Questões de Concursos
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Em um campeonato de vôlei, cada vitória vale 4 pontos e cada derrota vale o número de pontos correspondente ao de sets vencidos pelo perdedor no jogo. Sabe?se que cada jogo de vôlei é disputado por melhor de 5 sets, ou seja, quem vencer 3 sets primeiro ganha o jogo. Além disso, não há possibilidade de empate. Há 10 equipes que participam do campeonato e cada uma joga contra todas as demais 2 vezes: uma como visitante e outra como mandante.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens de 26 a 29.
Caso alguma equipe vença todos os seus jogos no campeonato, então o máximo de pontos que o segundo colocado poderá acumular, ao final do campeonato, será 68.(Frei Beto)
Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.
O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importante que sabemos?
As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar-se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.
Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.
Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...
Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho- neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.
[...]
(Disponível em: http://www.domtotal.com/colunas/detalhes.Dhp?artld=5069. Acesso em 27/12/15, adaptado)
2x; 3x + 2; 2,5x + 2; 3,5x + 4; 3x + 4; 4x + 6...
Sabe-se que o resultado do 25° termo da sequência é 134. Então, o valor do 5° termo da sequência é
TECNOLOGIA PARECE ALTERAR CARÁTER DE AMIZADES JUVENIS
HILARY STOUT – THE NEW YORK TIMES
Antigamente, as crianças conversavam fisicamente com seus amigos. Aquelas horas passadas no telefone da família ou na companhia de amigos do bairro desapareceram muito tempo atrás. Hoje, porém, até mesmo trocar _______ por celular ou e-mail está __________ . Para os adolescentes e pré-adolescentes atuais, a amizade parece se desenrolar cada vez mais por meio de minitextos, SMSs ou nos fóruns muito públicos de Facebook ou MySpace.
Boa parte das preocupações com esse uso da tecnologia tem sido voltada, até agora, a suas implicações no desenvolvimento intelectual das crianças. Mas especialistas começam a estudar um fenômeno profundo: a possibilidade de a tecnologia estar mudando a própria natureza das amizades das crianças.
“De modo geral, os temores suscitados pelo ciberbullying e o sexting (troca de mensagens com textos e imagens de teor sexual) têm ocupado o primeiro plano, deixando em segundo plano um olhar sobre coisas realmente nuançadas, como a maneira como a tecnologia está afetando o caráter de proximidade de amizade”, disse Jeffrey G. Parker, professor-associado de psicologia na Universidade do Alabama, que estuda as amizades infantis desde a década de 1980. “Estamos apenas começando a analisar essas modificações sutis.”
A dúvida é se todo esse envio de mensagens e a participação em redes sociais on line permite aos adolescentes e crianças ficar mais em contato com seus amigos e lhes dar mais apoio – ou se a qualidade de suas interações está sendo prejudicada pela ausência de intimidade e da troca emocional dadas pelo tempo passado fisicamente juntos.
Ainda é muito cedo para saber a resposta. Escrevendo no periódico “The Future of Children”, Kaveri Subrahmanyam e Patricia M. Greenfield, psicólogos, [...] observaram: “Evidências qualitativas iniciais indicam que a facilidade das comunicações eletrônicas pode estar fazendo os ‘teens’ terem menos interesse em comunicação cara a cara com seus amigos. São necessárias mais pesquisas para avaliar até que ponto esse fenômeno está presente e quais seus efeitos sobre a qualidade emocional de um relacionamento”.
Mas a questão é importante, acreditam estudiosos, porque as amizades infantis estreitas ajudam as crianças a ganhar confiança em pessoas de fora de seu círculo familiar e a deitar as bases para relacionamentos adultos saudáveis. “Não podemos deixar que os relacionamentos bons e estreitos desapareçam. Eles são essenciais para permitir que as crianças brinquem com suas emoções, expressem suas emoções – todas as funções de apoio que acompanham os relacionamentos adultos”, disse Parker.
O que veem muitos profissionais que trabalham com crianças são intercâmbios mais superficiais e mais públicos que no passado. Um dos receios é que a criança e os adolescentes de hoje possam estar deixando de viver experiências que os ajudam a desenvolver empatia, compreender nuances emocionais e interpretar indicações como as expressões faciais e a linguagem corporal. Com as obsessões tecnológicas das crianças começando em idade cada vez mais precoce, é possível que seus cérebros acabem sofrendo modificações e que essas habilidades se enfraqueçam mais, pensam alguns pesquisadores.
Mas outros estudiosos da amizade argumentam que a tecnologia está aproximando as crianças mais do que nunca. Elizabeth Hartley-Brewer, autora do livro “Making Friends: A Guide to Undestanding and Nurturing Your Child’s Friendships”, […] acredita que a tecnologia permite a adolescents e crianças ficar conectados com seus amigos 24 horas por dia [...]
[...]
Para algumas crianças ou adolescentes, a tecnologia é um instrumento que facilita a vida social ativa. Hannah Kliot, 15 [...] diz que usa o SMS para fazer planos e para transmitir coisas que acha engraçadas ou interessantes. Mas também o usa para saber como estão suas amigas que podem estar chateadas com alguma coisa – e, nesses casos, procura conversar realmente com elas. “Mas acho que a nova forma de conversar com uma pessoa é o bate-papo por vídeo, no qual você realmente vê a outra pessoa”, disse. “Já dei telefonemas, mas telefonar é considerado antiquado.”
(Folha de São Paulo, 10/5/2010.)
Com relação às palavras grifadas no período, podemos classificá-las como
Meio covarde
Ivan Ângelo
Eu devia ter dezesseis, dezoito anos no máximo. Teresa era uma vizinha
nova e falada. Não eram necessários muitos motivos para uma moça ficar falada
naqueles anos 50, mas Teresa conseguiu reunir quase todos: decote, vestido
justo, batom vermelho, sardas, tempo demais na janela, marido noturno e
bissexto, muito bolero no toca–discos e, motivo dos motivos, corpo em forma de
violão, como se dizia. Entre a minha casa e a dela havia um muro. Na época da
antiga vizinha, velha, feia, engraçada, amiga que eu visitava sempre, costumava
pular nosso muro para encurtar caminho. Ela não se importava e eu era quase
uma criança. Agora, olhando disfarçadamente a nova vizinha, eu ficava pensando
como seria bom pular o muro outra vez. Mas para essas coisas sou meio covarde.
O muro ficava na área do tanque de lavar roupa. Do lado de lá, ela
cantava com uma voz sensual, inquietante. Meu pai não gostava, sabe–se lá por
quê. Minha mãe também não, pode–se imaginar por quê. Talvez os motivos dele e
dela convergissem para o mesmo ponto, embora diferentes, ponto que era o meu
motivo para gostar tanto daquele canto. A voz ficava equilibrando–se em cima do
muro: "Meu bem, esse seu corpo parece, do jeito que ele me aquece, um
amendoim torradinho". Dava para ouvir minha mãe murmurar: "Sem–vergonha". O
"torradinho" era quase um gemido rouco, talvez ela cantasse de olhos fechados.
De vez em quando umas calcinhas de renda eram penduradas no varal. Minha
mãe não suportava aquilo. Eu tinha vontade de espiar por cima do muro para ver o
que ela estava fazendo, mas para essas coisas sou meio covarde.
Não era casada – a suspeita era geral. Mulher casada procura as
vizinhas, apresenta o marido, pede uma xícara de arroz emprestado. A
independência de Teresa insultava a comunidade solidária de mães, avós e filhas,
sempre se socorrendo com um molhozinho de couve, uma olhadinha no bebê, um
trocadinho para o ônibus. Os homens tinham pouco que fazer naquele quarteirão:
meninos jogando bola na rua, adolescentes trabalhando como office–boys ou
balconistas de dia e estudando à noite, maridos trabalhando de dia e relaxando à
noite com uma cervejinha — todos desejando Teresa. Quando eu voltava do
colégio, perto da meia–noite, via–a no alto do alpendre, esperando o marido, o
amante: o homem. Eu olhava, ela fumava, eu passava, ela ficava. Com a repetição
Teresa já me sorria, mas eu desconfiava do ar zombeteiro dela e nunca acreditei
no sorriso. Tinha vontade de enfrentá–la e perguntar, bem atrevido: está rindo de
mim ou pra mim? Em casa, na frente do espelho, ensaiava o tom, mãos na
cintura. Quando vinha no bonde, de volta do colégio, planejava: hoje eu falo. Mas
nunca consegui. Sou meio covarde para essas coisas.
Uma noite ela assoviou. Usava–se naqueles anos um assovio de
galanteio, de homem para mulher, um silvo curto logo emendado num mais longo,
fui–fuiiiu, que podia ser traduzido em palavras, e até era às vezes, quando a
pessoa queria ser mais discreta, ou quando estava contando que assoviaram para
ela, e nesse caso a garota falava: fulano fez um fui–fuiu pra mim. As mulheres às
vezes usavam o assovio para imitar com certa graça o jeito cafajeste dos homens,
e foi o que Teresa fez naquela noite. Tomei coragem, voltei, abri o portão, subi as
escadas, parei na sua frente no alpendre. Ela vestia um penhoar azul e sorria da
minha ousadia. Eu pretendia parecer desafiador, seguro, dono da situação, mas o
sorriso dela não indicava nada disso. Teresa disse com malícia que o marido
estava para chegar, não seria bom encontrar–me ali. Concentrei–me no papel
tantas vezes ensaiado, respondi que seria ótimo se ele chegasse, que assim eu
poderia explicar que ela havia assoviado, que eu havia subido para tomar
satisfações, que não sou palhaço... Não creio que a representação tenha sido
muito boa: ela continuava sorrindo. Recostou–se na amurada, usando a luz do
alpendre como uma atriz num palco, e sua voz quente convidou: "Ele não vem
hoje. Quer entrar um pouco?" Deveria ter sido mais prudente e recusado, mas
para essas coisas não sou covarde.
Entrei, conversamos sobre o meu futuro e o passado dela. Vem cá ver
minhas fotos, me disse, e eu a segui até um quarto pequeno onde havia uma
grande cama, um guarda–roupa, uma mesinha com um abajur. Senta, ela disse.
Apanhou no guarda–roupa uma caixa e mostrou–me fotografias de quando era
mocinha, cartas apaixonadas de antigos namorados, retratos deles ou de outros
com declarações de amor nas costas e uns versos dedicados a ela pelo namorado
atual. "Ele não é meu marido, não." Eram sonetos copiados de Camões, palavra
por palavra. Amor é ferida que dói e não se sente. Busque amor, novas artes, novo
engenho. Alma minha gentil que te partiste. "Eu não gosto muito dele, mas gosto
que ele me ame assim. Os meus namorados sempre me amaram muito." Tive
ciúmes deles e vontade de contar a ela que os sonetos eram de Camões, mas
para essas coisas sou meio covarde.
A roupa que Teresa vestia nem sempre estava onde deveria estar.
Conversar em cima de uma cama, recostar, mudar o braço de apoio, apanhar
coisas para mostrar, buscar conforto são movimentos que podem impedir um
penhoar azul de cumprir seu papel, mesmo que a pessoa não queira. Quando
chegou a hora de falarmos de nós, disse–lhe que seus olhares e sorrisos me
pareciam zombaria e me deixavam encabulado. Que tinha vontade de perguntar a
ela "o quê que há?", em tom de briga. Que tinha só dezessete (ou dezoito?) anos.
Ela falou que me achava muito sério para minha idade, muito bonitinho também,
que quando ouvia barulho de bonde depois das onze corna para o alpendre para
me ver e que às vezes me olhava por cima do muro. Tive vontade de contar que
sonhava muito com ela. Mas para essas coisas sou meio covarde.
Quase de manhã, pulei o muro que dava para minha casa. Ela me disse
que voltasse outras vezes. Era perigoso e eu deveria ter recusado. Mas para
essas coisas não sou covarde.
O texto acima foi extraído do livro "O ladrão de sonhos e outras histórias", Editora
Ática – São Paulo, 1994, pág. 46
Marque a alternativa CORRETA. No trecho, "Recostou–se na amurada, usando a luz do alpendre como uma atriz num palco, e sua voz quente convidou", o termo em negrito representa a seguinte figura de linguagem:
Um líder que centraliza em sua pessoa o poder de decisão apresenta um estilo de liderança:
Determinada empresa é departamentalizada funcionalmente e possui as diretorias de marketing, de recursos humanos, de produção, de administração financeira e administração de material. As atribuições são definidas para cada diretoria de forma a respeitar os assuntos tradicionais de cada disciplina.
Considerando as informações acima, julgue os itens a seguir.
A definição dos locais de vendas dos produtos fabricados pela empresa é responsabilidade da diretoria de administração de material.
Para crianças, dar é melhor do que receber Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
(Disponível em www.estodoo.com.br)
Além de ser um gesto nobre, dor - em vez de receber - pode também tomar as pessoas mais felizes.
Sobre ele, assinale a afirmação incorreta.
AOCP•
(Fernando Pessoa, A Língua Portuguesa. Adaptado)
O texto discorre sobre um dos aspectos gerais da redação oficial, a saber,
FCC•
Hábitos que contribuem para a organização do trabalho são: