Questões de Concursos
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Solos degradados são aqueles que não exercem suas funções, ou ao menos parte delas, como fornecer os nutrientes necessários ao desenvolvimento das plantas e filtrar a água que abastece os depósitos subterrâneos. Assim como ocorre nas cidades, principalmente nas grandes e médias, a atividade agropecuária contribui para a degradação dos solos. Sobre as formas de degradação dos solos, provocadas ou intensificadas pelas ações antrópicas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Erosão hídrica: se dá pelo carregamento de sedimentos ou partículas do solo e matéria orgânica pelas águas das chuvas e dos rios.
( ) Erosão eólica: se dá pelo desgaste do solo resultante da ação do vento sobre a superfície rochosa, que ocorre pelo processo de abrasão – atrito das partículas carregadas pelo vento sobre as rochas.
( ) Erosão química: também denominada lixiviação, caracteriza-se pela perda de elementos químicos essenciais para o desenvolvimento das plantas, como nitrogênio, fósforo e potássio, que são dissolvidos e carregados pelas águas das chuvas e dos rios.
( ) Compactação do solo: forma de degradação física do solo causada pela compressão das camadas superficiais com a passagem de máquinas, ou em menor escala, pelo pisoteio de gado nas pastagens.
A sequência está correta em
I. Os três ramos da raiz sensorial do nervo trigêmeo suprem a pele de toda a face e a membrana mucosa das vísceras cranianas e da cavidade oral, exceto pela faringe e base da língua.
II. As divisões oftálmica e maxilar do nervo trigêmeo são sensoriais, já a divisão mandibular é constituída por um nervo misto (sensorial e motor).
III. O nervo palatino maior realiza inervação sensorial aos tecidos moles e ossos palatinos anteriormente até o primeiro molar.
IV. O nervo alveolar superior‐anterior fornece inervação sensorial aos dois pré‐molares maxilares e ao osso na região pré‐molar.
Estão corretas apenas as afirmativas
A educação possível
A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.
Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações
sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida
pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima
dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo
propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares
de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem
bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.
Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém
um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de
construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra
colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos
ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua
autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e
escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é
trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, dacomunidade onde se vive, conseguindo contar,
ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,
é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,
escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de
conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer
bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar
como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio
benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: cidadania.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seufundamento eficaz nos
dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito
menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender
qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,
frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.
Meu desgosto pela profissão que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos deveu-se em parte à
minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o
currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam
articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto
incapazes de assimilare discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns
com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que
inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito
simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,
que os escolhemos e sustentamos. (>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)
Os termos destacados a seguir constituem elementos coesivos por retomarem termos ou ideias anteriormente registrados, EXCETO:
Considerando-se a seleção de materiais em termos de corrosão, assinale a alternativa correta.
Um sistema operacional, no geral, tem como funções: o gerenciamento de processos, o gerenciamento de memória, o sistema de arquivos e a entrada e saída de dados. Independente do sistema operacional utilizado, essas funções são executadas. Os sistemas operacionais podem ser classificados em relação ao seu projeto, ou seja, a arquitetura quanto ao gerenciamento de processos e ao número de usuários que podem utilizar o sistema simultaneamente. Sobre a classificação dos sistemas operacionais, assinale A (Arquitetura) e P (Processos) nos sistemas apresentados a seguir.
( ) Sistema em camadas.
( ) Monitor de máquinas virtuais.
( ) Multiprogramação.
( ) Micronúcleo.
( ) Multitarefa.
A sequência está correta em
Segundo Pressman (1995), Engenharia de Software é o estabelecimento e uso de sólidos princípios de engenharia para que se possa obter economicamente um software que seja confiável e que funcione eficientemente em máquinas reais, abrangendo um conjunto de três elementos fundamentais (métodos, ferramentas e procedimentos). Assinale a alternativa INCORRETA:
Segundo a Resolução CFMV nº 722, de 16 de agosto de 2002, que aprova o Código de Ética profissional, o médico veterinário deve:
I. Exercer somente atividades que estejam no âmbito de seu conhecimento profissional.
II. Atender clínica ou cirurgicamente, ou receitar apenas em estabelecimento comercial.
III. Empenhar?se para melhorar as condições de saúde animal e humana e os padrões de serviços médicos veterinários.
IV. Administrar drogas que tenham objetivo de aumentar a capacidade física de animais somente em períodos de treinos e preparos para o esporte, respeitados os períodos de carência.
Estão corretas apenas as alternativas
I. garantir a universalidade, equidade e a integralidade no atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas, gineco-obstétricas, psiquiátricas, pediátricas e as relacionadas às causas externas (traumatismos não intencionais, violências e suicídios);
II. qualificar a assistência e promover a capacitação continuada das equipes de saúde do SUS na atenção às urgências, em acordo com os princípios da integralidade e humanização;
III. desenvolver estratégias promocionais da qualidade de vida e saúde capazes de prevenir agravos, proteger a vida, educar para a defesa e a recuperação da saúde, protegendo e desenvolvendo a autonomia e a equidade de indivíduos e coletividades.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Ana e Beatriz saíram de suas casas e foram à Agência dos Correios fazer suas inscrições para o ENEM. Ana está a 3/8 km da Agência dos Correios e Beatriz a 0,4km da Agência. Qual é a distância, em metros, da casa de Ana até a casa de Beatriz passando pela Agência dos Correios?