Assinale a alternativa que está de acordo com o Estatuto
da Pessoa com Deficiência.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que agora a solidão nos adoece?
Para Vivek Murthy, cirurgião-geral e principal autoridade de saúde pública dos EUA, “a teoria evolutiva da solidão de John Cacioppo* está enraizada na observação de que os humanos sobreviveram como espécie não porque temos vantagens físicas como tamanho, força ou velocidade, mas por causa de nossa capacidade de nos conectar em grupos sociais”.
Essa teoria define a solidão como um estímulo para uma necessidade básica: a de nos conectar. “Assim temos uma maior chance de adaptação ao nosso ambiente”, defendeu o psiquiatra Thyago Antonelli-Salgado, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
“Se pensarmos nos primatas, humanos e não-humanos, com um comportamento de grupo, eles se protegeram contra a ameaça de predação, a escassez de recursos, e, assim, houve uma seleção natural desses indivíduos”, explicou.
Hoje, todavia, segundo os especialistas, a solidão é mais prevalente e intensa do que nunca e se configura como um grave problema de saúde pública. Em relatório de 2023, Murthy destaca que essa condição está associada a um risco maior de doença cardiovascular, demência, AVC, depressão, ansiedade e morte prematura. “O impacto de estar socialmente desconectado na mortalidade é semelhante ao causado por fumar até 15 cigarros por dia.”
Por enquanto, as principais evidências não são capazes de cravar essa relação de causa e efeito. De qualquer forma, o crescente arcabouço científico tem deixado países em alerta. O Japão criou um “Ministério da Solidão”, e, no Reino Unido, uma secretária foi nomeada para combatê-la.
O ponto chave que envolve a solidão é o sofrimento. Entretanto a redução de interações pode ser feita com um objetivo maior, como autoconhecimento ou necessidade profissional (escrever um livro, por exemplo), não estando, portanto, associada a alguma repercussão negativa. Nesse caso, falamos de solitude.
Antonelli-Salgado aponta que a solidão não pode ser tema abordado apenas na velhice. A importância da conexão social precisa ser ensinada desde cedo. “Muitas vezes, a gente ensina às crianças que, mesmo sem fome, é importante comer para crescer forte. É preciso tomar água para se hidratar. Mas não falamos sobre a importância de ter boas conexões sociais para que haja uma maior qualidade de vida.” Para ele, bons vínculos têm a ver com profundidade, com estabelecer efetivas relações sociais e pensar que elas são sempre uma troca.
(Leon Ferrari. Disponível em: www.estadao.com.br/saude/a-solidao-nosajudou-a-sobreviver-por-que-agora-nos-adoece-especialistas- -explicam/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
* John T. Cacioppo (1951-2018): professor da Universidade de Chicago, onde fundou o Centro da Neurociência Cognitiva e Social.
Considere as passagens a seguir:
Por enquanto, as principais evidências não são capazes de cravar essa relação de causa e efeito. (5º parágrafo)
O ponto chave que envolve a solidão é o sofrimento. (6º parágrafo)
Os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente e sem comprometimento do sentido do texto, por:
Por enquanto, as principais evidências não são capazes de cravar essa relação de causa e efeito. (5º parágrafo)
O ponto chave que envolve a solidão é o sofrimento. (6º parágrafo)
Os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente e sem comprometimento do sentido do texto, por:
As quadrículas de um desenho topográfico foram representadas com as dimensões 10 × 10 cm e coordenadas
X e Y variando de 200 em 200. Isso significa que a escala
desse desenho é de
Materiais como cateteres, equipos de infusão e seringas
podem ser esterilizados por óxido de etileno. Assim, sendo,
assinale a alternativa correta sobre esse método de esterilização.
Para a correta execução da técnica radiográfica periapical da bissetriz da região de pré-molares superiores, o
feixe central de raios X deve incidir no encontro da linha
que desce
Assinale a alternativa que contém apenas itens utilizados para a realização do isolamento absoluto do campo
operatório.
Leia o texto para responder à questão.
Practice often receives an unfair treatment in the field of applied linguistics. Most laypeople simply assume that practice is a necessary condition for language learning without giving the concept much further thought, but many applied linguists deliberately avoid the term practice. For some, the word conjures up images of repetitive drills in the factories of foreign language learning, while for others it means fun and games to entertain students on Friday afternoons.
Practice is by no means a dirty word in other domains of human endeavor, however. Parents dutifully take their kids to soccer practice, and professional athletes dutifully show up for team practice, sometimes even with recent injuries. Parents make their kids practice their piano skills at home, and the world’s most famous performers of classical music often practice for many hours a day, even if it makes their fingers hurt. If even idolized, spoiled, and highly paid celebrities are willing to put up with practice, why not language learners, teachers, or researchers?
(DEKEYSER, Robert. Practice in a second language. Perspectives from Applied Linguistics and Cognitive Psychology. Cambridge, 2007. Adaptado)
“Images of repetitive drills in the factories of foreign
language learning” (paragraph 1) can be most closely
associated to
Em relação às doenças de notificação compulsória, deve-se notificar um caso suspeito de meningite bacteriana em
Os pontos convenientemente distribuídos, que vinculam
o terreno ao levantamento topográfico, que podem ser
materializados com piquetes são denominados pontos de
Os fórceps número 16 e o número 65 são indicados, correta e respectivamente, para auxiliar na extração de
Effgen (2011), baseada na Declaração de Salamanca
(1994), afirma que os currículos devem
Carneiro (2012), ao fazer breves apontamentos históricos sobre a educação de pessoas com necessidades
educacionais especiais, destaca que, na década de 70,
foram implantadas no Brasil as classes especiais. Sobre
as classes especiais, é correto afirmar:
Uma das regras básicas do remembramento de lotes é:
Os dados de batimetria consistem em posição e profundidade. O sistema que oferece melhor precisão e rapidez
nas medições de grandes áreas, onde é necessário um
alto nível de detalhamento da superfície do fundo, é o
que utiliza
Técnica aplicada nas atividades de expressão dramática,
em dois momentos: primeiro, um ou mais alunos criam
uma cena a partir de um tema, situação, personagem
etc.; segundo, eles próprios elaboram um roteiro da cena,
a ensaiam e a apresentam aos espectadores.
Para Reverbel (1996), o excerto define
Para Reverbel (1996), o excerto define
Uma criança recebeu a seguinte prescrição: fosfato sódico
de prednisolona 3 mg/ mL. Tomar 0,5 mg/ kg de peso, 3
vezes ao dia, por 15 dias. Sabendo que a criança pesa
9 kg e que a farmácia dispõe de frascos de fosfato sódico
de prednisolona com 60 mL, assinale a alternativa que
corresponde, correta e respectivamente, ao volume (em
mililitros) que deverá ser administrado em cada dose e
a quantidade de frascos necessários para o tratamento
completo.
De acordo com a RDC nº 67/2007, a adequação da forma
farmacêutica à quantidade correspondente à dose prescrita, preservadas suas características de qualidade e
rastreamento, é a definição de
Configura-se como uma situação ética na Administração
Pública:
Leia o texto para responder à questão.
If styles are general characteristics that differentiate one individual from another, then strategies are those specific “attacks” that we make on a given problem, and that vary considerably within each individual. They are the momentby-moment techniques that we employ to solve “problems” posed by second language input and output. Chamot (2005, p. 112) defines strategies quite broadly as “procedures that facilitate a learning task. Strategies are most often conscious and goal driven.”
As our knowledge of second language acquisition increased markedly during the 1970s, teachers and researchers came to realize that no single research finding and no single method of language teaching would usher in an era of universal success in teaching a second language. We saw that certain learners seemed to be successful regardless of methods or techniques of teaching. We began to see the importance of individual variation in language learning. Certain people appeared to be endowed with abilities to succeed; others lacked those abilities. This observation led Rubin (1975) and Stern (1975) to describe “good” language learners in terms of personal traits, styles, and strategies. Rubin (Rubin & Thompson, 1982) later summarized fourteen such characteristics. Among other abilities, good language learners tend to:
1. Find their own way, taking charge of their learning
2. Be creative and develop a “feel” for the language by experimenting with its grammar and words
3. Make their own opportunities for practice in using the language inside and outside the classroom
4. Learn to live with uncertainty by continuing to talk or listen without understanding every word
5. Use linguistic knowledge, including knowledge of their first language, in learning a second language
6. Use contextual cues to help them in comprehension
7. Learn to make intelligent guesses
8. Learn chunks of language as wholes and formalized routines to help them perform “beyond their competence”
9. Learn different styles of speech and writing and learn to vary their language according to the formality of the situation.
(, H.Douglas Brown. Principles of language learning and teaching. 5th ed. Longman, 2000. Adaptado)
Confidencial até o momento da aplicação.
In reading, the ability to “make intelligent guesses” is
named
Durante as visitas domiciliares, é importante que o agente
comunitário de saúde identifique