compreende a surdez como uma deficiência sensorial que deve ser corrigida ou compensada, priorizando a reabilitação auditiva e a oralização do sujeito.
II. A visão sócio-antropológica entende a surdez como uma diferença cultural e linguística, valorizando a Libras e a identidade surda como expressões legítimas de uma comunidade.
III. Na perspectiva sócio-antropológica, o sujeito surdo é considerado um paciente que precisa de tratamento contínuo para se adaptar à sociedade ouvinte.
Assinale a alternativa CORRETA:
1 Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022
2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.
3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022
4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012 Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022
5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.
7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022