Leia o caso a seguir.

Durante o desenvolvimento de um sistema, um analista ficou em dúvida sobre como criar as tabelas envolvendo algumas entidades de um sistema de inscrição de palestras. Nesse sistema havia o seguinte requisito: um estudante pode realizar inscrições em várias palestras e uma palestra pode receber inscrições de vários estudantes.

Este é um típico relacionamento
Os meios de hospedagem têm investido em motores de reservas para
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La competencia digital en la formación del profesorado

El desarrollo de la competencia digital en la enseñanza obligatoria es clave para que los jóvenes puedan incorporarse a la vida adulta de manera satisfactoria y sean capaz de desarrollar un aprendizaje permanente a lo largo de la vida. Así que, es natural que el profesor también desarrolle su competencia digital porque es él el que tiene la labor de enseñar y/o ayudar a los estudiantes. Sabemos que las tecnologías avanzan, poseen múltiples aplicaciones, cambian constantemente, se innovan a menudo y muchas veces lo que aprendemos sobre las tecnologías en las universidades ya está obsoleto en el mundo del trabajo. Las tecnologías no necesitan estar en el centro de las prácticas docentes ni tampoco ser el único objetivo, pero, en el caso específico de Brasil, la BNCC/2017 (posee objetivos semejantes a lo propuesto en el Marco Europeo para la Competencia Digital de los Educadores - DigCompEdu en relación a los usos de las tecnologías) obliga a los profesores no sólo a usarlas, sino también a enseñar a sus alumnos a emplearlas en las distintas áreas del aprendizaje, a utilizar los distintos lenguajes digitales, a solucionar problemas y a crear soluciones tecnológicas como ciudadanos críticos y como productores de contenidos, entre otros usos.


LOPES LEAL, Vânia Aparecida; LORENZO BERGILLOS, Francisco J. La competencia digital de profesores en formación inicial de lengua española y la BNCC. LínguaTec, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 125-144, 2022. Disponível em: <https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/LinguaTec/article/view/5855>. Acesso em: 26 mai. 2024. [Adaptado].
A aquisição da competência digital durante o ensino obrigatório é indicada, no parágrafo, como uma necessidade para, posteriormente, a adequada inserção do egresso na vida adulta. Para que isso aconteça, Lopes Leal e Lorenzo Bergillos consideram que é normal que os docentes
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Formação do leitor na EPT


A formação do Clube de Leituras, que se reúne, de forma remota, uma vez por semana para conversar sobre os sentidos encontrados nos textos literários compartilhados, e fruto das indicações dos próprios participantes, mostrou-se uma maneira produtiva e afinada de aproximar jovens e literatura no contexto escolar, sugerindo ser este o caminho a ser trilhado rumo à formação de leitores, qual seja: aquele em que a escola concede atenção, respeito e espaço para as obras, autores e temáticas do universo de interesse dos alunos. Abdicar em algum momento da imposição de títulos, muitas vezes orientados pelo foco no estudo de gêneros e de traços distintivos das escolas literárias pode, de forma assertiva, promover um melhor aproveitamento do ensino de literatura.

A estratégia de abordar o trato com a literatura partindo dos interesses dos estudantes colabora com o que há de mais fundamental na formação de um leitor: a construção do hábito. O exercício regular de qualquer tipo de atividade adquire potência na construção de uma memória proposicional. Isso se dá também no que se refere à leitura. Mesmo considerando a realidade dos sujeitos que não costumam vivenciar experiências de leitura no seio familiar – como primeira instância na produção de valores culturais –, outras instâncias também podem exercer esse papel de produção de valores culturais socializadores, é o caso da escola e da mídia.


LINS, Laikui Cardoso; PINTO, João Rodrigues. Formação do leitor na EPT: um relato de experiência. Revista Labor, [S. l.], v. 1, n. 24, p. 149- 174, 2020. Disponível em:<http://periodicos.ufc.br/labor/article/view/60229>. Acesso em: 26 mai. 2024.
Laikui C. Lins e João R. Pinto, com vistas à formação integral, apresentaram uma experiência que objetivou construir práticas de leituras em simbiose com o valor do trabalho. O Clube de Leituras mencionado no fragmento foi criado para alunos do Instituto Federal Baiano no início da pandemia do Coronavírus e, segundo é exposto no primeiro parágrafo, mostrou
. Acesso em: 26 mai. 2024. [Adaptado]. O texto faz parte do resumo de um artigo em que se discutiram aspectos que envolvem o trabalho com as tecnologias digitais no processo educacional de alunos vinculados ao Ensino Médio Integrado no contexto específico da Educação de Jovens e adultos no PROEJA. As autoras, ao apresentarem as conclusões, emitem o parecer de que a falta de resposta às demandas de letramentos está relacionada a"> Leia o texto a seguir.

Letramentos e tecnologias digitais na educação profissional e tecnológica

Neste trabalho refletimos sobre ambiguidades e omissões nos documentos regulatórios do Ensino Médio que caracterizam o tratamento da Educação Profissional e Tecnológica nas diversas políticas públicas da federação que fornecem parâmetros importantes à discussão desenvolvida. Propomos alguns princípios que, uma vez observados, poderiam nortear o trabalho com as práticas de letramento desenvolvidas na EPT, para começar a atender às expectativas, necessidades de participação social e política dos estudantes. Concluímos que, enquanto os trabalhadores em formação ou outros possíveis alunos egressos da EPT continuarem chegando ao mundo do trabalho sem que a escola tenha dado respostas mais concretas às suas demandas de letramentos, esta continuará sendo reprodutora de desigualdades sociais, pois não garante aos educandos o direito aos letramentos como condição de acesso e permanência no mundo do trabalho e de inclusão social.

KLEIMAN, Angela Bustos; SANTOS MARQUES, Ivoneide Bezerra de Araújo. Letramentos e tecnologias digitais na educação profissional e tecnológica. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [S. l.], v. 2, n. 15, p. e7514, 2018. Disponível em:<https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/view/7514>. Acesso em: 26 mai. 2024. [Adaptado].


O texto faz parte do resumo de um artigo em que se discutiram aspectos que envolvem o trabalho com as tecnologias digitais no processo educacional de alunos vinculados ao Ensino Médio Integrado no contexto específico da Educação de Jovens e adultos no PROEJA. As autoras, ao apresentarem as conclusões, emitem o parecer de que a falta de resposta às demandas de letramentos está relacionada a
No desenvolvimento de aplicações Web, considerando a interface de usuário das aplicações,
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The concept of language as discourse leads to a perspective of language teaching as a process of teaching not only pre-existent meanings, but also a process of teaching ways in which we can create new meanings, position ourselves and construct our identities. In other words, when language is defined as discourse, teaching a foreign language becomes teaching new ways of reinventing and representing oneself and of perceiving (and constructing) the world. Language as discourse implies an understanding of our language practices as practices of constructing and assigning meanings to the world, to what happens in the world, to what we see and what we don't see in reality. A change in discourse practice therefore leads to a reconfiguration of our identity and the way we read the world (cf.: GEE, 1986). This is to say that, when learning a new language we learn new meanings, new (des)identifications (HALL, 2005) and new ways to understand ourselves and the "wor(l)d" (FREIRE; MACEDO, 1987).


JORDÃO C. M, FOGAÇA F. C. Critical literacy in the English language classroom. DELTA v. 28, n. 1, p. 69-84, 2012. Available at:https://www.scielo.br/j/delta/a/hsrcx4LBJZmLpsBjNKsVbvt# . Access on: 21 may. 2024. [Adapted].
In the excerpt from the text “A change in discourse practice therefore leads to a reconfiguration of our identity and the way we read the world”, the verb leads to can be replaced by
For students in specific fields, learning to write in academic genres related to their disciplines is essential and English for Specific Purposes (ESP) can help develop this skill by teaching them the relevant language and genre conventions simultaneously. A genre which can be included in an ESP course for professional, technical, or academic needs is
As forrageiras das pastagens não possuem em quantidades necessárias todos os nutrientes essenciais ao bom desempenho reprodutivo e produtivo do gado. Esses déficits nutricionais se acentuam à medida que as forrageiras completam seu ciclo de crescimento. Tal fato, faz com que haja a necessidade da suplementação mineral, que visa adicionar à dieta de pasto alguns desses minerais. O conceito de suplementação mineral parte do princípio de que cada animal consome da mistura mineral à sua disposição, a quantidade necessária para atender às suas demandas metabólicas. No entanto, para a formulação de uma determinada mistura mineral deve ser considerado o
Todo protocolo de pesquisa deve considerar a adoção de pontos finais humanitários, uma vez que, podem levar a alterações significativas no bem-estar animal, apesar da adoção de práticas de prevenção de dor, redução de estresse e estratégias de monitoramento adequadas. Assim, o ponto final humanitário contempla o
O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de atender aos seus requisitos. O guia de boas práticas em gerenciamento de projetos é conhecido como
Os modelos UML são expressados graficamente na forma de diagramas, podendo ser divididos em dois grupos principais, sendo eles:
. Acesso em: 23 mai. 2024. As pesquisadoras Castro e Contreras visaram a responder à pergunta que intitulou a sua comunicação: “¿Para qué sirve la literatura en una clase de español?”. Nas conclusões apontaram, mediante uma citação, que a cultura faz parte do código que permite a compreensão das mensagens e que, em relação ao ensino da cultura nas aulas de língua estrangeira, a literatura"> Leia o texto a seguir.
¿Para qué sirve la literatura en una clase de español?
Para finalizar, debemos afirmar que entendemos y acordamos con que el aspecto cultural es una parte fundamental de las clases de español como lengua extranjera. Sabemos que, en un sentido amplio, es más que un adorno en la enseñanza y en el aprendizaje de un idioma, porque La cultura es el contexto en el que se producen, descodifican e interpretan los mensajes; la cultura es el destino y el origen de los enunciados de una lengua no nativa indescifrable para aquellos que no posean un conocimiento suficiente de las claves culturales de esa lengua que se pretende utilizar para comprar billetes de tren, para leer una novela o para resolver un conflicto entre individuos provenientes de ámbitos geográficos, políticos, religiosos y económicos, antitéticos y, a veces, incluso antagónicos (Marta Sanz Pastor, 2006: 350). Por esto mismo no negamos la importancia de la cultura en la enseñanza de español como segunda lengua, pero sí creemos que se sobrestima la importancia de la literatura como texto portador de la misma porque no consideramos que sea ni el único lugar ni el privilegiado para transmitir lo cultural. Las canciones, los artículos periodísticos, las películas, entre otros textos, también son portadores de un acervo cultural sumamente rico y muchas veces tienen la ventaja de ser más accesibles que el discurso literario.

