De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a construção de um repertório básico constitui suporte para a
ampliação dos diferentes procedimentos e tipos de cálculos que o aluno irá desenvolver ao longo dos ciclos iniciais: cálculo mental
ou escrito, exato ou aproximado. No que concerne a esses procedimentos e tipos de cálculos, é INCORRETO afirmar que:
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Em sua obra “Educação matemática da teoria à prática”, o autor Ubiratan D’Ambrósio expõe que uma percepção da história
da matemática é essencial em qualquer discussão sobre essa disciplina e seu ensino, pois sua história é um elemento
fundamental para se perceber como teorias e práticas matemáticas foram criadas, desenvolvidas e utilizadas em um
contexto específico de sua época. De acordo com as ideias do autor, é INCORRETO afirmar que:
I. Estabelecimento de um plano.
II. Compreensão do problema.
III. Análise da solução obtida.
IV. Execução do plano.
A ordem correta das etapas básicas para a resolução de problemas apresentadas por Pólya é:
(Ângelo, 2021, s/p.)
“O ensino _________ da matemática ainda predomina na maioria das instituições, mesmo sendo esta prática rígida, de pouca funcionalidade e com um ________ evidenciado em avaliações nacionais. É a ação __________ do professor que possibilitará aos estudantes o ___________ de capacidades de estabelecerem relações e _________ entre o saber vivido e o saber elaborado.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Helena, professora de matemática, possui doutorado em matemática pura, trabalha com pesquisas em uma renomada universidade e leciona em uma escola. Ao preparar a aula de matemática para os alunos de ensino fundamental, ela precisou adaptar
os conhecimentos científicos que possui para explicar determinado fenômeno, que envolve conceitos científicos avançados. O
processo utilizado por Helena para transformar o conhecimento científico em conhecimento escolar é denominado:
I. Pode desenvolver uma série de aulas expositivas unidirecionais, pois os alunos estão dispersos em relação aos conceitos básicos que envolvem as operações matemáticas que subsidiam o conceito de frações. Isso ajudaria a tornar o conceito mais tangível para os alunos e permitir que eles visualizem a divisão de um todo ou em partes.
II. Pode incorporar situações do mundo real em seus problemas matemáticos que envolvam frações, como dividir uma pizza entre amigos, medir ingredientes em receitas ou compartilhar brinquedos com irmãos. Isso ajudaria a mostrar a relevância das frações em suas vidas cotidianas.
III. Deve utilizar estratégias de ensino de reforço, deixando a turma no contraturno e ministrando aulas extras a todos os alunos, pois reforço nunca é demais até mesmo para os que foram bem avaliados nos conceitos envolvendo frações. Esta ação reforça o conceito de equidade tão presente nos PCNs.
IV. Pode incentivar a colaboração entre os alunos, promovendo discussões e troca de ideias sobre problemas envolvendo frações. Isso não apenas desenvolveria suas habilidades matemáticas, mas também melhoraria suas habilidades de comunicação e resolução de problemas em grupo.
V. Deve avaliar o progresso dos alunos e ajustar seu planejamento de acordo com as necessidades individuais. Os PCNs enfatizam a importância da avaliação somativa para adaptar o ensino às necessidades de aprendizado de cada aluno.
As atividades que respondem ao desafio de planejar em acordo com os parâmetros curriculares nacionais estão descritas nas afirmativas
1. Etnomatemática.
2. História da matemática.
3. Jogos no ensino de matemática.
( ) O lúdico, ao ser levado para a sala de aula, desperta a atenção dos alunos, que ao se utilizar jogos no contexto escolar, permite ao aluno construir seu próprio conhecimento, pois, como afirma Grando (2000, p. 16), “o jogo de regras possibilita à criança a construção de relações quantitativas ou lógicas, que se caracterizam pela aprendizagem em raciocinar e demonstrar, questionar o como e o porquê dos erros e acertos”.
( ) É uma tendência que possibilita a compreensão da originalidade de ideias que deram formas à cultura, podendo observar, também, os aspectos humanos do seu desenvolvimento como, por exemplo, os homens que criaram essas ideias e estudar as circunstâncias em que elas se desenvolveram. Torna-se um instrumento valioso para o ensino-aprendizagem da matemática, que visa à construção histórica do conhecimento matemático, contribuindo para um melhor entendimento da evolução do conceito, dando ênfase às dificuldades epistemológicas inerentes ao conceito que está sendo desenvolvido.
( ) Surgiu na década de 1970; visa valorizar a matemática de diferentes grupos socioculturais, propondo uma maior valorização dos conceitos matemáticos informais construídos pelos educandos por meio de suas experiências, fora do contexto escolar. Compreende-se como o ato de entender e valorizar a existência da matemática vivenciada por artesãos, comerciantes, ambulantes, dentre outros, em sua própria leitura de mundo por meio dessa ciência.
A sequência está correta em
A transposição didática, termo cunhado pelo renomado pesquisador francês Yves Chevallard, desempenha um papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem da matemática. Compreender o seu conceito é essencial para garantir uma
educação matemática eficaz e significativa, pois a transposição didática pode ser entendida como
Na etnomatemática, buscamos entender a matemática em suas múltiplas manifestações culturais, reconhecendo que ela é uma criação humana que reflete as diferentes formas de pensar e agir no mundo.
(Professor Ubiratan D'Ambrosio.)
Segundo as ideias do professor Ubiratan D’Ambrosio, a etnomatemática pode ser interpretada como uma abordagem