Questões de Concursos
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Nada por aqui
Uma criança com 20 kg oscila num balanço, de tal modo que a diferença entre as alturas máxima e mínima que ela atinge é de 0,80 m. Na posição de máxima altura, a criança apresenta uma energia potencial 160 J maior que a da posição de mínima altura. A velocidade da criança, quando ela passa pela posição de menor altura, será de
As pilhas são dispositivos que receberam esse nome porque a primeira pilha inventada por Alessandro Volta, no ano de 1800, e era formada por discos de zinco e cobre separados por um algodão embebido em salmoura. Tal conjunto era colocado de forma intercalada, um em cima do outro, empilhando os discos e formando uma grande coluna. Como era uma pilha de discos, começou a ser chamada por esse nome.
Afirma-se que, numa pilha eletroquímica, sempre ocorre
I oxidação no ânodo.
II movimentação de elétrons no interior da solução eletrolítica.
III passagem de elétrons, no circuito externo, do cátodo para o ânodo.
IV uma reação de oxirredução.
São verdadeiras apenas as afirmações estabelecidas em:
Sobre o ciclo celular, é correto afirmar:
A célula é a menor unidade dos seres vivos, sendo constituída, nos seres eucariontes, de membrana, citoplasma e núcleo. No citoplasma, estão localizadas estruturas celulares que podem ou não apresentar membrana. São exemplos de estruturas citoplasmáticas que não possuem membranas:
Analise o texto a seguir:
O IBGE divulgou ontem a segunda estimativa da safra agrícola 2018/2019. Os produtos brasileiros devem colher
61,3 milhões de hectares na safra agrícola de 2018, uma elevação de 0,3 % em relação à área colhida em 2017. Contudo, os três principais produtos agrícolas, responsáveis por 92,9% da produção nacional em 2017, devem apresentar uma relativa queda na produção e redução na área colhida. Safra de 2018 pode cair 5%. Jornal do Brasil, 09 mar. 2018.
Dentre os três principais produtos agrícolas mencionados, encontra-se a (o)
A ansiedade inglesa para sair da Comunidade Europeia contrasta com a demora em realizar a transição para a nova situação. Entende-se essa demora em razão
Fake news could ruin social media, but there’s still hope
by: Guðrun í Jákupsstovu
Camille Francois, director of research and analysis at Graphika, told the audience of her talk at TNW Conference:
“Disinformation campaigns, or fake news is a concept we’ve known about for years, but few people realize how varied the concept can be and how many forms it comes in. When the first instances of fake news started to surface, they were connected with bots. These flooded conversations with alternative stories in order to create noise and, in turn, silence what was actually being said”.
According to Francois, today’s disinformation campaigns are far more varied than just bots – and much harder to detect. For example, targeted harassment campaigns are carried out against journalists and human-rights activists who are critical of governments or big organizations.
“We see this kind of campaigns happening at large scale in countries like the Philippines, Turkey, Ecuador, and Venezuela. The point of these campaigns is to flood the narrative these people try to create with so much noise that their original message gets silenced, their reputation gets damaged, and their credibility undermined. I call this patriotic trolling.”
There are also examples of disinformation campaigns mobilizing people. This was evident during the US elections in 2016 when many fake events suddenly started popping up on Facebook. One Russian Facebook page “organized” an anti-Islam event, while another “organized” a pro-Islam demonstration. The two fake events gathered activists to the same street in Texas, leading to a stand-off.
Francois explains how amazed she is that, in spite of social media being the main medium for these different disinformation campaigns, actual people also still use it to protest properly.
If we look at countries, like Turkey – where there’s a huge amount of censorship and smear campaigns directed at human right defenders and journalists – citizens around the world and in those places still use social media to denounce corruption, to organize human rights movements and this proves that we still haven’t lost the battle of who owns social media.
This is an ongoing battle, and it lets us recognize the actors who are trying to remove the option for people to use social media for good. But everyday you still have people all over the world turning to social media to support their democratic activities. This gives me hope and a desire to protect people’s ability to use social media for good, for denouncing corruption and protecting human rights.
Adapted from:<https://thenextweb.com/socialmedia/2018/05/25/>