O conjunto de processos e eventos que levam um organismo multicelular a atingir o tamanho e a forma típicos da espécie constitui o desenvolvimento. A anatomia e morfologia de uma planta, tal como de qualquer outro organismo, dependem das características das suas células constituintes. Sobre os tecidos vegetais, assinale a alternativa CORRETA.
Quanto à prisão em flagrante é CORRETO, de acordo com o Código de Processo Penal, afirmar:
aplicativo Outlook Express 6 permite pesquisar
mensagens:
1) recebidas antes de uma determinada data.
2) que contenham um determinado endereço no
campo CC.
3) que contenham anexos.
Está(ão) correta(s):
Com base na planilha eletrônica Microsoft Excel 2013, marque a alternativa CORRETA em relação às afirmativas abaixo.
I – Para mesclar células adjacentes e centralizar o conteúdo, seleciona-se uma ou mais células adjacentes não mescladas, clica na guia PÁGINA INICIAL, grupo Alinhamento e botão Mesclar e Centralizar.
II – No grupo Configurar Página da guia LAYOUT DA PÁGINA, existem opções que permitem ajustar margens, alterar orientação de página e escolher tamanho da página.
III – No grupo Alinhamento da guia PÁGINA INICIAL, existem as opções: Alinhar à Esquerda, Centralizar, Alinhar à Direita e Justificar.
( ) Fíbula incompleta, sendo que a tíbia possui dois maléolos, um medial e outro lateral.
( ) Fíbula incompleta e fundida à tíbia. O maléolo lateral é substituído por um osso maleolar. O maléolo medial encontra-se na tíbia.
( ) Fíbula completa, possuindo um maléolo lateral. O maléolo medial está na tíbia.
( ) Fíbula completa, possuindo um maléolo lateral e outro medial.
( ) Fíbula incompleta, não havendo maléolos na fíbula ou na tíbia.
p: Maria não come carne;
q: Faz frio;
r: Todo astronauta canta;
afirmamos:
Maria não come carne e não faz frio ou Maria come carne e faz frio ou existe astronauta que não canta e não faz frio.
É CORRETO simbolizar a proposição composta acima por:
“Alfabetizar“, palavra aparentemente inocente, contém uma
teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendose
as letras do alfabeto. Primeiro as letras, as sílabas. Depois,
aparecem as palavras... E assim era. Se é assim que se ensina
a ler, imagino que o ensino da música deveria se chamar
“dorremizar”: aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas, e a
música aparece! Todo mundo sabe que não é assim que se
ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando
uma canção de ninar. O que o nenezinho ouve é a música, e
não cada nota, separadamente! A aprendizagem da música
começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o
conhecimento das partes.
Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa
quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que
moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as
palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura
começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê, e
a criança escuta com prazer; a criança se volta para aqueles
sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los,
compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo
das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz
de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da
pessoa que o está lendo.
No primeiro momento, o professor, no ato de ler para os seus
alunos, é o mediador que os liga ao prazer do texto. Confesso
nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise
sintática. Não foi nelas que aprendi as delícias da literatura. Mas
me lembro com alegria das aulas de leitura. Na verdade, não
eram aulas. Eram concertos. A professora lia, e nós ouvíamos
extasiados. Ninguém falava. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o
ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas.
Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a
experiência prazerosa de leitura e a experiência de ler a fim de
responder questionários de interpretação.
Onde se encontra o prazer do texto, o seu poder de seduzir?
Tive a resposta para essa questão acidentalmente. Alguém me
disse que havia lido um lindo poema de Fernando Pessoa, e
citou o primeiro verso. Fiquei feliz porque eu também amava
aquele poema. Aí ele começou a lê-lo. Estremeci. O poema –
aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As
palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa
estava errada! A música estava errada! Todo texto tem dois
elementos: as palavras, com o seu significado. E a música...
Percebi, então, que todo texto literário é uma partitura musical.
As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele
domina a técnica, se ele está possuído pelo texto – a beleza
acontece. Mas, se aquele que lê não domina a técnica, a leitura
não produz prazer: queremos que ela termine logo.
Assim, quem ensina a ler tem de ser um artista. Deveria ser
estabelecida em nossas escolas a prática de “concertos de
leitura”. Ouvindo, os alunos experimentariam os prazeres do ler.
E aconteceria com a leitura o mesmo que acontece com a
música: depois de ser picado pela sua beleza é impossível
esquecer.
Leitura é coisa perigosa: vicia... Se os jovens não gostam de ler,
a culpa não é deles. Foram forçados a aprender tantas coisas
sobre gramática, que não houve tempo para serem iniciados na
beleza musical do texto literário. Ler literatura é fazer amor com
as palavras. E essa transa literária se inicia antes que as
crianças saibam os nomes das letras. Sem saber ler, elas já
são sensíveis à sua beleza.
(Rubem Alves. Texto disponível em:
http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm. Acesso em
05/11/2011. Adaptado.)
Para avaliação urgente do paciente queimado, um dos métodos mais comumente utilizados para o cálculo da área atingida é a regra dos nove. No caso da aplicação dessa regra em crianças, até o primeiro ano de vida, é correto afirmar que:
Considerando o processo de maturação das células do epitélio escamoso e sua correlação com os hormônios sexuais femininos, é CORRETO afirmar que: