Questões de Concursos
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Nada por aqui
Conheça a Canção da ESA e dê o que se pede:
Canção da ESA
Somos um corpo de Infantes
Nós vivemos de cívicos momentos.
Com galhardia
Somos soldados vibrantes:
Nós formamos na Escola de Sargentos
Infantaria
Avante, avante, ó ESA,
Para a grandeza do porvir !
Nossa cartilha a glória reza,
Para batalha devemos ir !
Somos um corpo aguerrido
Nós fazemos vanguarda aos regimentos
Com ufania
Somos um grupo em sentido
Nós formamos na Escola de Sargentos
Cavalaria!
Avante, avante....
Somos um corpo troante:
Nós lançamos metralha nos momentos
Da atroz porfia
Somos um grupo vibrante
Nós formamos na Escola de Sargentos
Artilharia !
Avante, avante...
Somos um corpo adestrado:
Das outras armas guiando os movimentos,
Com alegria.
Somos um grupo ajustado:
Nós formamos na Escola de Sargentos
Engenharia.
Avante, avante,...
Somos um corpo presente:
Facilitando da tropa os movimentos
Com as ligações.
Nosso soldado é valente:
Nós formamos na Escola de Sargentos
Comunicações
Avante, avante,...
Marque a alternativa que apresente equivalência semântica ao léxico abaixo destacado:
galhardia – aguerrido – atroz – porfia – ufania – porvir
TEXTO III
[...]
Não há morte. O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é a condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra.
Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição.
A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas.
Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.
[...]
DE ASSIS, M. Quincas Borba. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/INL, 1976. (Fragmento).