A probabilidade de certa jogadora de basquetebol converter um lance livre é de 90%.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item.
A probabilidade de essa jogadora não converter sequer 1 lance livre, em 3 tentativas, é de 0,001%.
Com base na Lei n.° 8.429/1992, julgue o item.
Estando-se diante de ato de improbidade cometido por agente público, necessariamente estar-se-á, também, diante de falta disciplinar.
No que concerne às fases do arquivamento: técnicas; sistemas; e métodos, julgue o item.
A organização de arquivos pressupõe o desenvolvimento de várias etapas de trabalho. São elas: levantamento de dados; análise dos dados coletados; planejamento; implantação; e acompanhamento.
Quanto às funções administrativas, julgue o item.
O planejamento é a base de todas as outras funções da administração, pois compete a ele a definição dos objetivos da organização e a concepção de planos que integrem e coordenem suas atividades.
Texto
    A prática da fonoaudiologia no Brasil remonta ao início do século XX, e há teorias que tentam precisar o que motivou o (L.01)
surgimento dessa ciência, pois carece de fundamento a explicação de que ela tenha surgido a partir da necessidade de
reabilitação de indivíduos com distúrbios da comunicação. Como tais patologias sempre existiram, surge o questionamento: por
que, em dado momento, foi preciso "tratá-las"? (L.04)
    Historicamente, a fonoaudiologia esteve ligada à educação, oriunda da preocupação com a profilaxia e a correção de
erros de linguagem apresentados pelos escolares, distanciando-se dela quando da formação dos cursos de nível superior. Para
criar seus procedimentos, essa ciência lançou mão, e ainda lança mão, dos conhecimentos de outras ciências, como psicologia, (L.07)
sociologia, pedagogia, linguística, filosofia, biologia, física e áreas complementares.
    Na década de 1920, teve início, no País, uma política sistemática de controle da linguagem com medidas para sua
padronização e sistematização, com vistas a se evitar o que entendiam por contaminação da língua nacional. Entre essas (L.10)
medidas, estava o tratamento de pessoas que apresentavam patologias relacionadas à comunicação, assim consideradas,
inicialmente, as diferenças linguísticas (variações dialetais) decorrentes do uso dinâmico da linguagem, identificadas desde o
final do século XIX, provocadas por movimentos de imigração nacionais (de uma região para outra) e estrangeiros para as regiões (L.13)
de maior potencial e desenvolvimento industrial do País, do que decorreu a necessidade de fixar e localizar os limites entre o
normal e o patológico.
    Nesse período, com o crescimento do setor médio da população, composto da pequena burguesia das cidades, de (L.16)
funcionários públicos, empregados do comércio, classes liberais e intelectuais e militares (então com origem na classe média),
ganhava força o movimento de renovação do ensino denominado de Escola Nova, que chegou ao Brasil em 1882, pelas mãos de
Rui Barbosa, e exerceu influência nas mudanças promovidas no ensino na década de 1920, quando o País passava por grandes (L.19)
transformações sociais, políticas e econômicas.
    A proposta pedagógica da Escola Nova visava ao "aprender a aprender", diferenciada da pedagogia tradicional, cujo
enfoque era a transmissão do saber e dos conteúdos pelo professor, considerado o centro do processo educativo. Nessa (L.22)
pedagogia, os menos capazes deveriam lutar, sozinhos, para superar as dificuldades e conquistar um espaço entre os mais
capazes intelectualmente.
    Assim, na Escola Nova, houve a defesa dos que eram considerados anormais, que sofriam patologias de várias naturezas, (L.25)
chamados de excepcionais. Hoje, essas patologias são classificadas em subgrupos: desordens de comunicação (distúrbios de
aprendizagem e deficiências da fala e da linguagem); deficiências sensoriais (auditivas e visuais); desvios mentais (intelecção
superior ou lenta quanto à capacidade de aprendizagem); desordens de comportamento (distúrbio emocional e desajustamento (L.28)
social); e deficiências múltiplas e graves (paralisia cerebral e retardamento mental, surdez e cegueira, deficiências físicas e
intelectuais graves).
    Nesse contexto, o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para cuidar dos diferentes aspectos da comunicação humana, (L.31)
os quais podem resultar em distúrbios dessa ordem: linguagem oral e escrita; fala; fluência; voz; audição; e funções
neurovegetativas, responsáveis pela mastigação, deglutição e respiração e neurológicas. Ele desenvolve, ainda, atividades
voltadas a promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia, além de atuar em ensino, pesquisa e (L.34)
consultoria.
Stella Maris Cortez Bacha e Alda Maria do Nascimento Osório. Fonoaudiologia & educação: uma revisão da prática histórica (p. 217-218). In: Rev. CEFAC, São Paulo, v. 6, n.° 2, p. 215-221, abr./jun. 2004 (com adaptações).
A respeito das ideias do texto, julgue o item.
A tese central do texto, que é eminentemente argumentativo, é o tratamento da função cognitiva pelo profissional de fonoaudiologia.
Julgue o item no que se refere a relações humanas, à ética e à responsabilidade social.
O movimento das relações humanas caracterizou-se pela confirmação das ideias da escola clássica de administração, que reconhece e valoriza as dimensões relacionais e sociais no ambiente organizacional.
Texto
1 A necessidade de aprimorar a forma de se comunicar
com os demais tem sido uma preocupação cada vez mais
recorrente no mundo do trabalho, afinal, hoje, a oratória e
4 a comunicação são requisitos para o profissional ascender
na carreira e conseguir se manter ativo no mercado de
trabalho.
7 Empresas especializadas em carreira e mercado
profissional já consideram que o desempenho do candidato
em uma entrevista de emprego, especialmente a forma
10 como ele se comunica, tem mais impacto do que o currículo
em si.
Aprimorar a oratória é o caminho para se relacionar
13 melhor com os outros, tanto no ambiente de trabalho como
na vida pessoal. Saber como aplicar as principais técnicas de
oratória, ser capaz de gesticular e de organizar o raciocínio
16 são diferenciais em todas as situações de exposição de fala.
Perder o medo de expressar as ideias - e conseguir
fazer isso da melhor forma - é possível por meio da prática
19 e da orientação de profissionais conscientes da importância
que a comunicação exerce no dia a dia. Por essa razão, a
procura por cursos de oratória tem crescido
22 consideravelmente no Brasil.
Ser um bom comunicador - e demonstrar isso na
rotina profissional - envolve uma série de habilidades.
25 A capacidade de estruturar as próprias ideias e
conseguir expressá-las de forma compreensível aos demais
é imprescindível. Além da habilidade de falar com clareza, a
28 organização do raciocínio deve permitir que o que se fala
seja interessante, já que um dos principais desafios da
comunicação é ganhar e reter a atenção dos demais.
31 Falar bem é ser o mais claro possível e ter alto grau
de persuasão. Em entrevistas de emprego, reuniões de
trabalho e negociações com clientes, essa habilidade se faz
34 ainda mais requisitada. Hoje, o profissional que não
consegue ser assertivo e persuasivo em suas conversas ou
exposições orais corre sérios riscos de ficar para trás, visto
37 que o mercado se torna mais competitivo dia após dia.
Entretanto, para ser um bom comunicador, não
basta conseguir utilizar a linguagem verbal, expressando
40 conteúdos de forma interessante e eficaz. É indispensável
ter uma boa postura, manter contato visual, saber gesticular
e utilizar a voz corretamente. Todo esse conjunto é o que
43 compõe a linguagem não verbal, um dos aspectos da
comunicação pessoal.
A ideia de que apresentações em público são
46 restritas a profissionais da comunicação ou a
palestrantes já está ultrapassada. Hoje, todos os
profissionais - especialmente aqueles que ocupam cargos
49 de liderança - precisam saber como fazer apresentações,
seja qual for a área em que trabalham. Isso acontece
porque, atualmente, não basta alcançar bons resultados: é
52 preciso saber falar sobre eles.
