A respeito da perspectiva dos estruturais-funcionalistas acerca do direito primitivo, julgue o próximo item.
Malinowski estudou a lei e as forças legais com o objetivo de descobrir e analisar as regras, para descobrir a natureza das forças que as unem e para classificar tais regras segundo as maneiras pelas quais foram validadas.
A Constituição Federal de 1988 (CF) apresenta, em sua conformação estrutural, os elementos constitutivos do Estado, quais sejam, a soberania, a finalidade, o povo e o território. Nesse sentido, julgue os itens que se seguem, relacionados a esses elementos.
As capacidades de auto-organização, autogoverno, autoadministração e autolegislação reconhecidas aos estados federados exemplificam a autonomia que lhes é conferida pela Carta Constitucional
Acerca da segurança física e patrimonial de instalações, julgue o item que se segue.
Portaria ou recepção, devido ao fato de ser um local por onde transitam dirigentes, funcionários, visitantes e fornecedores, é considerada um espaço fundamental para a segurança da empresa; por isso as empresas devem dispor de um eficiente processo de identificação e de controle de ingresso de quaisquer pessoas nesse local.
Acerca de interoperabilidade de sistemas, web services e arquitetura e-Ping, julgue os próximos itens.
Na especificação dos padrões de interoperabilidade, o e-Ping adota o princípio de que tráfego de rede nunca pode ser otimizado pelo uso do MPLS (multiprotocol label switching), pois, para ser otimizado, são requeridas pelo menos quatro classes de serviço, o que é inviável de se obter com o MPLS.
De acordo com as normas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, julgue o item a seguir, relativos às demonstrações contábeis.
As notas explicativas que contêm informações sobre a base para a elaboração das demonstrações contábeis e as políticas contábeis específicas podem ser apresentadas como seção separada das demonstrações contábeis.
Atenção: As questões de números 1 a 14 referem-se ao texto
seguinte.
A propósito de uma aranha
Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
(Virgílio Covarim)
Está clara, coerente e correta a redação da seguinte frase:
A aprovação do texto da reforma
administrativa, pela Emenda Constitucional
nº 19/98, alterou diversos dispositivos
disciplinadores da administração pública
brasileira. Em particular, foi extinto(a) o(a):
I. Estabilidade dos servidores
públicos.
II. Regime jurídico único dos
servidores públicos.
III. Paridade (isonomia de vencimentos)
entre os servidores dos diversos
poderes.
IV. Vedação de vinculações ou
equiparações de vencimentos.
Estão certos apenas os itens:
Com respeito ao controle interno e ao externo e à prestação de contas no âmbito da União, julgue os itens subsequentes.
São tipos de auditorias realizadas no setor público federal brasileiro: contábil, operacional, especial, de avaliação da gestão, de acompanhamento da gestão, de programas, de sistemas, da qualidade e integral.
No que se refere ao reino animal, julgue o item subsequente.
Os animais conhecidos popularmente como gambás pertencem ao gênero Didelphis, por sua vez pertencentes à ordem Didelphimorphia. A ordem Didelphimorphia pertence à subclasse Rodentia, classe Mammalia e subfilo Vertebrata.