Questões de Concursos
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Nada por aqui
O comando abaixo foi digitado em um servidor que usa o Iptables como Firewall em uma organização. O comando foi executado em um sistema operacional Linux Ubuntu 18.04.
iptables -I INPUT -p tcp -s 172.16.40.200/8 --dport 22 -j DROP
A execução desse comando
O MySQL é um SGBD muito utilizado em desenvolvimento web. Considere as afirmativas abaixo sobre o MySQL.
I O comando VIEW DATABASES; mostra todos os bancos de dados criados na instância do MySQL.
II O comando DESCRIBE servidor; mostra todos os campos da tabela "servidor".
III O MySQL não possui suporte a funções de agregação.
IV Entre os tipos de dados suportados no MySQL, está o tipo blob.
Estão corretas as afirmativas
O componente especializado da assistência farmacêutica (CEAF) destina-se à aquisição de medicamentos de alto custo para doenças raras ou de baixa prevalência. Os medicamentos que constituem as linhas de cuidado para as doenças contempladas nesse componente estão divididos em três grupos (1, 2 e 3) e subgrupos com características, responsabilidades e formas de organização distintas. Em relação aos grupos de medicamentos do componente especializado, considere as afirmações abaixo.
I Os antirretrovirais zidovudina e tipranavir são exemplos de medicamentos do grupo 1A.
II O financiamento do grupo 3 é de responsabilidade tripartite.
III Os medicamentos do grupo 2 são de maior complexidade de tratamento em relação ao grupo 1.
IV O grupo 1A é aquele cujo financiamento é de responsabilidade da união.
Considerando o exposto, estão em consonância com a classificação e o financiamento dos grupos de medicamentos do CEAF, as afirmações
A situação-problema a seguir servirá de base para responder à questão.
? Um PC com Windows 10 instalado foi infectado por um vírus que é carregado quando o sistema inicializa. Uma versão de demonstração de um software anti-vírus apontou que o arquivo infectado seria o C:WindowsSystem32fastload.exe. Porém, por ser versão de demonstração do anti-vírus, o técnico não foi capaz de remover o vírus.
? O técnico percebeu que o vírus era um dos últimos arquivos a ser carregado na inicialização do Windows, e que poderia removê-lo apagando ou renomeando o arquivo infectado entrando no modo de segurança do Windows.
O texto abaixo servirá de base para a questão.
Óculos com luz e joia no rosto são novas armas contra reconhecimento facial
Letícia Naísa
A indústria fashion começa a oferecer produtos para quem não quer ser reconhecido por câmeras de vigilância. Podem ser óculos que emitem luz, joias que confundem o scanner facial ou máscaras que distorcem as feições. A rápida expansão da tecnologia de reconhecimento inspirou a artista polonesa Ewa Nowak a criar máscaras para driblar as autoridades. Feitas de metal, as joias prometem embaralhar os algoritmos e impedir que os rostos sejam reconhecidos por câmeras.
O projeto foi chamado de "Incognito" e consiste em um tipo de óculos que cobre parte da testa e das maçãs do rosto. "Este projeto foi precedido por um estudo de longo prazo sobre forma, tamanho e localização dos elementos da máscara para que ela realmente cumprisse sua tarefa", escreve Nowak em sua página. Segundo ela, a máscara foi testada no algoritmo DeepFace, do Facebook, e passou na prova: seu rosto não foi reconhecido.
Ainda há muito debate e muita pesquisa em torno da eficiência da tecnologia de reconhecimento facial, especialmente com os falsos positivos: a câmera diz que uma pessoa é, na verdade, outra. Especialistas apontam que ainda há muitas falhas em reconhecer rostos fora do padrão de homens brancos. "Se a gente aplica essas tecnologias de maneira errônea e ela indica que o meu rosto é de uma pessoa suspeita, a tendência é que oficiais deem crédito ao equívoco, e abre-se margem a abuso policial, porque tem indício de que você é uma pessoa suspeita e aí pode-se inverter o princípio da inocência, que é fundamental", afirma Joana Varon, diretora executiva da Coding Rights, organização de defesa dos direitos humanos na internet.
A preocupação com o reconhecimento facial tem crescido nos últimos anos, visto que a tecnologia tem sido usada para fins de segurança pública e privada e de marketing. No Brasil, a novidade já chegou. Durante o carnaval deste ano, um homem foi preso depois de ser reconhecido por uma câmera, e a ViaQuatro do metrô paulista foi impedida de usar o reconhecimento facial. O debate sobre a regulamentação da tecnologia está previsto na Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor em agosto de 2020.
Para Pollyana Ferrari, professora da PUC-SP e pesquisadora de mídias sociais, é preciso que os governos regulamentem o uso de nossas "pegadas digitais", sejam likes, compras, navegação ou biometria. "Os riscos da tecnologia são os usos não declarados; na maior pa rte das vezes, não sabemos o que será feito da nossa biometria", diz. "Cada vez a driblamos menos", afirma.
Quanto à eficiência do Incognito, as especialistas ainda são céticas, mas Varon reconhece que há uma tendência na tentativa de hackear o sistema de vigilância da tecnologia de reconhecimento facial. O próprio "Incognito" foi inspirado em um projeto japonês que criou óculos com luzes que impedem a tecnologia de reconhecer rostos. Em Hong Kong, durante a onda de protestos na China, os jovens usaram máscaras, lenços e lasers para enganar as câmeras.
Para Varon, a via legislativa e moratórias para uso da tecnologia são vias eficientes. Nos Estados Unidos, algumas cidades já baniram o uso de reconhecimento facial na segurança e impediram empresas que desenvolvem softwares de venderem para esse fim. "O que funciona é ter uma visão crítica e ampliar o debate sobre quão nocivo pode ser o uso dessa tecnologia, seja por discriminação de pessoas, seja por coleta abusiva de expressões faciais, sentimentos, humores, visando manipular mentes, e o debate sobre o guardo e o compartilhamento desses dados, que são extremamente sensíveis", afirma.
Para Ferrari, o projeto enquanto artístico é válido. "O papel da arte sempre foi nos tirar da zona de conforto. Então, esse movimento que se declara contra a vigilância governamental e corporativa, com joias, óculos de LED e máscaras, é bem oportuno, pois nos alerta para algo que já nos afeta diariamente", opina.
Disponível em: https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2019/10/30/artista -cria-mascara-anti-reconhecimento-facial.htm. Acesso em: 27 jan. 2020. [Adaptado]
Para responder à questão, considere o excerto transcrito abaixo.
O papel da arte sempre foi nos tirar da zona de conforto. Então[1], esse movimento que se declara contra a vigilância governamental e corporativa, com joias, óculos de LED e máscaras, é bem oportuno, pois[2] nos alerta para algo que já nos afeta diariamente, opina.
O excerto estrutura-se com base na tipologia textual
A prática da avaliação em nossas escolas tem sido alvo de muitas críticas por parte dos educadores. Pode-se afirmar que essas críticas incidem sobre a prática de avaliação em virtude de(a):
I. Redução da avaliação a sua função de controle, mediante a qual se faz uma classificação quantitativa dos alunos relativa às notas que obtiveram nas provas.
II. Ênfase dada às aprendizagens orientadas por objetivos plurianuais e à individualização dos percursos de formação.
III. Fixação de critérios de desempenho unilaterais independentemente das condições do ensino, dos alunos e dos fatores externos e internos que interferem no rendimento escolar.
IV. Importância dada à negociação de sentidos no processo ensino-aprendizagem e na avaliação.
V. Utilização da avaliação como recompensa aos �bons� alunos e punição para os desinteressados ou indisciplinados.
Estão corretas apenas: