Buckingham (2010) observa que a escola enfrenta desafios cada vez mais amplos diante das mídias digitais,
sendo que “uma questão-chave [...] concerne ao seu
papel no enfrentamento das desigualdades de acesso à
tecnologia surgida na sociedade”. Para o autor, acesso,
nesse sentido, deve ser pensado como
Libâneo (1992) descreve uma das tendências pedagógicas na prática escolar: ela “sustenta a ideia de que a
escola tem por função preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, de acordo com as aptidões
individuais. Para isso, os indivíduos precisam aprender a
adaptar-se aos valores e às normas vigentes na sociedade de classes, através do desenvolvimento da cultura
individual”. Trata-se da tendência
“Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um
ser condicionado mas, consciente do inacabamento, sei
que posso ir mais além dele”, afirma Paulo Freire (1996).
Para o autor, essa é a diferença profunda entre
Leia o excerto a seguir, adaptado de Paro (2001):
Se entendermos _____________ nesse sentido mais elevado de mediação para a construção e exercício da liberdade social, englobando todos os meios e esforços que se utilizam para concretizar o entendimento entre grupos e pessoas, a partir de valores construídos historicamente, podemos dizer que essa dimensão social dos objetivos da escola se sintetiza ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
Se entendermos _____________ nesse sentido mais elevado de mediação para a construção e exercício da liberdade social, englobando todos os meios e esforços que se utilizam para concretizar o entendimento entre grupos e pessoas, a partir de valores construídos historicamente, podemos dizer que essa dimensão social dos objetivos da escola se sintetiza ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
Luckesi (1998) problematiza um conceito que se configura “pela observação, obtenção, análise e síntese dos
dados ou informações que delimitam o objeto ou ato com
o qual se está trabalhando”. Por isso, “encerra-se no momento em que o objeto ou ato de investigação chega a
ser configurado, sinteticamente, no pensamento abstrato, isto é, no momento em que se chega à conclusão que
tal objeto ou ato possui determinada configuração”. Esse
conceito criticado pelo autor é o de
De acordo com Fleuri (2009), a inclusão de pessoas com
diferentes possibilidades e limites nos processos educativos exige, além do atendimento às necessidades individuais, práticas e contextos que promovam a manifestação polifônica e reconhecimento polissêmico, crítico e
criativo entre todos. Nesses contextos, o educador precisa favorecer que os sujeitos “se reconheçam e se auto-
-organizem em relação de reciprocidade entre si e com
o próprio ambiente sociocultural”, assumindo a tarefa de
prever e preparar recursos capazes de
De acordo com León (in Freitas, 2005), os conceitos de
adolescência e juventude correspondem a
Leia o texto para responder à questão.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que está reescrito em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula o
seguinte trecho do 4o
parágrafo: “Os dados colocaram o
Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.”
Leia o texto para responder à questão.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada
no seguinte trecho do texto:
Ivic (2010) afirma que “a sociabilidade da criança é o ponto de partida de suas interações sociais com o entorno”.
O autor destaca como ponto essencial da concepção
Vygotskyana o papel construtivo no desenvolvimento atribuído à interação social. Esse aspecto diz respeito à tese
central de Vygotsky sobre
Leia o texto para responder à questão.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
No 1o
parágrafo do texto, a autora apresenta
Leia o texto para responder à questão.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
No trecho do 4o
parágrafo “... os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho.” a expressão
destacada pode ser substituída, preservando seu sentido
bem como a norma-padrão da língua portuguesa, por:
A respeito do tema da violência na escola, Abramovay
(2012) afirma que a escola
Ao caracterizar o letramento como um continuum,
Mortatti (2004) entende que ele
Leia o texto para responder à questão.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
A partir das informações do texto, pode-se afirmar que
Almeida e Silva (2018) afirmam que “o Currículo é o espaço programado onde se exerce o afeto escolar”. Os
autores entendem esse afeto no sentido de ser
Uma equipe escolar está rediscutindo seu Projeto Pedagógico (PP), buscando torná-lo mais expressivo para a
comunidade. Para isso, fizeram a leitura compartilhada
do texto de Giglio (2006) e encontraram um trecho especialmente convergente com o que a equipe quer. Nele,
apresenta-se o PP de um ponto de vista legal, observando que o documento “institui um lugar de visibilidade para
a escola no conjunto do sistema tornando-a oficialmente
portadora de uma identidade singular”. A equipe compreendeu acertadamente que essa identidade singular se
deve à operação que dá materialidade ao PP, na medida
em que provoca
Técnica aplicada nas atividades de expressão dramática,
em dois momentos: primeiro, um ou mais alunos criam
uma cena a partir de um tema, situação, personagem
etc.; segundo, eles próprios elaboram um roteiro da cena,
a ensaiam e a apresentam aos espectadores.
Para Reverbel (1996), o excerto define
Para Reverbel (1996), o excerto define
O artigo 28 da Lei no
13.146/2015 (Estatuto da pessoa
com deficiência) estabelece algumas incumbências ao
poder público. Uma delas busca especificamente “ampliar habilidades funcionais dos estudantes, promovendo
sua autonomia e participação” por meio de