Questões de Concursos
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Qual evento marcou o início da República Velha?
Para os Impérios Coloniais, o problema das doenças que atingiam os escravos era algo com que deparavam os senhores. Em vista disso, uma série de obras dedicadas à administração de escravos foi publicada com vista a implementar uma moderna gestão da mão de obra escravista em convergência com o iluminismo. Nesse contexto, o saber médico adquiria um papel extremamente relevante. Este era encarado com um instrumento fundamental ao desenvolvimento colonial, dada a percepção do impacto que as doenças tropicais causavam na população branca e nos povos escravizados.
ABREU, J,L.N. A Colônia enferma e a saúde dos povos; a medicina das "luzes" e as
informações sobre as enfermidades da América portuguesa. História, Ciências,
Saúde - Manguinhos, n. 3,jul-set 2007 (adaptado).
De acordo com o texto, a importância da medicina se justifica no âmbito dos objetivos.
Sobre esses conflitos, é CORRETO afirmar:
A Monarquia – Não é por falar mal, mas com franqueza... eu esperava outra coisa.
A República – Eu também!
(Revista FON-FON)
Mudanças políticas alimentaram grandes esperanças, mas as expectativas nem sempre são correspondidas. O diálogo publicado às vésperas do 20º aniversário da República, em 13 novembro de 1909, mostra que nem todos os brasileiros estavam satisfeitos como novo regime.
As insatisfações com a República ocorreram por meio de movimentos populares, durante a primeira década do século XX, na Capital Federal. Esses movimentos foram:
Considere:
(...) nem a generalização do sufrágio direto, nem o self-governement valerão nada sem o primado do Poder Judiciário ? sem que este poder tenha pelo Brasil todo a penetração, a segurança, a acessibilidade que o ponha a toda hora ao alcance do mais humilde e desamparado... o sufrágio direto, sem a generalidade das garantias trazidas pelo Judiciário à liberdade civil do cidadão, principalmente do homem-massa do interior, de nada valerá... estes desamparados e relegados continuarão entregues aos caprichos dos mandões locais, dos senhores das aldeias e dos delegados cheios de arbítrios.
(VIANA, Francisco José de Oliveira. Populações meridionaes do Brasil, 2 ed. São Paulo: Monteiro Lobato e Cia., 1922, s/p. Apud: FRANCO, Raquel Veras. ?A Justiça do Trabalho entre dois extremos?. Disponível em: http://www.tst.jus.br/historia-da-justica-dotrabalho#_ftn15 Acesso em 20 de maio de 2015)
Oliveira Viana, ao expor suas ideias, defendia que
A originalidade do Absolutismo português talvez esteja no fato de ter sido o regime político europeu que melhor sintetizou a ideia do patrimonialismo estatal: os recursos materiais da nação se confundindo com os bens pessoais do monarca.
LOPES, M. A. O Absolutismo: política e sociedade na Europa moderna.
São Paulo: Brasiliense, 1996 (adaptado).
Na colonização do Brasil, o patrimonialismo da Coroa portuguesa ficou evidente
IRBr•
“Já o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está a sua caça.”
Marc Bloch. “A história, os homens e o tempo”, Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001, [primeira edição 1949], p. 54.
O trecho acima é parte do último livro do famoso historiador francês, conhecido como um dos mais criativos e importantes do século XX. Escrita em circunstâncias especiais, a obra pode ser lida como uma espécie de testamento acadêmico de Marc Bloch. O texto, contudo, não chegou a ser finalizado, pois Bloch, que era
judeu, estava preso e fora torturado pela Gestapo — polícia secreta alemã —, sendo fuzilado perto de Lyon no dia 16 de julho de 1944.
Tendo as informações acima como referência inicial, julgue o item subsequente.
Responda de acordo com o texto a seguir as questões 5 a 8:
No Brasil, as duas aspirações - a da independência e a da unidade -- não nasceram juntas e, por longo tempo ainda, não caminharam de mãos dadas. As sublevações e as conjunturas nativistas são invariavelmente manifestações desconexas da antipatia que, desde o século XVI, opõe o português da Europa e o do Novo Mundo. E mesmo onde se aguça a antipatia, chegando a tomar colorido sedicioso, com a influência dos princípios franceses ou do exemplo da América inglesa, nada prova que tenda a superar os simples âmbitos regionais.
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.