Julgue os itens seguintes, relativos a tipos de estrutura organizacional, natureza e finalidades das organizações formais modernas.

Os órgãos de assessoria da organização em estrutura linha-staff exercem autoridade de linha sobre os colaboradores dos demais setores, com o intuito de alcançar os objetivos organizacionais.

Uma empresa produz andróides de dois tipos: os de tipo V, que sempre dizem a verdade, e os de tipo M, que sempre mentem. Dr. Turing, um especialista em Inteligência Artificial, está examinando um grupo de cinco andróides - rotulados de Alfa, Beta, Gama, Delta e Épsilon -, fabricados por essa empresa, para determinar quantos entre os cinco são do tipo V. Ele pergunta a Alfa: "Você é do tipo M?" Alfa responde mas Dr. Turing, distraído, não ouve a resposta. Os andróides restantes fazem, então, as seguintes declarações:

Beta: "Alfa respondeu que sim".
Gama: "Beta está mentindo".
Delta: "Gama está mentindo".
Épsilon: "Alfa é do tipo M".

Mesmo sem ter prestado atenção à resposta de Alfa, Dr. Turing pôde, então, concluir corretamente que o número de andróides do tipo V, naquele grupo, era igual a

Em relação aos Servidores Públicos Civis da União, é INCORRETO afirmar que têm eles o dever, dentre outros, de
A respeito dos servidores públicos, analise:

I. Os Ministros de Estado serão remunerados por
subsídio fixado em parcela única, com acréscimo
de gratificação e verba de representação.
II. São estáveis após três anos de efetivo exercício os
servidores nomeados para cargo de provimento
efetivo em virtude de concurso público.
III. Os servidores públicos titulares de cargos efetivos
da União serão aposentados compulsoriamente,
aos oitenta anos de idade.
IV. Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade,
o servidor estável será reconduzido ou
reintegrado em outro cargo público.

É correto o que consta APENAS em
Dispõe o artigo 1o do Código Penal: "Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal". Tal dispositivo legal consagra o princípio da
A verdadeira revolução

     Qualquer pessoa da década de 60 sabe: os
anos 60 foram os melhores do século. A gente
nunca ouve alguém dizer que é “da década de
80” ou qualquer outra. Só o pessoal dos anos 60
viveu um decênio inteiro de uma vez. É
verdade que uma pá de novidades apareceu lá
nos anos 60, mas também não vamos exagerar:
eu tinha um estilingue, mas se pudesse optar
teria preferido um videogame. E só pulava mura
para comer goiabas no pé porque as redes de
fast food ainda não tinham chegado ao Brasil.
      De uma coisa eu nunca tive dúvida: foi na
década de 60 que aconteceu a transição entre o
velho e o novo estilo de convivência
corporativa. Também foi lá que os empregados
se deram conta de que “carreira” poderia ser
uma questão de escolha, que tudo provia sem
admitir réplicas nem súplicas.
      Foi nessa fase de ruptura que eu consegui
meu primeiro emprego. Pude observar as
mudanças sem influir nelas, de uma posição no
rodapé do organograma, a de aprendiz de
arquivista (Office boy seria mais charmoso.
Mas o título só surgiu na década de 70). E hoje
acredito que as grandes mudanças no cotidiano
dos empregados nada tiveram a ver com teorias
revolucionárias ou com novas técnicas de
administração de pessoal. Tudo isso foi apenas
o efeito. As verdadeiras causas foram às
pequenas mudanças às quais ninguém deu
muita importância:
      Diploma de datilografia – Durante
décadas, para alguém ser admitido no
escritório, o único requisito era “ser
alfabetizado” (um enorme plus curricular em
um país de analfabetos). Depois veio a
obrigatoriedade de ser diplomado em
datilografia. Mas foi nos anos 60 que se
introduziu a exigência do “algo mais”: o
Certificado de Proficiência Datilográfica. Ele
era concedido aos poucos capazes de bater 150
toques por minuto, com os dedos certos nas
teclas certas. Nas décadas seguintes, os
certificados de proficiência foram sendo
gradativamente substituídos por outros
símbolos mais alegóricos de “algo mais”, sendo
que o atualmente em moda se chama
MBA.(continua)

(Max Gebringer. In: Exame – com adaptações).
De acordo com o emprego das classes de palavras, é correto afirmar que:
De acordo com a classificação dos bens adotada pelo Código Civil brasileiro, é correto afirmar:
Em relação à gestão de processos, julgue os itens que se seguem.

O mapeamento de um processo tem por finalidade propiciar a transição de uma visão estática para um modelo dinâmico que possibilite melhor compreensão do processo.
Atenção: As questões de números 1 a 14  referem-se ao texto
seguinte.

A propósito de uma aranha

Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.

Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.

Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.

A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.

(Virgílio Covarim)
Está adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:
Tal como a chuva caída
Fecunda a terra no estio
Para fecundar a vida.
O trabalho se inventou.
Feliz quem pode orgulhoso
Dizer: - Nunca fui vadio
E se hoje sou venturoso,
Devo ao trabalho o que sou.

Olavo Bilac, O trabalho.
Em "se hoje sou venturoso, Devo ao trabalho o que sou." (v.7-8), há apenas
Poderão os interessados requerer que se declare a ausência
Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil, sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania, será concedido
É certo que se aplica a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de
Assinale a opção que registra ato jurídico que não é caracterizado como penalidade disciplinar aplicável aos servidores públicos. conforme a Lei n.° 8.112/ 90.
O contrato de trabalho caracteriza-se, essencialmente, pelo(a):

Julgue os itens a seguir, relativos a administração de recursos materiais.

De acordo com a classificação ABC, utilizada como método de administração de estoques, incluem-se na categoria C os itens presentes em menor quantidade no estoque.

Julgue os itens a seguir.

I. Se uma pessoa investiu dois quintos de seu capital em uma aplicação com prazo de 90 dias, à taxa de 6,5% ao ano (juros simples), e recebeu R$ 130,00 de juros, então o capital dessa pessoa, antes da aplicação, era superior a R$ 18.000,00.
II. Suponha que um cliente solicite ao banco no qual é correntista um empréstimo de R$ 500,00, pelo qual pagará 10% de juros em um mês. Porém, nessa modalidade de empréstimo, o banco cobra os juros antecipadamente, ou seja, o cliente recebe em sua conta a quantia de R$ 450,00, devendo pagar R$ 500,00 daí a um mês exatamente. Nessas condições, os juros efetivamente pagos pelo cliente serão maiores que 11% ao mês.
III. Suponha que uma editora imprimiu um lote de livros usando os serviços de duas tipografias diferentes – T¹ e T² -, sendo que T¹ imprimiu 70% e T² imprimiu 30% do total do lote. Sabendo-se que 3% dos livros impressos na tipografia T¹ e 2% dos livros impressos na tipografia T² estavam defeituosos do lote é igual a 2,5%.
IV. Considere que uma gravura de forma retangular, medindo 15 cm x 20 cm, deve ser ampliada para 1,2m de largura. Nesse caso, se for mantida a mesma proporção, o comprimento sofrerá uma ampliação superior a 400%.

Estão certos apenas os itens:

Mensalmente, um técnico administrativo elabora relatórios estatísticos referentes à expedição de correspondências internas e externas. Analisando os relatórios por ele elaborados ao final dos meses de setembro, outubro e novembro de 2006, foi observado que:

- do total de correspondências em setembro, 20% eram de âmbito interno;

- em cada um dos meses seguintes, o número de correspondências internas expedidas aumentou 10% em relação às internas expedidas no mês anterior, enquanto que para as externas, o aumento mensal foi de 20%, em relação às externas.

Comparando-se os dados do mês de novembro com os de setembro, é correto afirmar que o aumento das correspondências expedidas

Atenção: As questões de números 1 a 14  referem-se ao texto
seguinte.

A propósito de uma aranha

Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.

Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.

Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.

A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.

(Virgílio Covarim)
Estabelece-se, no primeiro parágrafo, uma comparação direta entre estes dois elementos:

No que tange à aplicação da lei penal, considere:

I. crime cometido no estrangeiro contra a administração pública, por quem está a seu serviço;

II. crime de genocídio, quando o agente for brasileiro ou domiciliado no Brasil;

III. crime cometido no estrangeiro por brasileiro, que não é punível no país em que foi praticado.

Dentre os crimes acima, ficam sujeitos à lei brasileira os indicados APENAS em

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