Luiz Martins da Silva e Fernando O. Paulino (2005) afirmam que há três caminhos possíveis para promover a ética e a qualidade na atuação da mídia: De início, a livre? atuação da imprensa, em segundo lugar a interferência estatal e, por fim, a busca de construção de espaços compartilhados. Para os autores citados, a fim de avaliar o papel e corrigir alguns desvios do jornalismo, foram criados alguns mecanismos de participação do público e da sociedade civil em espaços de arbitragem, de avaliação e de questionamento das práticas jornalísticas, bem como espaços dentro das empresas de comunicação para a autocrítica e a correção de erros cometidos pelos jornalistas. Sobre esse assunto, marque a opção que NÃO se enquadra nas ações ou nos mecanismos contemplados pela análise dos autores citados.
A sociedade da informação transformou a comunicação social em um produto de grande valor não apenas como a narrativa de fatos do cotidiano, mas principalmente pela possibilidade de influenciar pessoas através de conteúdos nas plataformas digitais, como Twitter, Facebook, WhatsApp. Mas ao mesmo tempo vive-se um paradoxo, ou seja, dispõem-se de mais informações, mas acelera-se um processo de desinformação com a disseminação de fake news. A produção de fake news
FCC•
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, em seu artigo 17, aponta que aqueles que o descumprirem estão sujeitos a inúmeras penalidades, tais como a de observação, advertência e
De acordo com o Artigo 6º do Código de Ética do Jornalista, marque a única opção que corresponde a um dever desse profissional.
No que se refere ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I - A apresentação de informações pelas instituições públicas, privadas e particulares, cujas atividades produzam efeito na vida em sociedade, é uma obrigação social. II - A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação e a aplicação de censura ou autocensura são um delito contra a sociedade. III - É dever do jornalista lutar pela liberdade de pensamento e expressão.
I - A apresentação de informações pelas instituições públicas, privadas e particulares, cujas atividades produzam efeito na vida em sociedade, é uma obrigação social. II - A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação e a aplicação de censura ou autocensura são um delito contra a sociedade. III - É dever do jornalista lutar pela liberdade de pensamento e expressão.
No que se refere ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I - O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que pode ser impedido por qualquer tipo de interesse. II - A divulgação da informação, precisa e correta, é direito dos meios de divulgação pública, independente da natureza de sua propriedade. III - A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo.
I - O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que pode ser impedido por qualquer tipo de interesse. II - A divulgação da informação, precisa e correta, é direito dos meios de divulgação pública, independente da natureza de sua propriedade. III - A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo.
Em uma época marcada pela profusão de Fake News, cada vez mais se torna importante observar o que determina o Artigo 12 do Código de Ética do Jornalista. Com base nisso, marque a opção abaixo que NÃO reflete um dever do jornalista.
Com a popularização de fake news na internet, as demandas por ética e transparência nos processos de seleção das fontes, de apuração e de verificação jornalísticas se tornaram ainda mais importantes no cotidiano dos jornalistas. Existem várias estratégias para se garantir a veracidade das informações e se validar o conteúdo divulgado. Considerando esse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Ao checarem a veracidade da fala dos entrevistados e dos dados fornecidos por eles, os jornalistas aprimoram a qualidade da informação e evitam o denominado jornalismo declaratório.
PORQUE
II. Contextualizar a fonte e deixar claro, por exemplo, a que entidade ou instituição ela está relacionada são ações importantes que conduzem à transparência e que habilitam o público a compreender e interpretar possíveis interesses do entrevistado ao divulgar certas informações.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. Ao checarem a veracidade da fala dos entrevistados e dos dados fornecidos por eles, os jornalistas aprimoram a qualidade da informação e evitam o denominado jornalismo declaratório.
PORQUE
II. Contextualizar a fonte e deixar claro, por exemplo, a que entidade ou instituição ela está relacionada são ações importantes que conduzem à transparência e que habilitam o público a compreender e interpretar possíveis interesses do entrevistado ao divulgar certas informações.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Algumas concepções entendem que o jornalista tem um status diferenciado das demais profissões por estar comprometido com a sociedade e com os valores democráticos. Existe um ideal romântico envolvendo a profissão, que pode ser traduzido com expressões como: "cão de guarda da sociedade", "imprensa como quarto poder" e "vigilante independente do poder", entre outras. Aliados a isso, temos o efeito de filmes norte-americanos que apresentam uma aura de prestígio com a ideia de cosmopolitismo, convívio com os poderosos e/ou importantes, vida de emoções e aventuras, contato com o lado escondido da sociedade.
Dentre as opções abaixo, identifique a que apresenta essa visão do jornalismo.
Dentre as opções abaixo, identifique a que apresenta essa visão do jornalismo.
Sobre os fundamentos éticos do jornalismo, é pertinente a seguinte asserção.
A Inteligência Artificial (IA) e sua mais recente evolução, a
inteligência artificial generativa, entraram na produção jornalística sem um debate prévio sobre se e como ela deve
ser utilizada, e apenas agora alguns veículos começam
a criar regras internas para o seu uso. O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros não trata especificamente
dessa nova tecnologia, mas apresenta as normas para o
profissional atuar no jornalismo em questões de natureza
ética independentemente da tecnologia utilizada.
Com base nesses parâmetros éticos, o jornalista pode utilizar recursos e ferramentas de inteligência artificial para
Com base nesses parâmetros éticos, o jornalista pode utilizar recursos e ferramentas de inteligência artificial para
A ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) reúne no seu site a opinião de diversos jornalistas sobre o assunto. Dentre eles, destaca-se o depoimento de Leonardo Sakamoto, da Repórter Brasil.
É o jornalismo de "precisão" e de fôlego que, através de pesquisa de campo e/ou trabalho de gabinete com dados e documentos, tem como objetivos a) trazer à tona informação de interesse público que alguém ou alguma instituição deliberadamente mantenha em sigilo e/ou b) retirar o véu de ignorância sobre determinado assunto, aprofundando significativamente o entendimento da sociedade sobre ele e trazendo novas interpretações que, principalmente, refutem a percepção corrente. (Disponível em: https://abraji.org.br/noticias/jornalismo-investigativo-definicoes-de-associados-e-seguidores)
Neste sentido, o jornalismo investigativo contempla uma pauta mais complexa e exige profundidade na checagem. Com relação a produção de uma reportagem investigativa, podemos dizer que:
I. Para fazer a denúncia, o repórter deve avaliar se há interesse público.
II. Ainda no planejamento, deve ser avaliado o risco para os jornalistas, se descobertos.
III. Pessoas que não estão envolvidas na denúncia devem ter imagem e voz preservados.
IV. O levantamento de informações que possam revelar um fato grave, de interesse social, conferem ao jornalista uma licença para subverter a lei.
V. Deve-se usar câmera escondida em qualquer situação.
Em relação as afirmativas acima, assinale a alternativa correta:
É o jornalismo de "precisão" e de fôlego que, através de pesquisa de campo e/ou trabalho de gabinete com dados e documentos, tem como objetivos a) trazer à tona informação de interesse público que alguém ou alguma instituição deliberadamente mantenha em sigilo e/ou b) retirar o véu de ignorância sobre determinado assunto, aprofundando significativamente o entendimento da sociedade sobre ele e trazendo novas interpretações que, principalmente, refutem a percepção corrente. (Disponível em: https://abraji.org.br/noticias/jornalismo-investigativo-definicoes-de-associados-e-seguidores)
Neste sentido, o jornalismo investigativo contempla uma pauta mais complexa e exige profundidade na checagem. Com relação a produção de uma reportagem investigativa, podemos dizer que:
I. Para fazer a denúncia, o repórter deve avaliar se há interesse público.
II. Ainda no planejamento, deve ser avaliado o risco para os jornalistas, se descobertos.
III. Pessoas que não estão envolvidas na denúncia devem ter imagem e voz preservados.
IV. O levantamento de informações que possam revelar um fato grave, de interesse social, conferem ao jornalista uma licença para subverter a lei.
V. Deve-se usar câmera escondida em qualquer situação.
Em relação as afirmativas acima, assinale a alternativa correta:
A quinta-feira não começou bem para o repórter João Carlos. Os colegas o seguiram com os olhares da porta da redação à sua mesa. Um deles o advertiu: "tem um recado aí pra você". A tira de papel sobre o teclado fez o coração do novato João Carlos acelerar. "Me encontre na sala do diretor!", dizia a mensagem do editor, em tom que soou ameaçador ao repórter. Logo ele associou o recado à reclamação do secretário de Educação, fonte em uma matéria veiculada na edição daquele dia. No entre aspas do texto do repórter, o secretário sentenciava: "chegaremos a estatísticas alarmantes, com mortes de estudantes todos os dias." A "profecia" do secretário apareceu descontextualizada, não considerando as condições antes enumeradas pela fonte, como "se nada for feito...", "se a comunidade escolar não se mobilizar...", etc. Em seu lead, o jornalista afirmava que o secretário manifestava uma postura pessimista sobre violência na escola, ressaltando a impossibilidade de quaisquer mudanças.
Enquanto seguia para a sala da direção, João Carlos procurava, no gravador, o áudio do trecho usado na matéria. "Foi ele que disse, eu não tenho culpa. Foi ele que disse, eu não tenho culpa", repetia a si mesmo, tentando se tranqüilizar.
Abaixo estão prescrições do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Assinale a alternativa que se relaciona à situação acima.
Enquanto seguia para a sala da direção, João Carlos procurava, no gravador, o áudio do trecho usado na matéria. "Foi ele que disse, eu não tenho culpa. Foi ele que disse, eu não tenho culpa", repetia a si mesmo, tentando se tranqüilizar.
Abaixo estão prescrições do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Assinale a alternativa que se relaciona à situação acima.
A ideia de credibilidade jornalística é antiga, mas ganhou força a partir do momento em que os jornais deixaram de ser essencialmente opinativos para transformarem em empresas jornalísticas e se aproximarem de um público maior, com notícias do mundo social. Analise as afirmativas a seguir e marque a afirmativa correta.
I - O jornalista passou a ser o profissional capacitado para escrever de modo diferente e não comprometido com interesses de qualquer grupo social ou político.
II - Os jornais aumentaram seu tamanho, o que possibilitou ao jornalista aprofundar o estilo literário, com o consequente aumento na credibilidade do texto.
III - A técnica jornalística é baseada no princípio da neutralidade e, portanto, o jornalista deve manter-se neutro diante daquilo que noticia.
I - O jornalista passou a ser o profissional capacitado para escrever de modo diferente e não comprometido com interesses de qualquer grupo social ou político.
II - Os jornais aumentaram seu tamanho, o que possibilitou ao jornalista aprofundar o estilo literário, com o consequente aumento na credibilidade do texto.
III - A técnica jornalística é baseada no princípio da neutralidade e, portanto, o jornalista deve manter-se neutro diante daquilo que noticia.
Um conhecido âncora, de uma importante emissora de
televisão, demitiu-se depois que foi descoberto que ele
era proprietário de uma empresa que prestava serviços
para um grande banco brasileiro e para uma empresa de
saúde privada. Segundo as informações que chegaram
ao público, o âncora sugeria pautas (relevantes para a
rede de TV), informava fontes e contava detalhes sobre o
funcionamento das reportagens.
O seu comportamento afrontou o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros que
O seu comportamento afrontou o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros que
Julgue se as afirmações abaixo são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa CORRETA:
I. A narrativa jornalística, por mais que se pretenda isenta e imparcial, é também fortemente determinada por um fundo ético ou moral. Os jornalistas só destacam certos fatos da realidade como notícia porque esses fatos transgridem algum preceito ético ou moral, alguma lei, algum consenso cultural. A notícia representa sempre uma ruptura ou transgressão em relação a algum significado estável. Cabe ao analista identificar, interpretar e elucidar esse significado simbólico
II. A análise da narrativa jornalística deve observar particularmente o contrato cognitivo implícito entre jornalistas e audiência em seu contexto operacional. Esse contrato segue as máximas da objetividade, da co-construção da verdade dos fatos: o objetivo é co-construir a verdade, a “realidade objetiva”.
III. O discurso narrativo objetivo distingue-se pela presença (implícita ou explícita) do narrador, de um sujeito que narra. A narração como dispositivo argumentativo é evidente. O discurso subjetivo (a ficção) do jornalismo, ao contrário, define-se pelo distanciamento do narrador. Ele narra como se a verdade estivesse lá fora, nos objetos mesmos, independentemente da intervenção do narrador: dissimula sua fala como se ninguém estivesse por trás da narração.
I. A narrativa jornalística, por mais que se pretenda isenta e imparcial, é também fortemente determinada por um fundo ético ou moral. Os jornalistas só destacam certos fatos da realidade como notícia porque esses fatos transgridem algum preceito ético ou moral, alguma lei, algum consenso cultural. A notícia representa sempre uma ruptura ou transgressão em relação a algum significado estável. Cabe ao analista identificar, interpretar e elucidar esse significado simbólico
II. A análise da narrativa jornalística deve observar particularmente o contrato cognitivo implícito entre jornalistas e audiência em seu contexto operacional. Esse contrato segue as máximas da objetividade, da co-construção da verdade dos fatos: o objetivo é co-construir a verdade, a “realidade objetiva”.
III. O discurso narrativo objetivo distingue-se pela presença (implícita ou explícita) do narrador, de um sujeito que narra. A narração como dispositivo argumentativo é evidente. O discurso subjetivo (a ficção) do jornalismo, ao contrário, define-se pelo distanciamento do narrador. Ele narra como se a verdade estivesse lá fora, nos objetos mesmos, independentemente da intervenção do narrador: dissimula sua fala como se ninguém estivesse por trás da narração.
A editora responsável pela publicação de um jornal de circulação nacional veiculou matéria jornalística na qual atribuiu levianamente a um cidadão a autoria pelo crime de furto de veículo. A Constituição Federal e os Códigos Penal e Civil passaram a ser usados como base a partir da revogação da Lei de Imprensa, em 2009. A Lei de Imprensa, editada em 1967, por sua vez, previa em situações semelhantes a exposta acima:
Os profissionais da área da Comunicação aprendem que o maior valor de seu trabalho é a credibilidade; se o público
não mais acreditar no que veiculam, não há razão para que existam. A credibilidade conduz à ética, que prima pelo(a):
De acordo com os critérios de noticiabilidade e características de uma pauta jornalística, analise as afirmativas a seguir.
I. A noticiabilidade de um fato está ligada aos seus fatores éticos, circunstâncias históricas, políticas, econômicas e sociais que viabilizam a transformação desse fato em informação jornalística. II. O ineditismo, a improbabilidade, a utilidade, o apelo, a empatia, o conflito, a proeminência e a oportunidade são características necessárias em um fato, para que ele se torne noticiável. III. A pauta para internet, na maioria das vezes, é um roteiro direto e objetivo, ordena, mais do que sugere, alinha, mais do que motiva e obriga, mais do que solicita, aos redatores dos sites o cumprimento de ações para se chegar às matérias. IV. A reunião de pauta, na verdade, é uma das etapas da seleção de conteúdo do que vai ser noticiado. São estipulados os profissionais que participarão e as formas como irão acontecer esses importantes encontros na rotina das redações.
Estão corretas as afirmativas
I. A noticiabilidade de um fato está ligada aos seus fatores éticos, circunstâncias históricas, políticas, econômicas e sociais que viabilizam a transformação desse fato em informação jornalística. II. O ineditismo, a improbabilidade, a utilidade, o apelo, a empatia, o conflito, a proeminência e a oportunidade são características necessárias em um fato, para que ele se torne noticiável. III. A pauta para internet, na maioria das vezes, é um roteiro direto e objetivo, ordena, mais do que sugere, alinha, mais do que motiva e obriga, mais do que solicita, aos redatores dos sites o cumprimento de ações para se chegar às matérias. IV. A reunião de pauta, na verdade, é uma das etapas da seleção de conteúdo do que vai ser noticiado. São estipulados os profissionais que participarão e as formas como irão acontecer esses importantes encontros na rotina das redações.
Estão corretas as afirmativas
Avalie a seguinte situação:
Um repórter investigativo de um jornal local obteve acesso exclusivo a gravações feitas durante um interrogatório policial de um suspeito de tráfico de drogas, nas quais ele assume a autoria de alguns assassinatos. As gravações mostram que o suspeito sofreu pressão psicológica e violência física durante o longo interrogatório.
Considerando o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o veículo noticioso deve
Um repórter investigativo de um jornal local obteve acesso exclusivo a gravações feitas durante um interrogatório policial de um suspeito de tráfico de drogas, nas quais ele assume a autoria de alguns assassinatos. As gravações mostram que o suspeito sofreu pressão psicológica e violência física durante o longo interrogatório.
Considerando o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o veículo noticioso deve