As palavras que completam corretamente a frase acima são:
I. uma habilidade, necessária que se apresenta como um elemento facilitador à aprendizagem da leitura e da escrita.
II. um conhecimento desenvolvido quando a criança experimenta situações lúdicas, como cantigas de roda, jogos de rima e identificação de sons iniciais de palavras.
III. um trabalho de experimentação por meio da livre expressão das atividades manuais.
IV. uma capacidade cognitiva a ser desenvolvida, que está estreitamente relacionada à própria compreensão da linguagem oral enquanto sistema de significantes.
V. um método é divido em três fases, que são o conto, a sentenciação e a fase das porções de sentidos.
Está correto o que se afirma em que:
São atribuições no combate aos vetores:
I – Realizar a pesquisa larvária em imóveis para levantamento de índice e descobrimento de focos nos municípios não infestados e em armadilhas e pontos estratégicos nos municípios infestados.
II – Orientar a população com relação aos meios de evitar a proliferação dos vetores.
III – Repassar ao supervisor da área os problemas de maior grau de complexidade não solucionados.
IV – Encaminhar aos serviços de saúde os casos suspeitos de dengue.
Estão corretas as afirmativas:
8 BILHÕES DE PESSOAS, UMA HUMANIDADE.
Assuntos da ONU
13 nov. 2022
Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, fala sobre chegada da população mundial a oito bilhões em meados de novembro/22.
A população mundial chegará a oito bilhões em meados de novembro – resultado dos avanços científicos e das melhorias na alimentação, na saúde pública e no saneamento. No entanto, à medida que a nossa família humana cresce, está também cada vez mais dividida.
Bilhões de pessoas estão em dificuldades; centenas de milhões passam fome ou estão até subnutridas. Um número recorde de pessoas procura oportunidades, o alívio de dívidas e de dificuldades, das guerras e dos desastres climáticos.
Se não reduzirmos o enorme fosso entre os que têm e os que não têm, estaremos construindo um mundo de oito bilhões de pessoas repleto de tensões, desconfiança, crises e conflitos.
Os fatos falam por si só. Um pequeno grupo de bilionários possui a mesma riqueza que a metade mais pobre da população mundial. Os que estão entre os 1% mais ricos do mundo detêm um quinto do rendimento mundial. As pessoas nos países mais ricos podem viver até 30 anos a mais do que nos países mais pobres. À medida que o mundo se tornou mais rico e saudável nas últimas décadas, essas desigualdades também se agravaram.
Além dessas tendências de longo prazo, a aceleração da crise climática e a recuperação desigual da pandemia de COVID19 aumentam as desigualdades. Estamos na direção de uma catástrofe climática, com as emissões e as temperaturas em contínuo crescimento. Inundações, tempestades e secas estão devastando países que em quase nada contribuíram para o aquecimento global.
A guerra na Ucrânia agrava as atuais crises alimentar, energética e financeira, que atingem mais duramente as economias em desenvolvimento. Estas desigualdades têm um maior impacto nas mulheres e nas meninas e em grupos marginalizados que já são discriminados.
Muitos países do sul global enfrentam enormes dívidas, o agravamento da pobreza e da fome e os impactos crescentes da crise climática, tendo poucas oportunidades de investir numa recuperação sustentável da pandemia, na transição para as energias renováveis ou na educação e formação para a era digital. [...]
As divisões tóxicas e a falta de confiança causam atrasos e impasses numa série de questões, do desarmamento nuclear ao terrorismo, passando pela saúde. Devemos frear estas tendências prejudiciais, curar relações e encontrar soluções conjuntas para os nossos desafios comuns.
O primeiro passo passa por reconhecer que essas desigualdades desenfreadas são uma escolha que os países desenvolvidos têm a responsabilidade de reverter – já a partir deste mês na Conferência sobre as Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP27), no Egito, e na Cúpula do G20, em Bali. Espero que a COP27 resulte em um Pacto de Solidariedade Climática histórico sob o qual as economias desenvolvidas e emergentes se unam em torno de uma estratégia comum e combinem as suas capacidades e recursos para o benefício dahumanidade. Os países mais ricos devem dar apoio financeiro e técnico às principais economias emergentes para a transição dos combustíveis fósseis. Esta é a nossa única esperança para cumprir as nossas metas climáticas.
Também apelo aos líderes da COP27 que cheguem a um acordo sobre um modelo de compensação aos países do sul global pelas perdas e os danos relacionados com o clima que já causam um enorme sofrimento.
A Cúpula do G20, em Bali, será uma oportunidade para abordar a situação dos países em desenvolvimento. Pedi às economias do G20 que adotem um pacote de estímulos que proporcionará aos governos do sul global investimentos e liquidez, e ajudará a aliviar e a reestruturar as suas dívidas.
Enquanto pressionamos, para que estas medidas de médio prazo sejam implementadas, estamos também trabalhando sem parar com todas as partes interessadas para impedir a crise mundial de alimentos. [...]
No entanto, entre todos estes sérios desafios, há também algumas boas notícias. O nosso mundo de oito bilhões de pessoas pode gerar enormes oportunidades para alguns dos países mais pobres, onde o crescimento populacional é mais elevado.
[...] Acredito no talento da humanidade e tenho uma enorme fé na solidariedade humana. Nestes tempos difíceis, seria bom lembrarmos as palavras de um dos observadores mais sábios da humanidade, Mahatma Gandhi: “O mundo tem o suficiente para as necessidades de todos – mas não para a ganância de todos”.
Os grandes encontros mundiais deste mês devem ser uma oportunidade para começar a reduzir as divisões e a restaurar a confiança, com base na igualdade de direitos e de liberdades de cada membro desta forte família humana de oito bilhões de pessoas.
Adaptado
https://news.un.org
Assinale a alternativa em que a substituição da palavra destacada nessa frase altera seu sentido.
Nesse contexto, as brincadeiras lúdicas possibilitam à criança:
I. o aprendizado de diferentes habilidades e competências para o processo de ensino e aprendizagem.
II. a estruturação básica de diretrizes padronizadas de conhecimento.
III. o desenvolvimento do seu potencial cognitivo, motor e social.
IV. a vivência de novas experiências, abrindo espaço para a arte e criação.
Está correto o que se afirma na alternativa:
I. o desenvolvimento de competências gerais e competências específicas no decorrer da educação básica.
II. o desenvolvimento das habilidades e dos conhecimentos necessários para o pleno desenvolvimento das competências.
III. a promoção de medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência.
IV. a promoção da equidade, a formação integral e o desenvolvimento intelectual, social, físico e emocional.
Está correto o que se afirma em:
Instrumento de avaliação mais comumente utilizado na escola, a prova possibilita ao professor fidedignidade na aprovação do aluno e na devolução dos resultados a comunidade escolar. Ele traz em seu histórico a cultura da prova, considerando que, em sua jornada escolar, reproduziu inúmeras vezes esse instrumento. Como a prova ainda é utilizada tanto na educação básica como no ensino superior, o professor vivencia situação de prova em toda sua formação.
A prova promove uma sensação de justiça e igualdade ao professor, visto que utilizou o mesmo instrumento, com as mesmas questões para avaliar todos seus alunos igualmente. Porém, essa sensação pode ser falsa porque a prova pode:
No trecho “Hoje – mesmo depois de passada a pandemia – muita gente prefere usar máscara, se esconder por trás de palavras corretas, ao invés de coibir as ações incorretas.” (9º parágrafo), a estratégia argumentativa utilizada tem ligação com o emprego de uma palavra polissêmica. Assinale a alternativa em que essa palavra é corretamente apresentada.