O ensino de História do Brasil levará em conta as
contribuições das diferentes culturas e etnias para a
formação do povo brasileiro, especialmente das
matrizes
As instituições públicas e privadas que ministram
educação profissional deverão, obrigatoriamente,
oferecer cursos profissionais de nível básico à pessoa
com deficiência, condicionando a matrícula
Como os componentes Educação Física e Arte
deverão ser objetivados entre o 1º e o 5º ano do ensino
fundamental?
À luz da teoria piagetiana, o desenvolvimento
psicossocial da criança está subordinado ao
O portal G1 publicou matéria, em setembro de
2023, que apresentou importantes informações sobre a
educação sexual nas escolas. Orienta-se neste texto, que
a abordagem deste ensino precisa ser sempre lúdica e,
para exemplificar, apresentou-se o exemplo de uma
prática desenvolvida em uma escola em Caxias do Sul
(RS), por professoras que realizaram uma atividade
divertida para ensinar as crianças de 3 a 10 anos,
denominada “semáforo do toque”. A atividade utilizou-se de bonecos e as docentes mostraram quais partes do
corpo recebem o “sinal vermelho” – são os órgãos
genitais, que só podem ser tocados pelos pais e mães,
por exemplo, como na hora do banho. “A gente explica
quem pode mexer ali na hora de ajudar na higiene, para
eles terem noção de privacidade e de autocuidado”,
explicou uma psicóloga e orientadora educacional dos
anos iniciais da escola. Outra orientação é que
atividades de educação sexual sejam feitas pela escola
desde que comunicadas previamente para as famílias
dos alunos. No caso do “semáforo do toque”, por
exemplo, “os pais ficaram tranquilos quando viram que
nada daquilo despertaria para o sexo, e sim ajudaria na
prevenção”, diz a professora Fernanda.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/09/15/educacao-sexual-na-escola-pode-evitar-casos-de-abuso-saiba-oque-as-criancas-devem-aprender.ghtml. Acesso em 21/9/2024.
Ao realizar uma atividade dentro dos moldes apresentados no texto acima, na forma de projeto de trabalho dos trabalhadores e trabalhadoras da escola, seja ela multidisciplinar, interdisciplinar, transdisciplinar ou com temas transversais, pode-se indicar, sem prejuízo a outras propostas de construção dos objetivos, que um dos objetivos deste projeto de educação sexual para crianças de 3 a 10 anos de idade identifica-se com:
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/09/15/educacao-sexual-na-escola-pode-evitar-casos-de-abuso-saiba-oque-as-criancas-devem-aprender.ghtml. Acesso em 21/9/2024.
Ao realizar uma atividade dentro dos moldes apresentados no texto acima, na forma de projeto de trabalho dos trabalhadores e trabalhadoras da escola, seja ela multidisciplinar, interdisciplinar, transdisciplinar ou com temas transversais, pode-se indicar, sem prejuízo a outras propostas de construção dos objetivos, que um dos objetivos deste projeto de educação sexual para crianças de 3 a 10 anos de idade identifica-se com:
Qual categoria conceitual é definida como a
capacidade individual de formular, empregar e
interpretar a matemática em uma variedade de
contextos? “Isso inclui raciocinar matematicamente e
utilizar conceitos, procedimentos, fatos e ferramentas
matemáticas para descrever, explicar e predizer
fenômenos. Isso auxilia os indivíduos a reconhecer o
papel que a matemática exerce no mundo e para que
cidadãos construtivos, engajados e reflexivos possam
fazer julgamentos bem fundamentados e tomar as
decisões necessárias.” (PISA, 2012). Como
preconizado na Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), é por meio da objetivação deste conceito que
se pode assegurar aos alunos a possibilidade de
“reconhecer que os conhecimentos matemáticos são
fundamentais para a compreensão e a atuação no
mundo e perceber o caráter de jogo intelectual da
matemática, como aspecto que favorece o
desenvolvimento do raciocínio lógico e crítico, estimula
a investigação e pode ser prazeroso (fruição)”
(BRASIL, 2017, p. 266).
Para Nereide Saviani (2012, p. 73) “A criança,
desde a mais terna idade, apresenta-se disposta aexplorar o seu meio e, disponível a tudo o que a
coloque como parte dele, responde prontamente a todos
os estímulos. Assim as atividades que lhe mostram
diferentes sons, imagens, movimentos, odores,
impressões táteis, as palavras que lhe são ditas, o
sorriso, o afeto, a higiene, a alimentação – tudo isso,
conjugado – constituem um amplo e profundo processo,
o de apresentar à criança o mundo humano, ajudá-la a
nele agir/interagir e, assim, torná-la humana. Tal
processo, tornando-se cada vez mais complexo, permite
a apropriação progressiva, dos múltiplos elementos
culturais, contando, para isso, com a disponibilidade da
própria criança. Tudo ela quer ver, ouvir, pegar, falar,
fazer, saber. E gosta de ter acesso a tudo, alegra-se com
o mundo que vai descobrindo. No entanto, somente
consegue na interação, na comunicação com os
indivíduos mais experientes”. A posição da autora
condensa postulados da teoria psicológico histórico-cultural e da pedagogia histórico-crítica. Para ir ao
encontro desse pensamento sobre a infância, de acordo
com tais teorias, deve-se, do ponto de vista curricular,
na educação infantil:
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB), as instituições de ensino
dos diferentes níveis classificam-se nas seguintes
categorias administrativas:
O Art. 210 da Constituição Federal de 1988
determina que o ensino fundamental regular será
ministrado em língua
Ana Teberosky defendeu a importância dos nomes
próprios no processo de alfabetização de crianças. Para
essa pensadora construtivista, o “conhecimento do
próprio nome tem duas consequências importantes: em
primeiro lugar, é uma escrita ‘livre de contexto’, quer
dizer, uma escrita de interpretação estável, que não
depende das vicissitudes do contexto, e, em segundo
lugar, é uma escrita que facilita uma informação sobre a
ordem não aleatória dentro do conjunto de letras”
(TEBEROSKY, 2008, p. 34). A partir dessa defesa, se
constitui uma das clássicas propostas de trabalho
pedagógico com os nomes, que pode ser sintetizada da
seguinte maneira:
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) garante ao aluno regularmentematriculado em instituição de ensino pública ou
privada, de qualquer nível, desde que se apresente
prévio e motivado requerimento, que este possa
ausentar-se de prova ou de aula marcada para dia em
que, segundo os preceitos de sua religião, seja vedado o
exercício de tais atividades, devendo-se-lhe atribuir, a
critério da instituição e sem custos para o aluno, uma
alternativa a ser prestada que substituirá a obrigação
original para todos os efeitos, inclusive mediante a
regularização do registro de frequência. Julgue as
assertivas a seguir acerca das prestações alternativas
que devem ser disponibilizadas para que uma delas
possa ser aplicada no caso referido neste enunciado. Em
seguida, marque a alterativa correta.
I. Prova ou aula de reposição, conforme o caso, a ser realizada em data alternativa, no turno de estudo do aluno ou em outro horário agendado com sua anuência expressa.
II. Trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino.
III. Compensação da falta mediante apresentação de certificado de atividade complementar ou extracurricular. Neste caso o aluno terá prazo de dois meses para apresentar o certificado a fim de ter o seu registro de frequência regularizado.
I. Prova ou aula de reposição, conforme o caso, a ser realizada em data alternativa, no turno de estudo do aluno ou em outro horário agendado com sua anuência expressa.
II. Trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino.
III. Compensação da falta mediante apresentação de certificado de atividade complementar ou extracurricular. Neste caso o aluno terá prazo de dois meses para apresentar o certificado a fim de ter o seu registro de frequência regularizado.
Por força de norma específica, a organização
curricular da educação brasileira deve contar com um
bloco pedagógico ou um ciclo sequencial não passível
de interrupção, voltado para ampliar a todos os alunos
as oportunidades de sistematização e aprofundamento
das aprendizagens básicas, imprescindíveis para o
prosseguimento dos estudos. Este bloco pedagógico
remente
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
institui um direito que consiste na inviolabilidade da
integridade física, psíquica e moral da criança e do
adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da
identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças,
dos espaços e objetos pessoais. Este é o direito