A ação verbal destacada na frase “O mendigo QUEIMOU-SE ao esquentar sua comida.”, está na mesma voz verbal que em:
Em “No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação À comida.”, o termo em destaque leva o sinal indicativo da crase pela mesma razão que em: 
Com relação à função administrativa do Estado pode-se afirmar que:
Uma pesquisa sobre tipos de carnes foi realizada com algumas pessoas na hora do almoço em um centro comercial. Sabe-se que: 130 pessoas responderam gostar de carne vermelha; 270 pessoas responderam gostar de carne branca; Sabendo que 350 pessoas responderam à pesquisa, o número de pessoas que responderam gostar dos dois tipos de carnes é:
                                                                                                                                                                        O DIMINUTIVO 
        O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa porque geralmente a usamos para designar o que é agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida também porque a usamos para desarmar certas palavras que, na sua forma original, são ameaçadoras demais. 
        Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora. Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma operação certamente durará horas e os resultados são incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei não. Melhor se preparar para o pior. 
        Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade. Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente. 
        No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha. 
        - Mais um feijãozinho? 
        O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Mas a dona da casa o trata como um mingau de todos os dias. 
        O diminutivo é também uma forma de disfarçar o nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito psicológico inegável. Você pode passar duas horas tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria depois de duas cervejas. 
        E agora, um docinho. 
        E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões. 
                                                                                                                                                                                                    Luís Fernando Veríssimo
No período “O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo AFETUOSO e PRECAVIDO de usar a linguagem.”, as palavras destacadas podem ser substituídas, sem prejuízo do sentido, respectivamente, por:
A instalação em que Zé Vitor trabalha possui um servidor que se encarrega de barrar a entrada de vírus na rede. Esse servidor é chamado de: 
No período “Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente.”, a conjunção subordinativa QUE é classificada como:
Com base nos três poderes do estado e nas suas funções, afirma-se que ao:
Segundo disposto no Art. 127° da Constituição Federal, a respeito do Ministério Público, é correto afirmar que:
Quanto ao conceito de agente público pode-se afirmar que é: 
Quando se diz que os dados estão na nuvem, significa que estão:
Segundo o Art.55° da Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 8.666/1993), a alternativa INCORRETA quanto às cláusulas que devem constar no contrato é a seguinte: 
                                                                                                                                                                        O DIMINUTIVO 
        O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa porque geralmente a usamos para designar o que é agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida também porque a usamos para desarmar certas palavras que, na sua forma original, são ameaçadoras demais. 
        Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora. Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma operação certamente durará horas e os resultados são incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei não. Melhor se preparar para o pior. 
        Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade. Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente. 
        No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha. 
        - Mais um feijãozinho? 
        O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Mas a dona da casa o trata como um mingau de todos os dias. 
        O diminutivo é também uma forma de disfarçar o nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito psicológico inegável. Você pode passar duas horas tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria depois de duas cervejas. 
        E agora, um docinho. 
        E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões. 
                                                                                                                                                                                                    Luís Fernando Veríssimo
No trecho “E surge um tacho de ambrosia QUE é um porta-aviões.”, o termo destacado QUE tem o seguinte valor morfossintático:
A redação oficial deve caracterizar-se por: 
I - Clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e uso da norma padrão da língua portuguesa. 
II - Clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e coerência; impessoalidade; informalidade e padronização; e uso da norma padrão da língua portuguesa. 
III - Clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e uso da norma culta da língua portuguesa. 
IV - Clareza e precisão; objetividade; compreensão; coesão e coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e uso da norma culta da língua portuguesa. 
Dos itens acima mencionados, está(estão) correto(s) apenas:
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