Questões de Concursos

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A implementação de políticas educacionais inclusivas deve integrar uma abordagem holística que abranja a formação de uma rede de apoio interdisciplinar. Essa rede deve incluir não apenas intérpretes de Libras altamente qualificados, mas também psicopedagogos e uma gama diversificada de profissionais especializados, como terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e consultores educacionais. Essa equipe multidisciplinar é essencial para abordar de maneira abrangente as necessidades multifacetadas dos alunos surdos, assegurando um suporte robusto e personalizado que facilite o pleno desenvolvimento acadêmico, social e emocional desses estudantes, e promovendo uma verdadeira equidade e acessibilidade no ambiente educacional.

Analise as afirmativas a seguir:

I. O sistema linguístico de natureza visual-motora da Libras possui uma estrutura gramatical própria e constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
II. É vedado às organizações concessionárias de serviços públicos brasileiros buscar formas institucionalizadas de apoiar o uso e a difusão da Língua Brasileira de Sinais – a Libras.

Marque a alternativa CORRETA:
Comunidades de surdos

or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).

As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.

Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.

A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.

Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.

Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
Leia o texto 'Comunidades de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto sugere que há pessoas surdas que utilizam os termos “deficiente auditivo” ou “D.A.”, por exemplo, apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.

II. O texto procura destacar que a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos.

Marque a alternativa CORRETA:
Comunidades de surdos

or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).

As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.

Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.

A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.

Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.

Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
Leia o texto 'Comunidades de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto leva o leitor a entender que existem surdos que não gostam de ser identificados dessa forma, como há os que não se opõem a essa nomenclatura.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, por não conseguir vocalizar, um surdo não consegue utilizar a língua de sinais e não consegue expressar seus pensamentos de outras formas.

Marque a alternativa CORRETA:
Assinale a opção FALSA.
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O trabalho em equipe dos intérpretes de Libras transcende o simples revezamento durante a interpretação, incorporando um sistema de apoio contínuo, em que o intérprete em posição de suporte mantém uma vigilância ativa e constante, pronto para intervir e auxiliar o colega ativo, conforme necessário. Essa dinâmica colaborativa garante não apenas a fluidez e a precisão da interpretação, mas também a mitigação de potenciais lapsos comunicativos, permitindo uma resposta imediata a eventuais dificuldades ou interrupções, e promovendo um ambiente de trabalho sinérgico, que otimiza tanto a eficiência quanto a resiliência dos intérpretes frente às demandas cognitivas e físicas intensas da profissão.
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A integração de tecnologias assistivas, incluindo aplicativos e plataformas digitais avançadas, no ensino de Libras, é crucial para superar desafios históricos e contemporâneos da educação de surdos. Essas ferramentas não apenas facilitam a aprendizagem ao proporcionar um ambiente interativo e acessível, mas também abordam as barreiras linguísticas e culturais resultantes de décadas de políticas educacionais que negligenciaram a inclusão plena da Língua de Sinais, promovendo uma reestruturação pedagógica e metodológica essencial para a inclusão e o desenvolvimento acadêmico dos alunos surdos.
A soletração rítmica em Libras é um fenômeno que ocorre em alguns sinais, a depender da variedade linguística.
Assinale a alternativa que indica corretamente um sinal conhecido na comunidade surda com essa propriedade rítmica.
A história dos intérpretes educacionais registra que, muitos deles, inicialmente, vinham de ambientes religiosos variados, o que exigia um processo de desconstrução, que consistia em:
Durante uma interpretação de uma fala em sala de aula, quando o intérprete percebe que não sabe determinado termo, deve, nesse caso:

A formação profissional do tradutor e intérprete de Líbras - Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de, EXCETO:

Na escola, espera-se que a criança possa encontrar interlocutores na língua que a respeitam em sua diferença, e um ou vários adultos, onde terá a possibilidade de construir suas relações comunicativas. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
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