CASTRO, Mariana Elisa; CONTRERAS, María de los Angeles. ¿Para qué sirve la literatura en una clase de español? In: II Congreso Internacional de Literatura y Cultura Españolas Contemporáneas. La Plata: Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Centro de Estudios de Teoría y Crítica Literaria, 2011. Disponível em: <https://www.aacademica.org/000-042/68>. Acesso em: 23 mai. 2024.

As pesquisadoras Castro e Contreras visaram a responder à pergunta que intitulou a sua comunicação: “¿Para qué sirve la literatura en una clase de español?”. Nas conclusões apontaram, mediante uma citação, que a cultura faz parte do código que permite a compreensão das mensagens e que, em relação ao ensino da cultura nas aulas de língua estrangeira, a literatura
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Géneros Textuales y Producción


Según Marcuschi en una Conferencia realizada en la Academia Pernambucana de Letras, “é impossível não se comunicar verbalmente por algum gênero, assim como é impossível não se comunicar verbalmente por algum texto”. Pero, ¿qué es un texto? De acuerdo con Beaugrande, el texto “é um evento comunicativo em que convergem ações linguísticas, cognitivas e sociais”. Para Gerd Antos, “os textos são linguística, conceptual e perceptualmente formas de cognição social” y su papel, en la evolución del conhecimento, “é o de constituir-se em ponto de partida e de chegada para a ancoragem da Linguística Textual no quadro de una teoria da evolução cultural”.

Delante de esas concepciones de textos es posible concluir que es a través de los textos que es establecida la comunicación humana; ellos representan cognitivamente el conocimiento que se vehicula en la sociedad en la que los interactantes están insertados. Sin embargo, es preciso considerar que el alumno de lengua extranjera debe tener la oportunidad de conocer y producir textos de diversos géneros. Por ello, al considerar la existencia de los géneros textuales, se observa la importancia de que el profesor sea capaz de elaborar estrategias comunicativas que posibiliten la circulación de esos géneros en el ámbito del aula. Hay que señalar, que la circulación de esos géneros no es suficiente; es necesario que se realicen producciones textuales a partir del estudio de determinado género. Bronckart afirma que “a apropriação dos gêneros textuais é um mecanismo fundamental de socialização, de inserção prática nas atividades humanas”. Al observar esa afirmación, se entiende que es a través de la manipulación de diversos textos que el alumno de ELE estará preparado para expresarse en la lengua escrita en diferentes situaciones discursivas.


SILVA, Flávia Conceição Ferreira da. Géneros Textuales en las clases de Español como Lengua Extranjera. In: CONGRESO BRASILENO DE HISPANISTAS, 2., 2002, São Paulo. Proceedings online... Associação Brasileira de Hispanistas. Disponível em: <http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=MSC0000
000012002000100026&lng=en&nrm=abn>. Acesso em: 26 mai. 2024. [Adaptado].
O item compõe a apresentação de um projeto que visou a promover o trabalho de diferentes gêneros na sala de aula de espanhol. A autora mostra que
In Scott Thornbury’s book “How to Teach Grammar”, the use of grammar in Communicative Language Teaching (CLT) is viewed differently in the "shallow end" (weak CLT) and the "deep end" (strong CLT) approaches. What is a key characteristic of the weak CLT approach compared to the strong one?
O conceito de produção enxuta (Lean Manufacturing), disseminado a partir da década de 90, trouxe importantes contribuições para a melhoria dos sistemas de produção, elevando a eficiência produtiva a níveis muito superiores que os sistemas anteriores. No sistema de produção enxuta, utilizam-se diversos ferramentais e técnicas de produção que possibilitam uma produção mais integrável, flexível, adaptável e eficiente. A técnica de produção enxuta que busca produzir a quantidade exata para atender a demanda, comprando matéria-prima no momento certo e entregando o produto no prazo estipulado é denominada
Os estabelecimentos de abate com selo SIF devem dispor de programas de autocontrole que sejam implantados e executados de forma comprovem o atendimento aos requisitos higiênico-sanitários e tecnológicos estabelecidos pelo Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (2020) e em normas complementares, com vistas a assegurar a inocuidade, a identidade, a qualidade e a integridade dos seus produtos. Um estabelecimento de abate com selo SIF deve conter, no mínimo, os seguintes programas de autocontrole:
Caso tenha uma prescrição médica para diluição de duas ampolas de dipirona de 2mL em 20 mL de soro fisiológico 0,9%, a via ideal para essa medicação ser administrada é a via
. Acesso em: 23 mai. 2024. O texto acima foi apresentado no final do século XX por um professor da Universidad de Castilla-La Mancha (Espanha). Esse docente, com base na sua experiência, acreditava na pertinência da presença da literatura nas aulas de espanhol como língua estrangeira a fim de desenvolver componentes culturais e recomendava selecionar textos que">

Leia o texto a seguir.

La literatura en la clase de español para extranjeros


Dejo, pues, estos y otros temas y me conformo por hoy con resumir mis conclusiones:


1. La literatura debe estar presente en la clase de español para extranjeros en todos sus niveles. Es conveniente y provechoso para el proceso de aprendizaje de la lengua y para la asimilación de la cultura.


2. Los textos han de ser modelos de lengua actual, sin arcaísmos, sin complejidades sintácticas inusuales, con un vocabulario común y propio del habla cotidiana. Esta premisa nos obliga y autoriza a adaptar levemente las obras de otras épocas.


3. Poesía lírica, canciones, literatura oral, relatos clásicos y vanguardistas, cuentos y novelas de hoy nos ofrecen textos adecuados para atender las necesidades de todo tipo de los alumnos. Basta elegirlos con tino.


PEDRAZA JIMÉNEZ, Felipe B. La literatura en la clase de español para extranjeros. In: CELIS, Ángela; HEREDIA, José Ramón (Org.). Actas del VII Congreso de ASELE: Lengua y cultura en la enseñanza del español a extranjeros. Almagro, 1996. Cuenca: Ediciones de la Universidad de Castilla-La Mancha, 1998. p. 59-66. Disponível em:<https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=892286>. Acesso em: 23 mai. 2024.



O texto acima foi apresentado no final do século XX por um professor da Universidad de Castilla-La Mancha (Espanha). Esse docente, com base na sua experiência, acreditava na pertinência da presença da literatura nas aulas de espanhol como língua estrangeira a fim de desenvolver componentes culturais e recomendava selecionar textos que

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How English develops in the world is no business whatsoever of native speakers in England, the United States, or anywhere else. They have no say in the matter, no right to intervene or pass judgment. They are irrelevant. The very fact that English is an international language means that no nation can have custody over it. To grant such custody of the language is necessarily to arrest its development and so undermine its international status. It is a matter of considerable pride and satisfaction for native speakers of English that their language is an international means of communication. But the point is that it is only international to the extent that it is not their language. It is not a possession which they lease out to others, while retaining the freehold. Other people actually own it (Widdowson, 1994, p. 385).


KILICKAYA, F. World Englishes, English as an International Language and Applied Linguistics. English Language Teaching, Vol. 2, No. 3, 2009. Available at:https://www.researchgate.net/publication/42386333_World_Englishes_English . Access on: 21 may. 2024. [Adapted].
Regarding how English develops in the world, what can be inferred from the text?
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