Questões de Concursos

selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.

Publicidade
Concernente aos embargos à execução, assinale a alternativa correta.
De acordo com os dispositivos relativos à execução dos contratos administrativos, contidos na Lei Nº 8.666/1993, assinale a alternativa que apresenta corretamente os encargos pelos quais a Administração responde solidariamente com o contratado.
No município de Bela Vista de Minas, cada período de cinco anos de efetivo exercício dá ao servidor o direito de adicional de_____ sobre seu vencimento.

Conforme o que dispõe a Lei Orgânica do Município de Bela Vista de Minas, a frase ficará correta se a lacuna for preenchida com:
Analise a situação a seguir.

Suponha-se que a União pretenda criar entidade de sua administração indireta para prestar serviços de saúde. Essa entidade deve ter substrato corporativo, caracterizado pela participação, em seu patrimônio, da União, do Estado de Minas Gerais, de cinco municípios mineiros e de entidades da administração indireta federal.

Na hipótese, considerando tais características, é CORRETO afirmar que:
Conpozissão imfãtil

     O mundo é dividido em nações, que é o nome que tem os países como o Brasil, o Japão, etc., mas não Rio de Janeiro, Cuiabá, Pernambuco, que isso não é nação, é cidade. Quase nunca a gente percebe que o mundo é dividido em nações porque aqui no Brasil só tem brasileiro e a gente fica pensando que o mundo é como o Brasil, mas em copas do mundo a gente percebe. Cada nação insiste em falar uma língua diferente. Não sei por que todo mundo não fala português, que é tão fácil que até criança pequena fala, sem precisar estudar, como precisa com todas as outras línguas. Na Suíça e na Bélgica eles falam muitas línguas, além do suíço e do bélgico. Na hora do hino, cada jogador canta numa língua e fica parecendo com a hora do recreio, quando todo mundo grita e ninguém entende, mas eles estão acostumados. Também no jogo cada um fala com o outro numa língua, e isso é uma maneira de confundir o outro time, que não sabe o que eles estão combinando.
     Cada nação tem uma camisa diferente, para a gente saber de que nação a pessoa é, e isso não só os jogadores mas também as pessoas que vão assistir e até as pessoas nas ruas, no ônibus, no avião ou no metrô. A melhor é a de um país chamado Croácia, onde vivem os croatas, que são pessoas que gostam muito de jogar xadrez, por isso a camisa deles é como um tabuleiro de xadrez, como os quadradinhos branco e vermelho. Quando o jogo está chato, os jogadores param de jogar futebol, tiram a camisa, estendem ela no chão e jogam xadrez. O público de lá gosta muito mais, e canta e torce muito mais. A camisa da França é azul e os jogadores são chamados de “azuis”, mas na verdade só a camisa é azul, eles são brancos ou pretos, como todo mundo.
     As nações têm bandeiras e hinos. Acho a bandeira do Brasil a mais bonita de todas, fora algumas, e muito bem feita para o futebol: tem o verde dos gramados, o amarelo da taça que o campeão vai ganhar e a bola. No meio tem uma faixa que quando o Brasil é campeão fica escrito campeão”, e quando não é fca escrito uma bobagem qualquer. Nunca vi tanta bandeira como agora. Algumas são sem graça, como as que têm só duas cores e uma cruz no meio. Outras são interessantes, principalmente para nós, meninas, como as que têm estrelinhas e outros desenhos. A da Costa Rica tem naviozinhos de um lado e do outro de uma terra com vulcões. Mostra como o país é fninho e como é difícil viver nele, todo mundo muito apertado, quase sem poder respirar, e ainda com medo de vulcão. A mais engraçada é a da Argentina, que tem um solzinho com olho, nariz e boca. É uma bandeira amiga das crianças. Meu pai não gosta que eu torça para a Argentina, mas eu torço, por causa do solzinho, e não falo para ele.
     Antes do jogo tem os hinos e a televisão vai traduzindo o que eles estão cantando. Aí eu tenho medo. O da França diz para os filhos da pátria formarem batalhões e atacarem os inimigos. Deve ser terrível viver na França. Lá tem inimigos que querem estrangular as crianças, diz o hino deles. Os franceses cantam essas coisas como se não fosse nada demais, mas eu nunca vou querer ir lá na França. Esses países são muito inseguros. Nos Estados Unidos o hino explica que tem foguetes e bombas voando. Como os jogadores podem ser bonzinhos depois de cantar essas coisas? Teve um que mordeu um outro. Acho que foi pouco, coisas muito piores podiam acontecer. Podia acontecer de morrerem, por exemplo.Tem muito hino que fala de morrer. O da Itália pede que todos estejam prontos para morrer, porque a Itália chamou. Como é que pode chamar os outros para morrer? O do Uruguai pede para escolher a pátria ou o túmulo. O nosso do Brasil, que eu prefro, entre outros, porque não dá para entender as palavras, e por isso não ameaça ninguém, mesmo assim tem um pedaço que diz que a gente não teme a própria morte. A Fifa não devia deixar eles cantarem essas coisas. É um risco no fim do jogo o campo ficar cheio de mortos. Faz bem o jogador da França que não canta o hino deles, ainda mais um hino daqueles. Os nossos cantaram sempre, todos, e choraram muito. Não sei porque. Quem chorou mais, eu acho, foi o Thiago Silva. Aqui em casa até meu pai chorou. Eu não choro. Tenho mais o que fazer.

Toledo, R.P., Veja, 09/07/2014 (texto adaptado)
Assinale a alternativa em que NÃO se observa um termo ou estrutura próprios da linguagem popular, informal.

Com base no que determina a Constituição do Estado de Minas Gerais, é CORRETO afirmar que o Procurador-Geral de Justiça

                                      O crime de Brumadinho

                O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais,

                      não é a repetição de uma tragédia, nem de um

                       erro da Vale, terceira maior empresa do país.

                                     É a reincidência de um crime


Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em:<https://tinyurl.com/yyy8zmd2> . Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).

A ideia central do texto está corretamente expressa em:

Considerando o que estabelece o Provimento n. 161/CGJ/2006, que codifica os atos normativos da Corregedoria Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, sobre a distribuição de petições iniciais, assinale a afirmativa INCORRETA.

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às
questões de 1 a 6.
A fotografia está morrendo?
De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico
dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai
acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou
o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem
coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado “The
Death of Photography: are camera phones destroying
an artform?” (Em português: “A morte da fotografia:
as câmeras de celular estão destruindo uma forma de
arte?”) publicado no The Guardian por Stuart Jeffries em
13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples:
estaria a massificação da fotografia destruindo a arte?
Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente
sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes
fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.
O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos,
fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele,
nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas
ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o
fotógrafo isso se deve justamente pela massificação.
Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por
dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi
flagrante do autorretrato em que participou o Presidente
dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em
memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem
ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova
fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a
divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi
demonstrado que o atual comportamento que nos leva
a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o
fato de não vivermos intensamente o momento, levando
a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quanto
mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade
de se lembrar dele você tem.
É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte:
“As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um
restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam
fotografias da Mona Lisa, em vez de olhar para ela. Acho
que o iPhone está levando as pessoas para longe de
suas experiências.” O argumento do fotógrafo também
passa pela história do surgimento da fotografia, na qual
os pintores perderam o filão de retratos de família para
os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo
o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão
comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto
aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o
ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise.
Antigamente era necessário enviar um profissional para
uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas
fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o
acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas
em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de
interatividade.
Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma
visão um pouco diferente. Para ele, a massificação
da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada
vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica
era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje
pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos
os defeitos são corrigidos no pós processamento.
Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira
a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que
sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos
de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser
um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de
fotos, mas ninguém está olhando para elas”.
E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do
fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma
campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para
ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo
com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas
sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm
em detrimento das de médio formato. Segundo Nick,
“O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas
tem, mas se as imagens funcionam. A máquina com que
você cria sua arte é irrelevante.”
O artigo é muito mais denso e merece uma leitura
detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre
vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém.
Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de
comunicação que pode ser utilizada como arte. Esta
utilização é que se encontra em baixa ultimamente e
é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo
para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em
seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras
caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós
processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas.
Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa
quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão
da arte, não está morrendo. Ela continua existindo no
mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um
pouco mais escondida por conta da massificação, mas
ela está lá, vivendo bem.
Disponível em: . Acesso em: 31 jul. 2019 (Adaptação).

Analise os trechos a seguir. 
I. “Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda.” 
II. “Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento.” 
Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Ter carro ainda é símbolo de status, diz especialista
Os governos precisam conscientizar a população para que priorize o transporte público, disse hoje (7/12/16) o pesquisador da Universidade Técnica de Berlim, Marcus Jeutner, ao participar, em São Paulo, do Seminário Desafios Contemporêneos: Empresas, Mobilidade Urbana e Direitos Humanos, promovido pelo Instituto Ethos. “As pessoas querem ter um carro porque é um símbolo de status. Elas querem mostrar para os vizinhos que podem ter, financiar um carro”, afirmou.
Especialista em mobilidade urbana, o alemão Jeutner é autor de estudo sobre o assunto, produzido na cidade de Chennai, na Índia. “Os carros são bons, eu gosto de dirigir. Mas estamos aumentando custos e causando problemas. É uma questão de educação, explicar [à população] que o uso do carro é pior”, disse. Jeutner é defensor do conceito de cidades inteligentes, que apresentam áreas dedicadas à circulação de pessoas a pé.
Segundo o especialista, as prefeituras erram ao buscar implementar o conceito de cidades inteligentes a partir das melhores práticas de exemplo, como o de Londres. “Nós não focamos na estrutura já existente, combinamos uma ideia adaptada aos desafios locais, ao contexto local. Gosto de me basear nos piores planos e replicar o que pode ser melhorado, não repetir os mesmos erros”, acrescentou.
Segundo a última pesquisa feita em Chennai, em 2008, 26% da população opta por ônibus, 25% utiliza motocicleta, 6% prefere carro e 5% anda de trem. A maior parcela, 28%, anda a pé, já que o custo do transporte público ainda é alto para grande parte dos indianos. “As pessoas não gostam do transporte público, se puderem pagar, preferem o transporte individual, como motocicleta”, ressaltou.
Em comparação, na capital paulista, a circulação dos automóveis reduziu 1,3%, passando de 80,2% em 2014 para 78,9% no ano passado, segundo estudo divulgado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O percentual de motocicletas aumentou 1,2%, um salto de 15,1% em 2014 para 16,3% no ano passado.
Intermodalidade
No seu estudo em Chennai, o especialista concluiu que a intermodalidade “é uma dor de cabeça” para o gestor público, já que o seu mau funcionamento está entre as razões que mais afastam os usuários. “No centro de Chennai, o trem não tem conexão, [o pedestre] tem de cruzar ruas sem faixa de pedestres, andar por viaduto, não tem mapas sobre trajetos dos ônibus”, conta.
Jeutner explicou que a infraestrutura é o esqueleto das cidades, pois a partir dela é possível direcionar o crescimento urbano. No caso do município indiano, as ferrovias que existem há mais de 100 anos determinaram os caminhos da expansão, das periferias e grande número de indústrias, localizadas nos arredores.
Com aumento de renda da população, a quantidade de carros em circulação elevou e foram criadas novas ruas, que se tornaram, desordenadamente, cheias e caóticas. “Em Chennai, as pessoas não confiam no transporte público, elas acabam preferindo o carro e levam três horas [nos seus deslocamentos], assim como ocorre em São Paulo”, disse.
Tanto em São Paulo, quanto em Chennai, o transporte público com intermodalidade são as melhores alternativas ao carro. “Pensem na perda de produtividade das pessoas que estão travadas no trânsito. Elas poderiam brincar com o filho, estudar, trabalhar. Isso causa impacto muito grande na economia global”, afirmou o especialista.
EBC. Ter carro ainda é símbolo de status, diz especialista. Agência Brasil. Disponível em: . Acesso em: 7 dez. 2016 (fragmento adaptado).

Analise as afirmativas a seguir.

I. No trecho “É uma questão de educação, explicar [à população] que o uso do carro é pior”, os colchetes foram utilizados para sinalizar uma informação inserida pelo autor do texto.
II. No trecho “[...] segundo estudo divulgado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).”, o autor poderia ter optado por utilizar travessão para separar a sigla.
III. No trecho “As pessoas querem ter um carro porque é um símbolo de status. Elas querem mostrar para os vizinhos que podem ter, financiar um carro”, as aspas foram utilizadas para marcar mudança de interlocutor.

De acordo com o texto e com a norma padrão, estão corretas as afirmativas:
Em regra, a competência tributária do ISSQN será exercida pelo município em que estiver o estabelecimento prestador. 
De acordo com a legislação vigente de Uberlândia, são elementos para identificar a presença de estabelecimento, exceto: 
“Em abril de 1955, países com histórico recente de intervenção colonial reuniram-se em Bandung, na Indonésia.
[...] O objetivo era a oposição ao que era considerado como prática colonialista das novas potências
imperialistas.”
PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado. Petrópolis – RJ: Vozes; Rio de
Janeiro: Editora PUC Rio, 2014. p. 163.
Nessa conferência, esses países criaram uma nova estratégia para se posicionarem diante do mundo, denominada
“não alinhamento”.
Sobre essa estratégia, é correto afirmar:

Sobre ação civil pública, assinale a alternativa CORRETA.

Sobre os atalhos no Windows 7, assinale V diante das assertivas verdadeiras e F diante das assertivas falsas.( ) Diminuem o tempo gasto na execução de uma determinada ação. ( ) Permitem a execução de determinadas ações para chamar um programa sem usar o caminho original. ( ) Podem ser criados na Área de Trabalho a partir de um click com o botão direito do mouse.

A alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA é:
Sobre o ISSQN, analise as afirmativas a seguir. 

I. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza incide também sobre o serviço proveniente do exterior do país ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do país. 
II. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza incide sobre os serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização, permissão ou concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço. 
III. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza não incide sobre o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. 
IV. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza não incide sobre a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes delegados. 

Estão corretas as afirmativas 
No contexto da análise econômico-financeira de projetos, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando os conceitos / características aos respectivos nomes dos indicadores, utilizados para mensurar a viabilidade dos projetos de investimentos.
COLUNA I 1. Valor presente líquido 2. Taxa Interna de retorno 3. Índice benefício / custo 4. Valor presente líquido anualizado (VPLA)
COLUNA II ( ) Nesse método, o fluxo de caixa representativo do projeto de investimento é transformado em uma série uniforme. ( ) É a razão entre o valor presente do fluxo esperado de benefícios de um projeto e o valor presente do fluxo esperado dos investimentos necessários para realizá-lo. ( ) Diferença entre o valor investido (CF0) e o valor dos benefícios esperados (CFj), descontados para a data inicial, usando-se como taxa de desconto a taxa de mínima atratividade (TMA). ( ) Do ponto de vista matemático, é a taxa que torna nulo o valor presente líquido de um fluxo de caixa.
Assinale a sequência correta.
Considere a situação a seguir.

Determinado contribuinte recolheu, no mês de setembro de 2012, apenas metade do imposto sobre serviços (ISS) devido em decorrência de serviços por ele efetivamente prestados. Naquele mês, a alíquota do ISS incidente sobre suas atividades específicas era de 3% e a multa prevista na legislação local para as hipóteses de não recolhimento do tributo era de 25%, incidentes sobre a quantia não recolhida aos cofres públicos. Em 2013, a legislação foi modificada, reduzindo-se a alíquota daquele serviço para 2% e alterando o percentual de multa para 15% sobre o montante não recolhido ao erário. O contribuinte está sofrendo fiscalização no presente mês e já foram detectados os ilícitos praticados em 2012, cabendo ao fiscal de tributos lavrar o auto de infração respectivo.

Diante da situação narrada, assinale a alternativa que contenha os percentuais de alíquota e multa CORRETOS para que o fiscal de tributos lavre a autuação

A respeito do entendimento do STF sobre competência legislativa, analise as afirmativas a seguir.

I. A competência legislativa do Estado-membro para dispor sobre educação e ensino autoriza a fixação, por lei local, do número máximo de alunos em sala de aula.

II. No limite do interesse local, os municípios possuem competência para legislar sobre proteção ao meio ambiente e, inclusive, adotar legislação ambiental mais restritiva em relação aos Estados-membros.

III. Compete privativamente à União legislar sobre direito civil, comercial e política de seguros, por conseguinte, os Estados-membros não têm competência para legislar sobre normas que objetivem a proteção e a prestação de informações ao consumidor de planos de saúde.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

O que é (e o que não é) sustentabilidade
ODED GRAJEW

Embora em voga, o conceito de sustentabilidade ainda é pouco compreendido tanto por quem fala sobre ele quanto por quem o ouve.
Nos últimos anos, intensificou-se a discussão a respeito do aquecimento global e do esgotamento dos recursos naturais. São preocupações legítimas e inquestionáveis, mas que geraram distorção no significado de sustentabilidade, restringindo-o às questões ambientais.
Não é só isso. A sustentabilidade está diretamente associada aos processos que podem se manter e melhorar ao longo do tempo. A insustentabilidade comanda processos que se esgotam. E isso depende não apenas das questões ambientais. São igualmente fundamentais os aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais.
A sustentabilidade e a insustentabilidade se tornam claras quando traduzidas em situações práticas.
Esgotar recursos naturais não é sustentável. Reciclar e evitar desperdícios é sustentável.
Corrupção é insustentável. Ética é sustentável. Violência é insustentável. Paz é sustentável.
Desigualdade é insustentável. Justiça social é sustentável. Baixos indicadores educacionais são insustentáveis. Educação de qualidade para todos é sustentável.
Ditadura e autoritarismo são insustentáveis. Democracia é sustentável. Trabalho escravo e desemprego são insustentáveis. Trabalho decente para todos é sustentável.
Poluição é insustentável. Ar e águas limpos são sustentáveis. Encher as cidades de carros é insustentável. Transporte coletivo e de bicicletas é sustentável.
Solidariedade é sustentável. Individualismo é insustentável.
Cidade comandada pela especulação imobiliária é insustentável. Cidade planejada para que cada habitante tenha moradia digna, trabalho, serviços e equipamentos públicos por perto é sustentável.
Sociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.
Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência inclusive da espécie humana.
Provas não faltam. Destruímos quase a metade das grandes florestas do planeta, que são os pulmões do mundo. Liberamos imensa quantidade de dióxido de carbono e outros gases causadores de efeito estufa, num ciclo de aquecimento global e instabilidades climáticas.
Temos solapado a fertilidade do solo e sua capacidade de sustentar a vida: 65% da terra cultivada foram perdidos e 15% estão em processo de desertificação.
Cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos e, em sua maior parte, em decorrência de atividades humanas.
Produzimos uma sociedade planetária escandalosa e crescentemente desigual: 1.195 bilionários valem, juntos, US$ 4,4 trilhões ─ ou seja, quase o dobro da renda anual dos 50% mais pobres. O 1% de mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres.
Os gastos militares anuais passam de US$ 1,5 trilhão, o equivalente a 66% da renda anual dos 50% mais pobres.
Esse cenário pouco animador mostra a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável. Cabe a nós torná-lo possível.

GRAJEW, Oded. O que é (e o que não é) sustentabilidade. Opinião. Folha de S.Paulo. São Paulo, 7 maio 2013.
“Temos solapado a fertilidade do solo e sua capacidade de sustentar a vida: 65% da terra cultivada foram perdidos e 15% estão em processo de desertificação." (15º parágrafo)

No período em análise, os dois-pontos foram utilizados com a finalidade de
Página 46
Publicidade