Questões de Concursos

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Observe o trecho abaixo:

Os excessos de nossa mocidade são saques sobre a nossa velhice, pagáveis com juros trinta anos depois.

Sobre a significação desse segmento, é correto afirmar que
Leia o texto abaixo:

Ontem eu descobri um dos mais característicos cemitérios que jamais vi; imagine um trecho da charneca cercado por uma sebe de pequenos pinheiros colados uns aos outros de forma que nos parecem simplesmente um pinhal. Contudo há uma entrada, uma curta aleia, por onde se chega aos túmulos cobertos de tufos de relva. Vários deles indicados por tabuletas brancas nas quais se leem os nomes. (Van Gogh)

Sobre a significação ou a estruturação desse pequeno fragmento textual, assinale a afirmação correta.
“Uma chave de leitura sobre as ____________ das paisagens deve trabalhar a temporalidade usando categorias de análise, tais como, práticas sociais, espaços vividos e processos, já que a paisagem é um depósito imensamente rico em dados sobre as pessoas e a ____________. São camadas de ____________ que encerram formas do passado e do presente que podem ser ____________ ou percebidas na paisagem. Cabe ao professor, entretanto, detectar na paisagem ____________, que também é material, vivida e vernacular, essas camadas podem ser resgatadas e trabalhadas em sala de aula.”

CASTRO PANIZZA, Andrea. Como eu Ensino Paisagem. São Paulo: Melhoramentos, 2014 (adaptado).

Em sequência, as palavras que completam corretamente essas lacunas são:
Leia o texto para responder à questão.


Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.

O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.


BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
Uma proposição coerente com as ideias expressas no texto é:
Observe o seguinte texto:

“Degelo. Uma ideia luminosa para degelar o congelador em tempo recorde: esvaziar a geladeira e com o secador de cabelo insuflar ar quente na zona congelada, canos e tubos que rodeiam o freezer. Tudo cairá rápido em função do vento produzido pelo aparelhinho elétrico que, deste modo, destruirá a sua fama frívola e abreviará o tempo da tarefa aborrecida de limpar a geladeira”.

Todos os textos mostram alguma finalidade; no caso do texto acima, essa finalidade é
Leia o texto abaixo:

“O problema em matéria de audição vem do fato de que o cérebro é um órgão muito rápido e que se pensa muito mais depressa do que se fala. Assim que escutamos uma pessoa, solicitamos ao cérebro que trabalhe muito mais lentamente em comparação com sua capacidade. Entretanto, não chegamos realmente a reduzir a velocidade do cérebro; enquanto registramos as palavras transmitidas pelo emissor, o cérebro continua a tratar as centenas de palavras e a fazer associações de ideias. Em outros termos, quando escutamos, nos resta algum tempo livre para pensar. É o emprego desse tempo livre que torna a escuta boa ou má”.
Levando em consideração que o conteúdo temático do texto é de difícil acesso pelo leitor comum, o processo utilizado para tornar esse conteúdo mais claro foi:
Texto I.


A Escrita


A nossa civilização é marcada pela linguagem gráfica. A escrita domina a nossa vida; é uma instituição social tão forte quanto a nação e o Estado. Nossa cultura é basicamente uma cultura de livros. Pela escrita acumulamos conhecimentos, transmitimos ideias, fixamos nossa cultura.

Nossas religiões derivam de livros: o islamismo vem do Corão, escrito por Maomé; os Dez Mandamentos de Moisés foi um livro escrito em pedra. Nosso cristianismo está contido em um livro, a Bíblia. É a cartilha, é o livro escolar, é a literatura expressa graficamente, é o jornal. Mesmo a televisão – e mais do que ela o cinema – lança mão dos recursos da linguagem escrita (legenda) para facilitar a comunicação.

Na engrenagem da sociedade moderna, a comunicação escrita senta-se em trono. São as certidões, os atestados, os relatórios, são os diplomas. O documento é basicamente um documento gráfico, e a simples expressão gráfica vale mais do que todas as evidências.

Numa quase caricatura podemos dizer que o atestado de óbito é mais importante que o cadáver, o diploma mais do que a habilitação. Sem a linguagem escrita é praticamente impossível a existência no seio da civilização. O analfabeto é um pária que não se comunica com o mundo, não influi e pouco é influenciado.


AMARAL VIEIRA, R. A. O futuro da comunicação. Ed. Achiame. 1981.
O segundo parágrafo do texto funciona como
Algumas vezes escrevemos palavras desnecessárias em função de o sentido delas já estar contido em outra palavra da frase. Assinale a opção que apresenta a frase em que a palavra sublinhada se mostra desnecessária.
Inferências são as informações que deduzimos da leitura de um texto qualquer assinale a inferência incabível, entre as que foram feitas das frases abaixo.

Atenção: use o Texto 2 para responder à próxima questão.


Texto 2


Observe o seguinte texto argumentativo:


Esquecemos frequentemente que gengivas saudáveis constituem a base para dentes saudáveis. É por isso que os dentistas recomendam Parodontax. De fato, os estudos clínicos provaram sua eficácia sobre as gengivas. Sua composição única compreende cinco produtos naturais extraídos de plantas e um sal mineral especialmente tratado para neutralizar as bactérias que ameaçam as gengivas. O resultado? Gengivas naturalmente fortes. Dentes naturalmente fortes.

Nesse fragmento textual, os argumentos são apoiados por
Assinale a frase que indica um desejo, uma esperança.
Observe a seguinte frase:

“Nem sempre é bom fazer o que todos fazem porque a maioria também pode estar errada”.

Essa frase se opõe a um tipo de argumento bastante usado, que é um argumento:
Leia o trecho a seguir.

Se, em um primeiro momento, o educador social tem a indignação como motivação para desenvolver um trabalho transformador, logo depois parece não a sustentar, apropriando-se de um discurso de resignação semelhante ao da população atendida. O que nos remete à ideia de que, subjacente ao discurso de responsabilidade, inspirado talvez numa aparente ingenuidade, esse educador esforça-se para acreditar que sua intervenção o diferencia da condição de precariedade vivida pelo outro.
SILVA, G. H. “Educador Social: uma identidade a caminho da profissionalização?” Educação & Pesquisa, São Paulo, v. 40, n. 4, 2014.

O trecho acima versa sobre a complexidade da atuação do Educador Social. Assinale a opção que reflete, corretamente, o que é afirmado.
TEXTO 2 - LAR DO DESPERDÍCIO

De acordo com as Nações Unidas, crianças nascidas no mundo desenvolvido consomem de 30 a 50 vezes mais água que as dos países pobres. Mas as camadas mais ricas da população brasileira têm índices de desperdício semelhantes, associados a hábitos como longos banhos ou lavagem de quintais, calçadas e carros com mangueiras.
O banheiro é onde há mais desperdício. A simples descarga de um vaso sanitário pode gastar até 30 litros de água, dependendo da tecnologia adotada. Uma das mais econômicas consiste numa caixa d'água com capacidade para apenas seis litros, acoplada ao vaso sanitário. Sua vantagem é tanta que a prefeitura da Cidade do México lançou um programa de conservação hídrica que substituiu 350 mil vasos por modelos mais econômicos. As substituições reduziram de tal forma o consumo que seria possível abastecer 250 mil pessoas a mais. No entanto, muitas casas no Brasil têm descargas embutidas na parede, que costuma ter um altíssimo nível de consumo. O ideal é substituí-las por outros modelos.
O banho é outro problema. Quem opta por uma ducha gasta até 3 vezes mais do que quem usa um chuveiro convencional. São gastos, em média, 30 litros a cada cinco minutos de banho. O consumidor - doméstico, industrial ou agrícola - não é o único esbanjador. De acordo com a Agência Nacional de Águas, cerca de 40% da água captada e tratada para distribuição se perde no caminho até as torneiras, devido à falta de manutenção das redes, à falta de gestão adequada do recurso e ao roubo.
Esse desperdício não é uma exclusividade nacional. Perdas acima de 30% são registradas em inúmeros países. Há estimativas de que as perdas registradas na Cidade do México poderiam abastecer a cidade de Roma tranquilamente.
(Ambientebrasil, outubro de 2014)

“De acordo com as Nações Unidas, crianças nascidas no mundo desenvolvido consomem de 30 a 50 vezes mais água que as dos países pobres. Mas as camadas mais ricas da população brasileira têm índices de desperdício semelhantes, associados a hábitos como longos banhos ou lavagem de quintais, calçadas e carros com mangueiras.”

No início do segundo período do texto 2 ocorre a presença da conjunção mas; trata-se de uma conjunção adversativa, e o ponto que serve de elemento de oposição é:
O nosso gramático mais conhecido, Evanildo Bechara, declarou o seguinte:
“A linguagem tem variações regionais, sociais e de estilo. Mas a língua de cultura se sobreleva e possibilita a unidade nacional do idioma”.
Segundo esse fragmento textual, a língua escrita (língua de cultura) deve ser defendida por sua função de:

Leia o fragmento a seguir.

Oscar tinha um sítio. Um dia Oscar resolveu levar na camioneta um pouco de esterco do sítio, que era no interior de Minas, para o jardim de sua casa na capital. Na barreira foi interpelado pelo guarda:

— O que é que o senhor está levando aí nesse saco?

— Esterco. Por quê? Não lhe cheira bem?

— O senhor tem a guia?

— Guia?

— É preciso de uma guia, o senhor não sabia disso?


SABINO, Fernando. Milho e fubá. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1962.


Sobre o fragmento acima, assinale a afirmativa incorreta.

Em todas as frases abaixo há duas ocorrências do mesmo vocábulo; assinale a frase em que esses vocábulos mostram diferentes significados.
“Ao entrar em um restaurante, todo cliente espera satisfazer desejos de ordem física e emocional.” Nesse segmento da frase há uma correspondência semântica entre os termos destacados.

Assinale a opção em que a correspondência equivalente entre termos está adequada.

Texto 4 - Polícia Militar reforça presença para garantir proteção nas comunidades quilombolas da Paraíba


21 de julho de 2021


A Polícia Militar vem reforçando a segurança e a interação nas mais de 40 comunidades quilombolas da Paraíba. O objetivo é acompanhar mais de perto as demandas das famílias e buscar viabilizar as soluções, dentro da filosofia de polícia solidária. Entre os trabalhos realizados, estão a prevenção ao furto de animais e ao dano nos roçados dos moradores.


Nos próximos meses, essas comunidades contarão com a Patrulha de Apoio à Integração Social, com policiais militares treinados para atuar na prevenção secundária, junto aos grupos mais suscetíveis à violência, entre eles, os quilombolas e os indígenas.

A atuação da Polícia da Paraíba, citada no texto 4, se insere nas seguintes áreas:
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