Questões de Concursos

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Leia atentamente o artigo 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e responda a questão abaixo.“Art. 36. O currículo do ensino médio observará o disposto na Seção I deste Capítulo e as seguintes diretrizes:

I destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura; a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania;

II adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes;

III será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição.§ 1º Os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação serão organizados de tal forma que ao final do ensino médio o educando demonstre:

I domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna;

II conhecimento das formas contemporâneas de linguagem;

III domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania” [destaque nosso].

Considerando o artigo da LDB citado acima, assinale a alternativa que pode ser considerada INCORRETA no que concerne a filosofia no ensino médio.

A concepção política de Hume corresponde

Assinale a opção em que o termo apresentado não faz parte do léxico heideggeriano.

O fogo vive a morte da terra e o ar vive a morte do fogo; a água vive a morte do ar e a terra a da água.

Este excerto deve ser interpretado como um exemplo

(ENEM/2013) – Até hoje admitia-se que nosso conhecimento se devia regular pelos objetos; porém, todas as tentativas para descobrir, mediante conceitos, algo que ampliasse nosso conhecimento malogravam-se com esse pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular pelo nosso conhecimento. 

(KANT, I. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste-Guibenkian, 1994 [adaptado].)

O trecho em questão é uma referência ao que ficou conhecido como revolução copernicana da filosofia. Nele, confrontam-se duas posições filosóficas que:

A metafísica pode ser entendida, segundo Heidegger, como

Segundo Thomas Kuhn, revoluções científicas são aqueles episódios de desenvolvimento não cumulativo, nos quais um paradigma mais antigo é total ou parcialmente substituído por um novo, incompatível com o anterior, conforme defende na obra A Estrutura das Revoluções Científicas. No que diz respeito à filosofia da ciência de Thomas Kuhn, julgue os itens que se seguem. Paradigma é considerado uma das principais noções da filosofia da ciência de Thomas Kuhn, visto que ela se articula diretamente à noção de revolução científica.
Não ignoro a opinião antiga e muito difundida de que o que acontece no mundo é decidido por Deus e pelo acaso. Essa opinião é muito aceita em nossos dias, devido às grandes transformações ocorridas, e que ocorrem diariamente, as quais escapam à conjectura humana. Não obstante, para não ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio que se pode aceitar que a sorte decida metade dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos permite o controle sobre a outra metade.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB, 1979 (adaptado).
Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o exercício do poder em seu tempo. No trecho citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu pensamento político e o humanismo renascentista ao

Tradicionalmente, considera-se que a experiência estética tem valor em si mesma, logo essa experiência só é possível se houver uma atitude desinteressada na relação com os objetos. Com relação à atitude desinteressada, assinale a opção correta.

Em sua obra conhecida como Do contrato social, é possível dizer que Jean-Jacques Rousseau procura, por meio das noções de direito natural dos indivíduos e de sociedade civil, refutar a ideia, própria do chamado Antigo Regime, segundo a qual o soberano

Com relação ao existencialismo, julgue os itens a seguir.

O existencialismo toma de Heidegger a frase que tornou famosa toda a escola: a essência precede à existência, isto é, não existe uma natureza humana, uma definição do que seja o homem, pois há uma essência precedente ao ato de existir.

Na visão de Kant ( in Marcondes,1997), a tarefa da crítica consiste em realizar o exame dos limites da razão teórica e estabelecer:

(ENEM 2016) Nunca nos tornaremos matemáticos, por exemplo, embora nossa memória possua todas as demonstrações feitas por outros, se nosso espírito não for capaz de resolver toda espécie de problemas; não nos tornaríamos filósofos, por ter lido todos os raciocínios de Platão e Aristóteles, sem poder formular um juízo sólido sobre o que nos é proposto. Assim, de fato, pareceríamos ter aprendido, não ciências, mas histórias.

DESCARTES, R. Regras para a orientação do espírito. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Em sua busca pelo saber verdadeiro, o autor considera o conhecimento, de modo crítico, como resultado da

(UEM/2010 - MODIFICADA) A filosofia de método fenomenológico foi criada na Alemanha pelo matemático e filósofo Edmund Husserl. A fenomenologia como teoria do conhecimento contesta tanto o empirismo quanto o idealismo. Para a fenomenologia, o empirismo conduz ao ceticismo, e o idealismo reduz o conhecimento a uma atividade puramente psicológica. Sobre a fenomenologia, são corretas as alternativas: 

I - Para a fenomenologia, só podemos alcançar a verdade reproduzindo, pelas experiências realizadas nos laboratórios, os fenômenos que observamos na natureza. 

II - Edmund Husserl buscou nos cursos de filosofia positiva, de Auguste Comte, os princípios que irão fundamentar um método seguro para alcançar a verdade científica. 

III - Da mesma maneira que Platão, a fenomenologia considera que o mundo sensível apresenta-se sob o engano da aparência. A verdade deve ser procurada no mundo inteligível das ideias. 

IV - A fenomenologia considera que a consciência é intencionalidade, ou seja, a consciência é sempre consciência de alguma coisa. Por isso, a fenomenologia não busca explicar a consciência, mas descrevê-la no ato do conhecimento. É a partir da intencionalidade da consciência que devemos entender como se produz o conhecimento. 

V - O filósofo francês Jean-Paul Sartre encontrou na fenomenologia os fundamentos para elaborar a filosofia existencialista e sua concepção de liberdade. 

(IDHTEC 2019) Faz parte dos conceitos da Teoria Fenomenológica, exceto:

Com relação ao desenvolvimento da capacidade de conceituar, em aulas de filosofia, e partindo-se da aceitação da afirmação de que ?não há filosofia sem conceito? (Frédéric Cossutta, 2001, p. 41) e de considerações apresentadas por Lídia M. Rodrigo (2009, p. 39 a 63), fica clara a dificuldade da obtenção de resultados positivos nesta empreitada. Até porque, como é dito aí, há duas dificuldades no trabalho com o conceito: a primeira é a da passagem da concretude da experiência à abstração conceptual e a segunda é a da passagem da abstração conceptual às situações singulares da experiência vivida. O texto de Rodrigo apresenta sugestões. Dentre elas a de caminhar gradualmente através de ?pontes cognitivas que facilitem a passagem do concreto ao abstrato?. O uso de metáforas, analogias, comparações, exemplificações e outros meios é sugerido, mas com uma ressalva importante: ?... é preciso certo cuidado no emprego desses recursos. Eles constituem pontos de apoio para a abstração, não seu substitutivo; um exemplo ou uma analogia, por mais adequados que sejam, não podem ser tomados como equivalentes do próprio conceito?.

Considere:

I. Sem conceitos não há filosofia e nem o filosofar.

II. Em aulas de filosofia, é fundamental o trabalho com o conceito e com a busca de desenvolvimento do processo de conceituar nos alunos.

III. A busca de desenvolvimento do processo de abstrair por parte dos alunos não é um trabalho fácil, mas é fundamental para que aulas de filosofia sejam, de fato, filosóficas.

IV. Há caminhos facilitadores deste desenvolvimento e cabe ao professor de filosofia buscá-los, como a utilização de analogias, comparações, exemplificações e outros.

V. A exemplificação é facilitadora no processo de busca do desenvolvimento da conceituação nos alunos, mas, por si mesma, não basta. Ela é recurso para algo mais que é a produção conceitual.

Está correto o que se afirma em

O existencialismo, pelo modo como elabora a questão da liberdade e da autenticidade como elementos centrais da existência humana, do ser humano como ser autoconsciente que cria a si mesmo, assume a dimensão:
Por meio da descrição fenomenológica do conhecimento, pretende-se, de acordo com Hessen,

Leia o texto a seguir:

“Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v. II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado).

Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma

Considera-se que a filosofia surgiu na Grécia Antiga, com os filósofos ditos pré-socráticos. No que se refere aos filósofos pré-socráticos e a alguns filósofos posteriores, julgue os itens que se seguem. Platão retoma o construto de Não-Ser em sua filosofia do conhecimento, atribuindo o Não-Ser a uma discrepância entre o juízo humano e a existência concreta do mundo das ideias.
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