Questões de Concursos

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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a construção de um repertório básico constitui suporte para a ampliação dos diferentes procedimentos e tipos de cálculos que o aluno irá desenvolver ao longo dos ciclos iniciais: cálculo mental ou escrito, exato ou aproximado. No que concerne a esses procedimentos e tipos de cálculos, é INCORRETO afirmar que:

Em sua obra “Educação matemática da teoria à prática”, o autor Ubiratan D’Ambrósio expõe que uma percepção da história da matemática é essencial em qualquer discussão sobre essa disciplina e seu ensino, pois sua história é um elemento fundamental para se perceber como teorias e práticas matemáticas foram criadas, desenvolvidas e utilizadas em um contexto específico de sua época. De acordo com as ideias do autor, é INCORRETO afirmar que:

O conceito de etnomatemática está presente no nosso cotidiano desde os princípios da humanidade, quando o homem já precisava resolver pequenos problemas envolvendo lógica para garantir a sua sobrevivência. Segundo os estudiosos que se dedicam à etnomatemática, ela é melhor definida como:
O matemático George Pólya, em seu livro “A arte de resolver problemas”, sugere que o método etapas para a resolução de problemas siga quatro temáticas básicas que estão descritas a seguir em ordem aleatória.

I. Estabelecimento de um plano.
II. Compreensão do problema.
III. Análise da solução obtida.
IV. Execução do plano.

A ordem correta das etapas básicas para a resolução de problemas apresentadas por Pólya é:
A matemática é importante porque faz parte da vida e pode ser aprendida de uma maneira dinâmica, desafiante e divertida. A aprendizagem matemática como ação significativa pode ser concebida como processo decorrente da mediação entre o saber cotidiano-abstrato.

(Ângelo, 2021, s/p.)


“O ensino _________ da matemática ainda predomina na maioria das instituições, mesmo sendo esta prática rígida, de pouca funcionalidade e com um ________ evidenciado em avaliações nacionais. É a ação __________ do professor que possibilitará aos estudantes o ___________ de capacidades de estabelecerem relações e _________ entre o saber vivido e o saber elaborado.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

Helena, professora de matemática, possui doutorado em matemática pura, trabalha com pesquisas em uma renomada universidade e leciona em uma escola. Ao preparar a aula de matemática para os alunos de ensino fundamental, ela precisou adaptar os conhecimentos científicos que possui para explicar determinado fenômeno, que envolve conceitos científicos avançados. O processo utilizado por Helena para transformar o conhecimento científico em conhecimento escolar é denominado:

Sobre o Soroban, assinale a afirmativa correta.
Determinado professor do 5º ano do ensino fundamental percebe que seus alunos apresentam dificuldades na compreensão e resolução de problemas matemáticos envolvendo frações. Após uma análise mais aprofundada, ele observa que, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), para o ensino de matemática, seus alunos deveriam estar aptos a compreender e operar com frações nesse estágio. No entanto, muitos deles ainda têm dificuldades nesse tópico. O professor precisa desenvolver um plano de aula que siga as diretrizes dos PCNs e ajude os alunos a superarem essas dificuldades, tornando o aprendizado de frações mais acessível e significativo. Para responder ao desafio de como planejar uma aula que esteja alinhada com os PCNs, analise as afirmativas a seguir.

I. Pode desenvolver uma série de aulas expositivas unidirecionais, pois os alunos estão dispersos em relação aos conceitos básicos que envolvem as operações matemáticas que subsidiam o conceito de frações. Isso ajudaria a tornar o conceito mais tangível para os alunos e permitir que eles visualizem a divisão de um todo ou em partes.

II. Pode incorporar situações do mundo real em seus problemas matemáticos que envolvam frações, como dividir uma pizza entre amigos, medir ingredientes em receitas ou compartilhar brinquedos com irmãos. Isso ajudaria a mostrar a relevância das frações em suas vidas cotidianas.

III. Deve utilizar estratégias de ensino de reforço, deixando a turma no contraturno e ministrando aulas extras a todos os alunos, pois reforço nunca é demais até mesmo para os que foram bem avaliados nos conceitos envolvendo frações. Esta ação reforça o conceito de equidade tão presente nos PCNs.

IV. Pode incentivar a colaboração entre os alunos, promovendo discussões e troca de ideias sobre problemas envolvendo frações. Isso não apenas desenvolveria suas habilidades matemáticas, mas também melhoraria suas habilidades de comunicação e resolução de problemas em grupo.

V. Deve avaliar o progresso dos alunos e ajustar seu planejamento de acordo com as necessidades individuais. Os PCNs enfatizam a importância da avaliação somativa para adaptar o ensino às necessidades de aprendizado de cada aluno.

As atividades que respondem ao desafio de planejar em acordo com os parâmetros curriculares nacionais estão descritas nas afirmativas
Conhecida também como didática matemática nos países europeus, a educação matemática surgiu em meados do século XIX, sendo uma área das ciências socias, que se empenha ao estudo da aprendizagem e ensino da matemática. Ao discorrer a educação matemática no âmbito do ensino, supõe-se em matemática como disciplina escolar de modo mais amplo do que o da transmissão de conhecimentos, pois engloba processos formativos de crianças, adolescentes, jovens e adultos em contextos escolares. Dessa forma, implica em articulações com a pedagogia, a sociologia, a antropologia, a história e outros conhecimentos. A resolução de problemas é uma habilidade de ensino da matemática, que promove ao aluno uma construção de saberes para encontrar a solução, utilizando de seus conhecimentos prévios para construir estratégias e a partir do raciocínio lógico, questionar se sua estratégia é válida. Portanto, compete ao professor apresentar e, incentivar os seus alunos a utilizarem dessas etapas como auxílio para encontrar soluções dos problemas propostos, que, ao surgir outros, terão o instinto de utilizar a tendência, possibilitando-os de alcançar maior aproveitamento na aprendizagem. Considerando o exposto, relacione adequadamente os itens às suas respectivas definições.


1. Etnomatemática.
2. História da matemática.
3. Jogos no ensino de matemática.


( ) O lúdico, ao ser levado para a sala de aula, desperta a atenção dos alunos, que ao se utilizar jogos no contexto escolar, permite ao aluno construir seu próprio conhecimento, pois, como afirma Grando (2000, p. 16), “o jogo de regras possibilita à criança a construção de relações quantitativas ou lógicas, que se caracterizam pela aprendizagem em raciocinar e demonstrar, questionar o como e o porquê dos erros e acertos”.


( ) É uma tendência que possibilita a compreensão da originalidade de ideias que deram formas à cultura, podendo observar, também, os aspectos humanos do seu desenvolvimento como, por exemplo, os homens que criaram essas ideias e estudar as circunstâncias em que elas se desenvolveram. Torna-se um instrumento valioso para o ensino-aprendizagem da matemática, que visa à construção histórica do conhecimento matemático, contribuindo para um melhor entendimento da evolução do conceito, dando ênfase às dificuldades epistemológicas inerentes ao conceito que está sendo desenvolvido.


( ) Surgiu na década de 1970; visa valorizar a matemática de diferentes grupos socioculturais, propondo uma maior valorização dos conceitos matemáticos informais construídos pelos educandos por meio de suas experiências, fora do contexto escolar. Compreende-se como o ato de entender e valorizar a existência da matemática vivenciada por artesãos, comerciantes, ambulantes, dentre outros, em sua própria leitura de mundo por meio dessa ciência.

A sequência está correta em
Na aula de figuras geométricas, um professor enfrenta o desafio de introduzir o conceito de simetria aos alunos do ensino fundamental. A meta é assegurar que os alunos não apenas compreendam o conceito, mas também participem ativamente na atividade. O professor deve alinhar sua estratégia com o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, que se alinha aos princípios da teoria de Jean Piaget sobre o desenvolvimento cognitivo. Este professor reconhece a importância de adaptar sua abordagem de ensino de acordo com o estágio de desenvolvimento cognitivo de seus alunos, que, em sua maioria, têm entre 11 e 12 anos. A prioridade é criar uma aula que estimule a construção ativa do conhecimento, alinhando-se com os princípios piagetianos. Está de acordo com os princípios piagetianos e considera a fase do desenvolvimento da inteligência em que provavelmente se encontram os alunos a estratégia:

A transposição didática, termo cunhado pelo renomado pesquisador francês Yves Chevallard, desempenha um papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem da matemática. Compreender o seu conceito é essencial para garantir uma educação matemática eficaz e significativa, pois a transposição didática pode ser entendida como

O ensino de matemática mais tradicional é aquele em que o professor assume o papel de protagonista e compila conceitos de livros didáticos, levando em conta o que considera importante, cabendo ao aluno acreditar que a aprendizagem de matemática se resume em acumular e aplicar fórmulas, algoritmos e regras transmitidas pelo professor e não vem se mostrado muito eficaz. Esse conceito, em que a prioridade não é a aprendizagem do aluno e sim o volume de conteúdo a ser trabalhado, dificulta a percepção do estudante da relação entre a matemática e a realidade em que ele está inserido. A fim de aumentar o estímulo e a motivação dos estudantes, novas abordagens metodológicas que contribuem para uma maior motivação dos alunos e para a melhoria na aprendizagem desses estudantes estão sendo aplicadas. Qual das alternativas a seguir NÃO é exemplo dessas novas abordagens metodológicas?

Na etnomatemática, buscamos entender a matemática em suas múltiplas manifestações culturais, reconhecendo que ela é uma criação humana que reflete as diferentes formas de pensar e agir no mundo.

(Professor Ubiratan D'Ambrosio.)


Segundo as ideias do professor Ubiratan D’Ambrosio, a etnomatemática pode ser interpretada como uma abordagem

“Surgiu na década de 1970, como uma contraproposta do ensino tradicional de matemática. Tem arte ou técnica de ensinar, explicar, entender e se desempenhar na realidade dentro de um contexto cultural próprio. É um método de pesquisa e de ensino que cria condições para que o pesquisador reconheça e compreenda o modo como um saber matemático foi gerado e difundido dentro de determinados grupos culturais, sendo uma abordagem histórico-cultural da disciplina. Essa prática enaltece a matemática dos diferentes grupos culturais, povos com suas diferentes culturas. Ela valoriza tais diferenças, afirmando que toda a construção do conhecimento matemático é válida e está ligada à tradição, à sociedade e à cultura de cada povo. Pode ser entendida como um programa interdisciplinar que engloba as ciências da cognição, epistemologia, história, sociologia e difusão.” As afirmações anteriores se referem a: