NCE•
A organização curricular deve ser considerada como um recurso para ajudar a escola a alcançar seus objetivos.
Um dos princípios básicos da organização curricular é:
O tratamento terciário, também conhecido como tratamento avançado, consiste numa série de processos destinados a melhorar a qualidade dos efluentes. Assinale, entre os processos listados a seguir, aquele que NÃO faz parte desta etapa:


A idéia que a palavra "exponencialmente" (L. 5) expressa está mantida em:
La frase en que NO ocurre una incorrección lógica:
O teste definitivo para você saber se você está ou não
integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
Depois de terminado um texto no Word, João decide imprimir apenas a sua segunda página. Para fazer isso, ele precisa
O teste definitivo para você saber se você está ou não
integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.


Considere a organização dos documentos abaixo, através do método geográfico que tem a cidade como referência:
1-Campos / Rio de Janeiro / Francisco Alvarenga 2-Itaboraí / Rio de Janeiro / Antonio Marcos 3-Manaus / Amazonas / J. M. Pacheco 4-Rio Bonito / Rio de Janeiro / Nicea Lucia 5-São Paulo / São Paulo / Bárbara Santos e Silva
A ordem correta é:


Em diversos momentos do texto, a autora usou a primeira pessoa do plural para:
NCE•
Com o objetivo de viabilizar os sistemas de entrega direta, tem sido cada vez mais comum a utilização de instalações intermediárias de quebra de carga, que não se baseiam na manutenção de altos níveis de estoques avançados e que são compatíveis com uma estratégia de resposta rápida e alto nível de flexibilidade. É correto afirmar que:
NCE•
Sobre as normas constitucionais relativas à Ordem Econômica, analise as afirmativas a seguir:
I. O Estado somente poderá desempenhar atividade econômica por imperativo de segurança nacional ou por relevante interesse coletivo, na forma a ser determinada em lei.
II. As empresas públicas e sociedades de economia mista, criadas pelo Estado para desempenhar atividade econômica, não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos ao setor privado.
III. As atividades econômicas que constituem monopólio da União devem ser enumeradas, de forma exaustiva, na Constituição.
São verdadeiras somente as afirmativas:
O teste definitivo para você saber se você está ou não
integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.

