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Nada por aqui
A política cultural da Prefeitura de Belo Horizonte, desde 1993, orientase por quatro diretrizes básicas:
I. Estender os chamados direitos culturais, ampliando o acesso de toda a população à produção e ao consumo de cultura, garantir a preservação da memória social, bem como facilitar a participação popular nas decisões da política cultural.
II. Articular os programas sociais e culturais da administração municipal, promovendo o desenvolvimento integral de crianças e jovens envolvidos com a ação pública do município.
III. Descentralizar a ação cultural, instalando e fazendo a manutenção de centros culturais regionais, além de valorizar as manifestações culturais locais.
IV. Incentivar e estimular a qualificação da produção cultural, viabilizando empreendimentos culturais estáveis e duradouros.
Para colocar em prática essas diretrizes, a Fundação Municipal de Cultura estabeleceu ações, a saber:
Todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Dizer que uma televisão tem 20 polegadas significa que a diagonal da tela mede 20 polegadas. Quantas telas de 20 polegadas cabem, no máximo, sem superposição, numa tela de 60 polegadas?
O passo do guarda municipal Francisco mede, em média, 75cm, e o da psicóloga Cleide, 60cm. Num percurso de 300m, o número de passos que o guarda municipal dá a menos que a psicóloga é:
Texto I
A violência que bate à porta (fragmento)
Segundo dados do Relatório Mundial 2019, divulgados recentemente pela ONG Human Rights Watch, 64 mil homicídios aconteceram no Brasil em 2017. São dois mil a mais que em 2016. Este crescimento não foi freado em 2018, pelo contrário. Os dados já apresentados por Ongs e Instituições mostram que o número de assassinatos segue crescendo a passos largos. O crime, cada vez mais, sai da marginalidade e assola toda a sociedade, sem distinguir classes sociais. Estados pararam nos últimos meses (Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Ceará, e por aí vai) na mão de criminosos e a população se vê à mercê desta realidade que bate à porta.
O retrato atual é esse e os noticiários teimam em nos lembrar que o filho morto hoje pode ser o nosso amanhã. Esta sensação de insegurança aumenta a busca por segurança privada. A Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), afirma que houve um crescimento nas residências que investiram em sistemas de segurança nos últimos 12 meses.
Mas quem deve cuidar da segurança do cidadão? E quem não tem dinheiro para investir em sistemas? É protegido por quem?
Os sistemas privados de segurança servem para inibir a ação de criminosos, mas isto não pode ser a única solução. O Estado precisa ser cobrado e deve agir. Para deter o crime organizado, é necessário muito mais esforço público do que portões e muros altos.
Marco Antônio Barbosa
Hoje em Dia, 01/03/2019 (Extraído e adaptado de: hojeemdia.com.br/opinião)