Questões de Concursos
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FGV•
O trecho
“É a cartilha, é o livro escolar, é a literatura expressa graficamente, é o jornal.” mostra
Se somente se permitisse o matrimônio aos que são moralmente capazes de contraí-lo, quase toda a humanidade seria família ilegítima.
Deduz-se do fragmento acima que
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Eu não considero a ansiedade um sintoma psiquiátrico. Considerar a ansiedade como um sintoma psiquiátrico é patologizar e medicalizar um sintoma que, para mim, hoje é cultural. Nós estamos vivendo uma vida de múltiplas pressões de desempenho, uma cultura cada vez mais competitiva e comparativa das trajetórias individuais. Desde o tipo da casa, de carreira, de trajetória pessoal, de humor, se está bem-humorado o tempo inteiro ou não, se performa na rede social. É um mundo que pressiona e faz a pessoa chegar no final do dia com a sensação de derrota.
Adaptado de https://apublica.org/2025/04/a-goteira-que-cai-no-baldeate-transbordar-as-raizes-sociais-da-ansiedade-no-brasil/#_
Com base no trecho, é correto afirmar que, na perspectiva do autor, a ansiedade é
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As frases a seguir falam bem do livro, com exceção de uma.
Assinale-a.
Nós não sabemos que partes do alimento que ingerimos serão por nós aproveitadas. O modo por que o nosso corpo elabora a vida escapa-nos por completo. Ignoramos igualmente que impressões ou emoções de cada dia se transformarão em nosso espírito em alimento ou em tóxico. Um fato que nos alegra pode ser causa de uma depressão profunda, assim como de uma iguaria que saboreamos pode resultar um cansaço mortal.
O texto mostra cinco termos sublinhados. Assinale o termo que mostra seu antecedente de forma errada.
Vindos do norte, da fronteira velha-de-guerra, bem montados, bem enroupados, bem apessoados, chegaram uns oito homens, que de longe se via que eram valentões: primeiro surgiu um, dianteiro, escoteiro, que percorreu, de ponta a ponta, o povoado, pedindo água à porta de uma casa, pedindo pousada em outra, espiando muito para tudo e fazendo pergunta e pergunta; depois, então, apareceram os outros, equipados com um despropósito de armas – carabinas, novinhas quase; garruchas, de um e de dois canos; revólveres de boas marcas; facas, punhais, quicés de cabos esculpidos; porretes e facões, – e transportando um excesso de breves nos pescoços.
O bando desfilou em formação espaçada, o chefe no meio. E o chefe – o mais forte e o mais alto de todos, com um lenço azul enrolado no chapéu de couro, com dentes brancos limados em acume, de olhar dominador e tosse rosnada, mas sorriso bonito e mansinho de moça – era o homem mais afamado dos dois sertões do rio: célebre do Jequitinhonha à Serra das Araras, da beira do Jequitaí à barra do Verde Grande, do Rio Gavião até nos Montes Claros, de Carinhanha até Paracatu; maior do que Antônio Dó ou Indalécio; o arranca-toco, o treme-terra, o come-brasa, o pega-à-unha, o fecha-treta, o tira-prosa, o parte-ferro, o rompe-racha, o rompe-e-arrasa: Seu Joãozinho Bem-Bem.
João Guimarães Rosa, “A hora e vez de Augusto Matraga”, in Sagarana.
“Hoje, a cultura não tem só um expressivo peso econômico. A economia como um todo depende cada vez mais, em seu conjunto, das dimensões culturais. Algo que não saberia limitar-se aos sucessos de um ou outro grande ‘autor’, por mais genial que ele seja. O que é cultural no capitalismo globalizado das redes é o trabalho em geral. Ou seja, um trabalho que se torna intelectual, criativo, comunicativo – em uma palavra, imaterial.”
(Antonio Negri & Giuseppe Cocco. “O monstro e o poeta”, Folha de São Paulo, 3 de mar. 2006)
De acordo com o trecho, a economia da cultura:
Nessa passagem, o substantivo “briga” funciona como sinônimo contextual de “luta”. Isso significa que, nesse contexto específico, as duas palavras se equivalem quanto ao significado.
Dentre as frases abaixo, a única em que a palavra “luta” poderia ser substituída por “briga” SEM alteração substancial de significado é:
I. Nonato chegou à sua casa, tirou os sapatos e o chapéu, estirou-se no sofá e começou a ler o jornal.
II. Eu, meu amigo, nunca me defendo; ataco. Não quero escudo que me atrapalhe e me incomode; quero apenas a espada.
III. A morte é o último médico das doenças.
Considerando os modos de organização discursiva, a classificação adequada dos três textos, segundo a ordem apresentada, é:
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Todo texto argumentativo mostra uma tese e os argumentos que a defendem.
Assinale a frase em que o argumento apresentado é caracterizado como testemunho de autoridade.
Aprendamos do céu o estilo da disposição, e também o das palavras. Como hão de ser as palavras? Como as estrelas. As estrelas são muito distintas e muito claras... O estilo pode ser muito claro e muito alto: tão claro que o entendam os que não sabem, e tão alto que tenham muito que entender nele os que sabem. (Padre Antônio Vieira)
Sobre a estruturação ou significação desse fragmento, assinale a afirmativa correta.
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Observe a seguintefrase:
A força bruta, quando não governada pela razão, desmorona sob o próprio peso.
As opções a seguir mostram modificações estruturais dessa frase, mantendo-se o seu sentido original.
Assinale a opção que mostra uma modificação que altera o sentido original.
O poeta é um fingidor Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente.
Assinale a opção correta sobre a interpretação dos versos em destaque.
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Texto II.
O Problema do Álcool
A notícia da morte de um jovem de 23 anos, após a ingestão excessiva de álcool em uma festa universitária, em Bauru (SP), assustou muitos brasileiros. HMF participava de uma competição para ver quem conseguia beber mais. Uma dessas estúpidas festas promovidas por estudantes, provando que escolarização nem sempre é sinônimo de educação.
SOUSA, Robson Sávio Reis. Álcool, a droga da morte. NESP/PUC-MG. 2018