A Constituição Federal brasileira de 1934, que tratou pela primeira vez no Brasil de Direito de Trabalho (art.121), ao garantir a liberdade sindical, isonomia salarial e outros direitos ao trabalhador, foi influenciada
É assim extremamente simples a estrutura social da colônia no primeiro século e meio de colonização. Reduz-se em suma a duas classes: de um lado os proprietários rurais, a classe abastada dos senhores de engenho e fazenda; doutro, a massa da população espúria dos trabalhadores do campo, escravos e semi livres. Da simplicidade da infraestrutura econômica – a terra, única força produtiva, absorvida pela grande exploração agrícola – deriva a da estrutura social: a reduzida classe de proprietários e a grande massa, explorada e oprimida. Há naturalmente no seio desta massa gradações, que assinalamos. Mas, elas não são contudo bastante profundas para se caracterizarem em situações radicalmente distintas.
Caio Prado Jr., Evolução política do Brasil. 20ª ed. São Paulo: Brasiliense, p.28-29, 1993 [1942].
Neste trecho, o autor observa que, na sociedade colonial,
(Uneb-BA) Leia atentamente os relatos a seguir:
"O pintor que trabalha rotineira e apressadamente, sem compreender as coisas, é como o espelho que absorve tudo o que encontra diante de si, sem tomar conhecimento".
“Experiência, mãe de toda a certeza”
“Só o pintor universal tem valor”
São trechos de Leonardo da Vinci, personagem destacada do Renascimento. Neles, o autor exalta compreensão, experiência, universalismo, valores que marcaram o:
(Iuri Lapa, O Haiti é aqui?. Revista de História da Biblioteca Nacional, 03.03.2010)
O clima instaurado na ocasião tinha origem
I A opção pelas capitanias foi determinada por vários fatores, entre eles o fato de Portugal já ter experiência com esse sistema, pois já havia utilizado anteriormente nas suas ilhas do Atlântico.
II Como Portugal não tinha condições financeiras para implantar um sistema administrativo em sua colônia, resolveu transferir o ônus da colonização para particulares, através do sistema de capitanias.
III A relação jurídico-política entre o rei de Portugal e os capitães (donatários) ficou estabelecida em dois documentos básicos: Carta de Doação e Carta Foral.
IV Entre as causas que levaram ao fracasso da maioria das capitanias, podem ser citados: os ataques indígenas, a falta de recursos de alguns donatários, as dificuldades de comunicação entre as Capitanias e Portugal.
Assinale a alternativa correta:
deseja? Vir a ser alguma coisa”. (SIEYÈS, Emmanuel Joseph. Qu est-ce que le Tiers-État. 1789).
A Revolução Francesa apresentou diversas fases cujos resultados foram também diversos. No campo, onde
se concentrava a maior parcela do Terceiro Estado, a Revolução trouxe importantes transformações, entre
as quais podemos destacar CORRETAMENTE:
Esteve relacionado com as causas da Revolta de Beckman a(o)(s)
Leia as afirmações abaixo referentes à colonização das Américas e assinale a única alternativa correta.
I – Os primeiros colonos tinham diversas origens e condições sociais: degredados, mulheres para serem leiloadas como esposas, órfãos, camponeses sem terra, grupos religiosos fugidos da perseguição de que eram vítimas na Europa.
II – O modelo de colonização consistia em conceder a um colono o direito de escravizar certo número de indígenas para fazê-los trabalhar na exploração de ouro, na agricultura ou em serviços domésticos.
III – Houve preferência, desde cedo, à produção agrícola de larga aceitação na Europa, como o fumo, o algodão e o anil, em grandes propriedades monocultoras e com utilização de mão de obra escrava.
IV – Era ideia entre boa parte dos colonos a visão de Calvino, para quem o ócio é pecado e enriquecer trabalhando é indício de que o indivíduo seria salvo.
V – Nos primeiros contatos, os astecas pensaram que os colonizadores eram deuses e os presentearam com ouro.
VI – Os colonos viam o trabalho como coisa para etnias consideradas inferiores.
Pode-se afirmar que
(Mendonça, Sonia Regina de.A industrialização brasileira . São Paulo:Moderna, 2004. p. 126).
Entre as proposições abaixo, identifique aquela que melhor expressa a da Era FHC.
Em fevereiro do ano seguinte, anunciou a adoção de um plano econômico que provocou impacto imediato em toda a sociedade, pois
"(...) as exigências do burguês foram delineadas na famosa Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789. Este documento é um manifesto contra a sociedade hierárquica de privilégios nobres, mas não um manifesto a favor de uma sociedade democrática e igualitária". [HOBSBAWN, Eric. A era das revoluções. Trad. Maria Tereza Teixeira & Marcos Penchel. 2 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979, p.77.]
Na Revolução Francesa, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, promulgada a 26 de agosto de 1789, um documento de alcance universal e baseado nos princípios do liberalismo, foi um marco na história do pensamento político ocidental, devendo ser compreendido na conjuntura histórica de profundas transformações européias a partir da segunda metade do século XVIII que culminaram com a crise do Antigo Regime.
As afirmativas QUE SE RELACIONAM ao tema são:
I. A promulgação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão correspondeu a primeira fase do processo revolucionário francês, quando a participação dos sans-cullotes e dos camponeses na cena política redefiniu o caráter da luta, forçando a abolição dos privilégios nobiliárquicos.
II. A afirmação de que todos os homens devem ter assegurados em lei os direitos sagrados à liberdade, à igualdade, à vida e à felicidade promoveu uma ruptura com a ordem social vigente, demolindo a estrutura estamental do Antigo Regime baseada em critérios conferidos pela tradição.
III. Para os liberais, todos os homens são dotados de paixões em seu estado de natureza, que resultam em desordem, necessitando de uma instância superior - o governo - capaz de assegurar a propriedade privada e controlar os instintos egoísticos do homem em prol do bem comum.
IV. Dentre as conquistas alcançadas pela Revolução Francesa, destaca-se o sufrágio universal, a fim de assegurar a participação
FCC•
Juiz — Entre, Edmund, falei com o seu senhor.
Edmund — Não com o meu senhor, Vossa Excelência, espero ser o meu próprio senhor.
Juiz — Bem, com o seu empregador, o Sr. E..., o fabricante de roupas. Serve a palavra empregador?
Edmund — Sim, sim, Vossa Excelência, qualquer coisa que não seja senhor.
DEFOE, D. apud THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo:
Cia. das Letras, 1998.
Qual alteração nas relações sociais na Inglaterra é registrada no diálogo extraído da obra escrita em 1724?