Internet: <www.terra.com.br> (com adaptações).
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
"aos demais" (linha 26) por às outras pessoas
Julgue o item no que se refere a relações humanas, à ética e à responsabilidade social.
De acordo com a teoria de Abraham Maslow, as necessidades humanas seguem uma determinada hierarquia, não sendo possível satisfazer as necessidades de escalas mais altas, como de autoestima e de autorrealização, sem antes satisfazer as necessidades mais básicas, como as de ordem fisiológica e de segurança.
No que concerne às normas estabelecidas pela Lei n.° 12.527/2011, denominada Lei de Acesso à Informação, regulamentada pelo Decreto n.° 7.724/2012, julgue o item.
No caso de indeferimento de acesso a informações ou às razões da negativa do acesso, poderá o interessado interpor recurso contra a decisão no prazo de dez dias, a contar da sua ciência, devendo o recurso ser dirigido à autoridade hierarquicamente superior à que exarou a decisão impugnada.
Acerca do serviço de protocolo e arquivo, julgue o item.
No tipo vertical, documentos ou fichas são dispostos uns atrás dos outros, permitindo sua rápida consulta, sem necessidade de se manipular ou remover outros documentos ou fichas.
Acerca do serviço de protocolo e arquivo, julgue o item.
Quanto à natureza do assunto, os documentos podem ser ostensivos ou sigilosos; a classificação de sigiloso é dada ao documento cuja divulgação não prejudique a administração.
Em relação ao Código de Ética da Fonoaudiologia, julgue o item.
Não caracteriza infração ética emitir opinião depreciativa, desde que seja técnico-científica.
A respeito da administração financeira e da administração de pessoas e de materiais, julgue o item.
Cabe à administração de recursos humanos determinar as práticas e as políticas necessárias para se conduzir os aspectos relacionados com as pessoas que trabalham em uma determinada organização, como, por exemplo, atividades de recrutamento, colocação, treinamento, desenvolvimento, avaliação e remuneração de funcionários.
Texto
    A prática da fonoaudiologia no Brasil remonta ao início do século XX, e há teorias que tentam precisar o que motivou o (L.01)
surgimento dessa ciência, pois carece de fundamento a explicação de que ela tenha surgido a partir da necessidade de
reabilitação de indivíduos com distúrbios da comunicação. Como tais patologias sempre existiram, surge o questionamento: por
que, em dado momento, foi preciso "tratá-las"? (L.04)
    Historicamente, a fonoaudiologia esteve ligada à educação, oriunda da preocupação com a profilaxia e a correção de
erros de linguagem apresentados pelos escolares, distanciando-se dela quando da formação dos cursos de nível superior. Para
criar seus procedimentos, essa ciência lançou mão, e ainda lança mão, dos conhecimentos de outras ciências, como psicologia, (L.07)
sociologia, pedagogia, linguística, filosofia, biologia, física e áreas complementares.
    Na década de 1920, teve início, no País, uma política sistemática de controle da linguagem com medidas para sua
padronização e sistematização, com vistas a se evitar o que entendiam por contaminação da língua nacional. Entre essas (L.10)
medidas, estava o tratamento de pessoas que apresentavam patologias relacionadas à comunicação, assim consideradas,
inicialmente, as diferenças linguísticas (variações dialetais) decorrentes do uso dinâmico da linguagem, identificadas desde o
final do século XIX, provocadas por movimentos de imigração nacionais (de uma região para outra) e estrangeiros para as regiões (L.13)
de maior potencial e desenvolvimento industrial do País, do que decorreu a necessidade de fixar e localizar os limites entre o
normal e o patológico.
    Nesse período, com o crescimento do setor médio da população, composto da pequena burguesia das cidades, de (L.16)
funcionários públicos, empregados do comércio, classes liberais e intelectuais e militares (então com origem na classe média),
ganhava força o movimento de renovação do ensino denominado de Escola Nova, que chegou ao Brasil em 1882, pelas mãos de
Rui Barbosa, e exerceu influência nas mudanças promovidas no ensino na década de 1920, quando o País passava por grandes (L.19)
transformações sociais, políticas e econômicas.
    A proposta pedagógica da Escola Nova visava ao "aprender a aprender", diferenciada da pedagogia tradicional, cujo
enfoque era a transmissão do saber e dos conteúdos pelo professor, considerado o centro do processo educativo. Nessa (L.22)
pedagogia, os menos capazes deveriam lutar, sozinhos, para superar as dificuldades e conquistar um espaço entre os mais
capazes intelectualmente.
    Assim, na Escola Nova, houve a defesa dos que eram considerados anormais, que sofriam patologias de várias naturezas, (L.25)
chamados de excepcionais. Hoje, essas patologias são classificadas em subgrupos: desordens de comunicação (distúrbios de
aprendizagem e deficiências da fala e da linguagem); deficiências sensoriais (auditivas e visuais); desvios mentais (intelecção
superior ou lenta quanto à capacidade de aprendizagem); desordens de comportamento (distúrbio emocional e desajustamento (L.28)
social); e deficiências múltiplas e graves (paralisia cerebral e retardamento mental, surdez e cegueira, deficiências físicas e
intelectuais graves).
    Nesse contexto, o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para cuidar dos diferentes aspectos da comunicação humana, (L.31)
os quais podem resultar em distúrbios dessa ordem: linguagem oral e escrita; fala; fluência; voz; audição; e funções
neurovegetativas, responsáveis pela mastigação, deglutição e respiração e neurológicas. Ele desenvolve, ainda, atividades
voltadas a promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia, além de atuar em ensino, pesquisa e (L.34)
consultoria.
Stella Maris Cortez Bacha e Alda Maria do Nascimento Osório. Fonoaudiologia & educação: uma revisão da prática histórica (p. 217-218). In: Rev. CEFAC, São Paulo, v. 6, n.° 2, p. 215-221, abr./jun. 2004 (com adaptações).
Julgue o item no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
Manteria a correção gramatical e os sentidos do texto o deslocamento, para o início do parágrafo, de "remonta ao início do século XX" (linha 1), com as devidas adaptações de letras iniciais minúscula e maiúscula.
Com base nas normas que regulamentam a profissão de fonoaudiólogo no ordenamento jurídico pátrio, julgue o item.
Para o exercício da profissão de fonoaudiólogo, é obrigatória a apresentação da carteira de identidade de fonoaudiólogo e a falta de registro do profissional no respectivo Conselho Regional de Fonoaudiologia torna ilegal e punível o exercício da profissão.
Quanto aos princípios regentes das relações internacionais da República Federativa do Brasil, julgue o item.
Os direitos fundamentais constitucionais deverão prevalecer.
A Constituição Federal de 1988 traz, em seu Título II, denominado "Dos Direitos e das Garantias Fundamentais", disposições relacionadas aos direitos e aos deveres individuais e coletivos, aos direitos sociais, à nacionalidade, à cidadania, aos direitos políticos, entre outras. Com base no ordenamento constitucional, julgue o item.
Os direitos e as garantias expressos na Constituição excluem outros decorrentes de tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.
Com base nas normas que regulamentam a profissão de fonoaudiólogo no ordenamento jurídico pátrio, julgue o item.
É de competência do fonoaudiólogo e de profissionais habilitados, na forma da legislação específica, realizar terapia fonoaudiológica dos problemas de comunicação oral e escrita, de voz e de audição.
Quanto à expedição de correspondência (registro e encaminhamento), julgue o item.
Em geral, são adotados os seguintes primeiros passos na rotina: receber a correspondência; verificar se não faltam folhas ou anexos; numerar; e completar a data, apenas no original.
Página 3