De acordo com I.M. Copi, uma dessas falácias de relevância é o Argumentum ad Hominem. Em relação a essa falácia está incorreto afirmar que
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De acordo com I.M. Copi, uma dessas falácias de relevância é o Argumentum ad Hominem. Em relação a essa falácia está incorreto afirmar que
Trazida até o século XIII por uma tradição na história da filosofia, a chamada sindérese é, segundo Tomás, parte responsável pela apreensão dos primeiros princípios da razão prática.
Sobre a sindérese no pensamento de Tomás de Aquino, assinale a alternativa correta.
“Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel em branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? De onde lhe provém este vasto estoque, que a ativa e que a ilimitada fantasia do homem pintou nela com uma variedade quase infinita? De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência.”
(LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex e E. Jacy Monteiro. 2.ed. São Paulo: Brasil Cultural, 1978. p.160. (Coleção Os pensadores)
Sobre o empirismo de John Locke, podemos AFIRMAR:
“Todos os conhecimentos, quer dizer, todas as representações relacionadas a um objeto são ou intuições ou conceitos”
KANT, Imannuel. Lógica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1999, p. 109.
O trecho acima citado mostra uma diferenciação kantiana entre conceitos e intuições. Segundo Kant
John Locke (1632-1704), foi um dos fundadores do chamado “empirismo britânico”, importante linha filosófica dos séculos XVII e XVIII. Ficou famoso por defender a tese de que todas as nossas ideias vêm da experiência e por enfatizar a necessidade de evidências empíricas para a formulação das leis científicas. Ele desenvolveu uma epistemologia empirista e reflexões sobre a compreensão humana, criando teses que influenciaram os empiristas posteriores, como David Hume. Considerando-se a relação entre a Filosofia de Locke e o Empirismo Britânico dos séculos XVII e XVIII, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) De acordo com Locke, as qualidades primárias dos corpos não são, de forma alguma, semelhantes a esses corpos.
( ) A evidência empírica pode mostrar que o princípio da indução é verdadeiro.
( ) Locke aceita a visão de que temos ideias inatas sobre verdades metafísicas.
( ) Locke argumenta que mesmo que existissem verdades particulares com as quais todos os homens concordassem, esse fato não provaria a existência de ideias inatas.
Assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta de cima para baixo.
Coluna 1
1. George Berkeley. 2. René Descartes. 3. John Locke. 4. Marco Aurélio. 5. Tomás de Aquino.
Coluna 2
( ) A tentativa de integrar a fé cristã com os princípios da lógica aristotélica, demonstrando certas verdades divinas pela razão.
( ) Um método para atingir o conhecimento baseado na razão, utilizando a dúvida como ponto de partida para estabelecer verdades fundamentais.
( ) A defesa de que todo conhecimento provém da experiência sensorial, sendo a mente uma “tábula rasa” ao nascer.
( ) Uma filosofia estoica, centrada na harmonia com a razão e no cultivo da virtude como caminho para a felicidade.
( ) Uma visão da realidade em que a matéria é percebida exclusivamente como uma construção da mente, em oposição à existência independente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
(Por: Adriano Padilha. Mestre em Comunicação, Arte e Cultura)
Marque a expressão que completa a visão de Kant.
A Consciência Feliz repele a conexão. A tortura foi reintroduzida como uma coisa normal, mas numa guerra colonial que ocorre na margem do mundo civilizado. E aí ela é praticada com paz de consciência, porque guerra é guerra.
MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1973, p. 92.
Em Ideologia da Sociedade Industrial, Herbert Marcuse apresenta o conceito de “consciência feliz” que reflete o
Que filósofo faz a crítica da ideia de causa e efeito no século XVIII, defendendo que causa e efeito são duas ideias bem distintas entre si, pois nenhuma análise, por mais precisa que seja, pode fazer saber, antecipadamente, o efeito que deriva de determinada causa?
"O silogismo é uma locução em que uma vez certas suposições sejam feitas, alguma coisa distinta delas se segue necessariamente devido à mera presença de suposições como tais. Por ‘devido à mera presença de suposições como tais’ entendo que é por causa delas que resulta a conclusão, e por isso quero dizer que não há necessidade de qualquer termo adicional para tornar a conclusão necessária.”
Em outras palavras, os silogismos são formas lógicas compostas por duas premissas e uma conclusão que se segue das premissas. Um exemplo de silogismo é:
Examine o seguinte raciocínio: “Todos os homens são mortais. Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal”. Os dois primeiros enunciados são as premissas e o último enunciado é a conclusão. Os fatos apresentados (o fato de que todos os homens são mortais e o fato de que Sócrates é homem) servem de evidência para a conclusão. São eles que sustentam a conclusão, não se está discutindo as ideias de Sócrates e sua condição de homem. Estudar o argumento, examinando se ele é válido ou inválido, essa é a tarefa da:
Com base nessa perspectiva e nas articulações entre razão instrumental, racionalidade econômica e crítica filosófica da modernidade, assinale a alternativa correta.
O idealismo transcendental, indica a superação do antagonismo entre racionalistas e empiristas, pois segundo Kant, B 75,
Sem a sensibilidade, nenhum objeto nos seria dado; sem o entendimento, nenhum seria pensado. Pensamentos sem conteúdo são vazios; intuições sem conceitos são cegas.
In: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2001.
Dessa forma, podemos concluir que:
Para Boff (2006), existem muitas morais, tantas quantas culturas e estilos de casa. São diferentes a moral do empresário, que visa o lucro, e a moral do operário, que procura aumento de salário, assim como há as diferentes morais das diferentes profissões. Para o autor, moral é sempre: