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Nada por aqui
Rubem Braga, o cronista
Rubem Braga (1913-1990) foi o maior cronista deste país. Não será favor nenhum dizer que foi também um dos nossos maiores escritores, conquanto não tenha escrito praticamente nada além de crônicas. O irônico está em que o gênero da crônica é justamente aquele onde se costuma celebrar a transitoriedade do tempo, a anedota passageira, o pensamento arisco – nada muito durável. Mas Braga passou por cima disso e escreveu crônicas que não envelhecem.
Talvez o fato de se dedicar exclusivamente a esse gênero explique um pouco da excelência a que chegou, mas faltaria muito ainda a ponderar: como é que deu uma forma de vida permanente ao que devia ser efêmero? Onde foi buscar grandeza para cunhar o que é pequeno? Que altura poética conseguiu dar a uma prosa que corre limpa e elegante, mas em tom de conversa?
O segredo da potência das crônicas de Rubem Braga terá morrido com ele. Mas elas sobrevivem por conta do gênio dele, que desperta a cada vez que batemos os olhos numa linha, num parágrafo, numa página sua. Cada crônica do velho Braga tem a intensidade da vida que nos surpreende a cada momento.
(Teobaldo Ramires, inédito)
Rubem Braga, o cronista
Rubem Braga (1913-1990) foi o maior cronista deste país. Não será favor nenhum dizer que foi também um dos nossos maiores escritores, conquanto não tenha escrito praticamente nada além de crônicas. O irônico está em que o gênero da crônica é justamente aquele onde se costuma celebrar a transitoriedade do tempo, a anedota passageira, o pensamento arisco – nada muito durável. Mas Braga passou por cima disso e escreveu crônicas que não envelhecem.
Talvez o fato de se dedicar exclusivamente a esse gênero explique um pouco da excelência a que chegou, mas faltaria muito ainda a ponderar: como é que deu uma forma de vida permanente ao que devia ser efêmero? Onde foi buscar grandeza para cunhar o que é pequeno? Que altura poética conseguiu dar a uma prosa que corre limpa e elegante, mas em tom de conversa?
O segredo da potência das crônicas de Rubem Braga terá morrido com ele. Mas elas sobrevivem por conta do gênio dele, que desperta a cada vez que batemos os olhos numa linha, num parágrafo, numa página sua. Cada crônica do velho Braga tem a intensidade da vida que nos surpreende a cada momento.
(Teobaldo Ramires, inédito)
O cardápio elaborado por uma nutricionista para o almoço de certo dia permitia aos funcionários de uma grande empresa escolher entre um prato com peixe, ou com frango, ou com carne bovina. Sabe-se que o número de opções por peixe correspondeu à terça parte do número de opções por frango, que os números de opções por carne bovina e por peixe foram iguais, e que cada funcionário escolheu apenas uma das três opções oferecidas.
Nessas condições, é correto afirmar que, do número total de escolhas feitas pelos funcionários nesse almoço, o número de opções por frango representou
A crise da Ucrânia, cujo início remonta aos últimos meses de 2013, colocou frente a frente os interesses e projetos russos contra os da União Europeia, apoiada pelos Estados Unidos. Chamada a intervir, a Organização das Nações Unidas divulgou, no início de outubro deste ano, um relatório com a estimativa de 2 600 mortos no conflito.
Frente a esse panorama, o secretário geral da ONU recomendou, como linha de ação,