(CAMARGO, 2004.)
Em se tratando de métodos científicos, tendo em vista as peculiaridades das ciências humanas e sociais:
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Nada por aqui
Hegel introduz uma noção nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no tempo. Partindo da noção kantiana de que a consciência (ou o sujeito) interfere ativamente na construção da realidade, propõe o que se chama filosofia do devir, do ser como processo, como movimento, como vir-a-ser. Desse ponto de vista, o ser está em constante transformação, donde surge a necessidade de fundar uma lógica que não parta do princípio de identidade, que é estática, mas do princípio de contradição, para dar conta da dinâmica do real.
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ARANHA, M.; ARRUDA, M. Introdução à filosofia.
São Paulo: Moderna, 2009.
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Tendo em vista essas informações, assinale a alternativa que apresenta a nova lógica proposta por Hegel.
A convivência humana exige que todo ser humano viva no mundo com outros seres humanos em uma humanidade compartilhada, por isso a liberdade de cada um é eticamente limitada pela possibilidade de ela poder afetar a vida de outro. Para se ter consciência da própria liberdade, é necessário ter uma visão de alteridade como uma capacidade de olhar:
Immanuel Kant rejeitava as concepções morais da filosofia grega e cristã pelo fato de elas afirmarem que a ação moral se funda em condicionantes como felicidade ou interesse. Tendo esse assunto como referência inicial, julgue o item subsequente, de acordo com as ideias de Kant.
As consequências de uma ação são o que a tornam certa ou
errada.
A questão é que nenhum deus persegue a sabedoria ou deseja tornar-se sábio, pois já o é; e ninguém mais que seja sábio persegue a sabedoria. Nem o ignorante persegue a sabedoria ou deseja ser sábio; nisso, aliás, a ignorância é confrangedora: estar satisfeita consigo mesma sem ser uma pessoa esclarecida nem inteligente. O homem que não se sente deficiente não deseja aquilo de que não sente deficiência. (PLATÃO, 2007, p. 29)
PLATÃO. O banquete. In: MARCONDES, D. (Org.).
Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
De acordo com o texto,
O que seria mais monstruoso do que afirmar que as coisas se tornariam melhores ao perderem todo o Bem? Por isso, se privadas de todo o Bem, deixariam totalmente de existir. Portanto, enquanto existem, são boas. Portanto, todas as coisas que existem são boas, e o Mal que eu procurava não é uma substância, pois se fosse substância seria um bem. Na verdade, ou seria uma substância incorruptível e então seria um grande bem, ou seria corruptível e, neste caso, a menos que fosse boa, não poderia se corromper. Percebi, portanto, e isto pareceu-me evidente, que criastes todas as coisas boas e não existe nenhuma substância que Vós não criastes.
Tu poderias me perguntar então: se a vontade afasta-se do Bem imutável em direção a um Bem mutável, de onde provém esse impulso de mudar? É claro que essa mudança é má, mesmo que o livre-arbítrio, sem o qual não se pode viver, deva ser incluído entre aquilo que é bom. (AGOSTINHO, 2011, p. 63)
AGOSTINHO. Confissões.In: MARCONDES, D. (Org.).
Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011.
Com base na leitura desse fragmento de texto, para Agostinho,
Na Idade Média, a Teoria Estética engajou vários movimentos de acordo com interpretações que faziam da Teoria da Mímesis, tanto de Platão quanto de Aristóteles. Assim, podem-se notar expressões artísticas como a dos artistas maneiristas, que se distinguiram dos cânones da arte clássica ao proporem uma arte que:
I - Procurava imitar a arte clássica e seus ideais de proporção, harmonia e medida.
II - Representavam figuras quase sempre de proporções estranhas, em perspectivas distorcidas, e cheias de detalhes, superando a ideia de modelo perfeito dos clássicos renascentistas.
III - Se aproximava mais do naturalismo, por buscar representar as figuras humanas em situação de tensão emocional, fato esse observado tanto nas pinturas como na escultura desses artistas.
IV - Os artistas do movimento maneirista buscam superar a forma do belo ideal clássico e buscam uma representação artística mais livresca, tal como vai acontecer mais tarde com a arte moderna.
Leia as afirmações acima e marque a alternativa CORRETA: