O alfabeto manual é utilizado pelos usuários da língua de
sinais para soletrar manualmente as palavras da língua oral.
O alfabeto manual utilizado no Brasil é um
A Tecnologia Assistiva é um conjunto de ferramentas,
serviços, estratégias e práticas que possibilitam às pessoas
com deficiência ter o acesso a atividades do dia a dia,
promovendo mais autonomia para o usuário. Tal tecnologia
é garantida pela Lei nº 13.146/2015, ou Lei Brasileira de
Inclusão (LBI). É exemplo de Tecnologia Assistiva para
alunos surdos no ambiente escolar:
As relações de poder, imbricadas na história da educação
dos surdos, foi marcada pelo “ouvintismo”, em que os
ouvintes definiam o que era melhor para os surdos. Essa
relação de poder pode ser observada nas abordagens
educacionais para surdos utilizadas no decorrer da história,
mais especificamente, na abordagem
As metodologias ativas são métodos de ensino que
incentivam o aluno a ter papel mais ativo na sua própria
aprendizagem. Nesse sentido, para o ensino de Libras como
segunda língua para alunos ouvintes, é necessário
A Lei nº 14.191/2021 altera a Lei nº 9.394/1996 (LDB - Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para dispor
sobre a modalidade de educação bilíngue de surdos. Em
consonância com tais leis, a educação bilíngue para surdos
torna-se uma modalidade de ensino que deve ser aplicada
em
Na língua de sinais, a construção linguística é produzida
pelas mãos, utilizando-se um conjunto de parâmetros
composto por 5 elementos (configuração de mão, ponto de
articulação, orientação, movimento e expressão facial e/ou
corporal), os quais podem ser comparados aos fonemas ou
morfemas das línguas orais. O conjunto de sinais que
apresentam a mesma configuração de mão é
Com relação ao ensino da modalidade escrita da Língua
Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas, o
Decreto nº 5.626/2005 estabelece que este deve ser incluído
como disciplina curricular nos cursos de formação de
professores para a educação infantil e para os anos iniciais
do ensino fundamental, de nível médio e superior, bem como
A datilologia utilizada para soletrar nomes próprios ou
palavras que não tenham sinais, geralmente funciona como
um “coringa” para os ouvintes que estão aprendendo a
Libras, e, por isso, deve ser trabalhada pelo professor tanto
na sua forma produtiva (expressiva) como na receptiva
(compreensão). Em contextos de ensino de Libras como
segunda língua para ouvintes, deve-se
Na Libras, assim como em outras línguas de sinais, os
classificadores são formas linguísticas representadas por
configurações de mãos que retratam objetos, pessoas e
animais, e servem como marcadores de concordância. Com
relação à sua tipologia, uma representação mimética ou
visual-geométrica mostrando o objeto sendo manipulado
denomina-se classificador
Assim como nas línguas orais, as línguas de sinais também
apresentam especificidades e se utilizam de metáforas. Na
Libras, é possível utilizar metáforas orientacionais, icônicas
e ontológicas. As metáforas orientacionais são aquelas que
dão a um conceito uma orientação espacial. É exemplo de
metáfora orientacional a utilização do sinal de
A escrita de sinais é fundamental para que se possa fazer
registros históricos da evolução linguística, dos traços
culturais e das identidades da comunidade surda. Sobre a
forma de escrita de sinais denominada de SignWriting,
criada nos Estados Unidos em 1974 por Valerie Sutton,
podemos afirmar que é um
Uma escola da rede regular de ensino recebe uma criança
surda de cinco anos que apresenta surdez bilateral congênita
de grau profundo. Trata-se de uma criança surda de pais
ouvintes e que não adquiriu a língua de sinais como primeira
língua.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Para iniciar o processo de escolarização dessa criança, a
escola deverá
Conforme consta nos Referenciais para o ensino de Língua
Brasileira de Sinais como primeira língua na Educação
Bilíngue de Surdos, além da educação básica, alunos
surdos, surdocegos, pessoas surdas com outras
deficiências associadas e pessoas com deficiência auditiva
que se comunicam por meio da Libras têm o direito de
acesso aos conteúdos acadêmico-científicos no âmbito do
Ensino Superior em Libras. Nessa perspectiva, a proposta
de Libras como L1, para esse público, tem como função
A modalidade de educação bilíngue/bicultural do surdo
compreende a surdez como uma condição e como um
aspecto cultural, considerando que existem dois contextos
linguísticos: o da língua de sinais e o da língua oral. De
acordo com, o Decreto nº 7.611/2011, para atender um
aluno surdo, é necessário promover um conjunto de
atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos
organizados institucional e continuamente por meio do
No sistema de flexão verbal da Libras, há o parâmetro
direcionalidade, que é um marcador de flexão de pessoa do
discurso. Por exemplo, quando se diz em Libras
“1sPERGUNTAR2s”, a direção do movimento marca quem é
o emissor e quem é o receptor, que, nesse caso, é:
A abordagem educacional da comunicação total advoga o
uso de todos os meios que possam facilitar a comunicação,
desde a fala sinalizada, passando por uma série de sistemas
artificiais, até os sinais (Capovilla, 2000). Constitui-se,
portanto, característica dessa abordagem educacional a
A Lei nº 13.146/2015, conhecida como a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência, considera como
tecnologia assistiva ou ajuda técnica os produtos,
equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias,
estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a
funcionalidade relacionada à atividade e à participação da
pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida,
visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida
e inclusão social. Com base nessa definição, constitui
tecnologia assistiva, capaz de promover a acessibilidade
linguística da pessoa surda
Os aspectos linguísticos da Libras contam com elementos
que constituem os parâmetros da língua, a saber:
configuração de mão, ponto de articulação, orientação da
palma da mão, movimento, expressão corporal e/ou facial.
Os parâmetros da Libras estão adequados em: