Questões de Concursos
selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
I. Pode-se afirmar que o gerenciamento de redes é a implementação integrada e organizada de hardware, software e pessoas para monitorar, testar, consultar, configurar e analisar todos os elementos da rede, a fim de garantir exigências de desempenho e qualidade.
II. O protocolo RDP é usado para transmitir informações e comandos entre uma entidade gerenciadora e um agente que opera nome da entidade dentro de um dispositivo de rede gerenciado.
III. O protocolo SNMP opera na camada de rede e, por isso, é ineficaz para o gerenciamento de rede, pois não se pode monitorar serviços de alto nível tão importantes nas redes atuais, tais como: http, ftp e dns.
Está correto o que se afirma em
I. O usuário dono do arquivo terá permissão para ler, escrever e executar o arquivo.
II. Os usuários do grupo do arquivo terão permissão para ler e executar o arquivo.
III. Todos os demais usuários (exceto os citados anteriormente) não terão nenhum tipo de permissão sobre o arquivo.
Está correto o que se afirma em
1. XEN 2. VMWare 3. KVM 4. ZVM
( ) Solução de virtualização de código aberto do Linux para arquiteturas x86; suporta extensões de virtualização para Intel VT ou AMD-V.
( ) Hypervisor para infraestrutura em nuvem e para execução de aplicações críticas que roda sobre servidores IBM, tal como IBM LinuxOne.
( ) Hypervisor de código aberto que executa direto no hardware sendo responsável por gerenciar CPU; memória; temporizadores; e, interrupções. Uma instância de máquina virtual em execução é chamada de domínio ou convidado.
( ) Não provê somente hypervisores, mas também o software que gerencia máquinas virtuais. Além disso, a empresa responsável comercializa vários produtos de virtualização.
A sequência está correta em
Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019.Adaptado.)
Com base nesses dados, assinale a alternativa correta sobre esse dente.
Assinale a sequência correta dos fatos na pirâmide invertida.