Questões de Concursos

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Em um paciente de 45 anos, com histórico de dor epigástrica intermitente, piora com a ingestão de alimentos e alívio com antiácidos, relata episódios de náuseas sem vômitos. Relata consumo moderado de álcool e uso ocasional de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). A endoscopia digestiva alta revela erosões na mucosa antral sem sinais de sangramento ativo e a ultrassonografia abdominal indica presença de cálculos na vesícula biliar sem dilatação do ducto biliar comum. Considerando o manejo clínico inicial adequado, qual das seguintes opções é a mais indicada?
Sobre o mindfulness como técnica psicoterápica, pode-se afirmar que:
Considere as seguintes orações para analisar o emprego e sentido das classes de palavras.

I. "Eles caminharam lentamente para admirar a paisagem."
II. "Aquela antiga construção ainda mantém sua imponente beleza."
III. "Vários estudantes não compareceram às aulas hoje."

Qual opção identifica corretamente a função e classe gramatical das palavras destacadas nas orações?
Os demonstrativos da gestão fiscal e patrimonial são essenciais para a transparência e o controle das finanças públicas. Considerando o tema, qual demonstrativo que evidencia as receitas arrecadadas e as despesas realizadas em um determinado período, confrontando-os com os valores previstos no orçamento?
João e Andréia são pais de Vanessa, de 6 (seis) anos, e estão enfrentando um divórcio litigioso. João procurou por uma/um psicóloga/o para acompanhar a criança e solicitou que Andréia não seja informada sobre o andamento do tratamento, ainda que Andréia solicite. Com base no Código de Ética Profissional do Psicólogo é possível afirmar que:
No seu estudo, realizado com telefonistas das centrais telefônicas parisienses, em 1956, Le Guillant (2006) descreveu, juntamente com Jean Bégoin, um quadro que ficou conhecido como neurose das telefonistas. Foi identificada uma alta prevalência de um tipo de transtorno mental entre essas profissionais, caracterizado por alterações de humor e do caráter (como o surgimento de forte irritação, nervosismo e agressividade), entre outras manifestações somáticas, relacionadas, principalmente, à pressão sofrida pelas telefonistas durante sua jornada de trabalho. Em decorrência disso, a maioria relatou uma grande discrepância acerca de como se percebia antes e depois de sua inserção naquela profissão.” (Rabelo, Silva e Lima, 2018, p.117 -118). O estudo descrito pelos autores apresenta casos típicos de:
Você amou de verdade?


Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024

De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.

Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.

Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.

Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.

Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.

Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.

Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.

No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.


Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
De acordo com as informações apresentadas no texto, o amor:
Complete corretamente as lacunas a seguir.


Em pacientes idosos com suspeita de pneumonia adquirida na comunidade, a __________ (lacuna 1) é uma ferramenta valiosa para avaliar a severidade e a necessidade de internação hospitalar. Para aqueles com diagnóstico confirmado e que apresentam fatores de risco para Pseudomonas aeruginosa, a escolha do antibiótico deve ser direcionada, incluindo __________ (lacuna 2) como uma opção terapêutica adequada.
Os critérios de avaliação do ativo e do passivo na Contabilidade Pública orientam como os elementos patrimoniais devem ser mensurados e apresentados nas demonstrações contábeis. Qual dos critérios dispostos, NÃO é utilizado na avaliação de ativos e passivos, segundo as normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor público?
Um paciente de 25 anos apresenta-se com febre alta, cefaleia, mal-estar, seguido pelo surgimento de uma erupção cutânea maculopapular que iniciou no rosto e progrediu para o tronco e membros inferiores. Refere não ter recebido vacinação na infância. A análise laboratorial evidencia leucopenia e a presença de IgM específica no sangue. Qual das seguintes doenças é o diagnóstico mais provável e qual seria a medida preventiva mais eficaz para evitar sua ocorrência?
Créditos adicionais são instrumentos utilizados no orçamento público para a realização de despesas não previstas ou superiores às inicialmente autorizadas. Nesse contexto, das alternativas dispostas, qual NÃO é um tipo de crédito adicional conforme definido na legislação brasileira?
Sobre anatomia da cabeça e pescoço, os músculos da expressão facial, por meio de suas contrações, manifestam estados emocionais. De acordo com as características dos músculos da expressão facial, é correto afirmar que:
A organização administrativa dos municípios é estruturada de maneira a distinguir entre a administração direta e indireta. Assinale a alternativa que melhor descreve a administração indireta municipal.
O côndilo da mandíbula localiza-se na porção posterossuperior do ramo da mandíbula e constitui a parte móvel da articulação. O côndilo é uma saliência elipsoide, convexa nos sentidos anteroposterior e lateromedial. Em relação ao côndilo e a anatomia anexa, complete a sequência corretamente.


“O côndilo é sustentado por uma porção estreita, _______________________. Este é arredondado posteriormente e apresenta anteromedialmente uma depressão, _________________________, onde se insere o músculo_________________________.”
Você amou de verdade?


Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024

De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.

Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.

Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.

Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.

Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.

Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.

Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.

No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.


Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Qual figura de linguagem se faz presente na frase “Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.” (3º parágrafo)?

Em uma empresa são verdadeiras as seguintes afirmações:

• Qualquer diretor geral tem ensino superior.

• Nenhum funcionário que possui ensino superior está satisfeito.

É correto concluir que nessa empresa:

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