Qual a relação entre o Decreto Federal nº 5.626/2005 e a
Lei nº 10.098/2000?
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Leia o texto a seguir.
[...] é reconhecido, na estrutura do MEC, como centro de referência nacional na área da surdez, exercendo os papéis de subsidiar a formulação de políticas públicas e de apoiar a sua implementação pelas esferas subnacionais de Governo. [...] atende estudantes desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, além de apoiar a pesquisa de novas metodologias para serem aplicadas no ensino da pessoa surda e atender a comunidade e os alunos nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social. [...] ainda ajuda a inserir o surdo no mercado de trabalho por meio de ensino profissionalizante e estágios.
Disponível em: <https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2022/institutonacional-de-educacao-de-surdos-comemora-165 anos#:~:text=O%20governo%20imperial%20apoiou%20a,de%20ensino%20ap resentada%20por%20Huet>. Acesso em: 28 ago. 2023.
O texto aborda as funções da primeira escola para surdos no Brasil, fundada em 26 de setembro de 1857. Ela atualmente é reconhecida como
[...] é reconhecido, na estrutura do MEC, como centro de referência nacional na área da surdez, exercendo os papéis de subsidiar a formulação de políticas públicas e de apoiar a sua implementação pelas esferas subnacionais de Governo. [...] atende estudantes desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, além de apoiar a pesquisa de novas metodologias para serem aplicadas no ensino da pessoa surda e atender a comunidade e os alunos nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social. [...] ainda ajuda a inserir o surdo no mercado de trabalho por meio de ensino profissionalizante e estágios.
Disponível em: <https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2022/institutonacional-de-educacao-de-surdos-comemora-165 anos#:~:text=O%20governo%20imperial%20apoiou%20a,de%20ensino%20ap resentada%20por%20Huet>. Acesso em: 28 ago. 2023.
O texto aborda as funções da primeira escola para surdos no Brasil, fundada em 26 de setembro de 1857. Ela atualmente é reconhecida como
Segundo Perlin (2004), “[...] As identidades surdas são
construídas dentro das representações possíveis da cultura
surda, elas moldam-se de acordo com maior ou menor
receptividade cultural assumida pelo sujeito. E dentro dessa
receptividade cultural, também surge aquela luta política ou
consciência oposicional pela qual o indivíduo representa a
si mesmo, se defende da homogeneização, dos aspectos
que o tornam corpo menos habitável, da sensação de
invalidez, de inclusão entre os deficientes, de menos valia
social”. Dentre as identidades surdas, uma se refere aos
surdos que nasceram ouvintes e com o tempo, devido às
diversas circunstâncias da vida, tornaram-se surdos. Eles
utilizam uma percepção visual, passam para sua língua
materna oral e depois realizam a tradução para a língua de
sinais. Essa identidade descrita é denominada
A escrita de sinais é fundamental para que se possa fazer
registros históricos da evolução linguística, dos traços
culturais e das identidades da comunidade surda. Sobre a
forma de escrita de sinais denominada de SignWriting,
criada nos Estados Unidos em 1974 por Valerie Sutton,
podemos afirmar que é um
Como condutores de sua história, os surdos passam a
adentrar nas mais diversas instâncias sociais e nos mais
variados campos de conhecimento como agentes de
produção e não mais, somente, como sujeitos alvo de
estudo. A partir desse movimento inclusivo e de
participação social, surge a necessidade de profissionais
que façam a tradução/interpretação dos discursos
produzidos em língua de sinais e em línguas orais. Tendo
isso em vista, qual é a consequência do movimento
inclusivo e participativo da comunidade surda nas diversas
esferas sociais?
Considerando as mudanças históricas na Educação de
Surdos, como a transição para o modelo inclusivo afeta as
práticas de interpretação e tradução?
A história dos surdos no Brasil teve um período em que as
mãos das crianças surdas eram amarradas, pois
acreditava-se que assim elas desenvolveriam a língua oral.
Essa prática não teve sucesso e aconteceu
O Decreto nº 5.626/2005, considera como pessoa surda
aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage
com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando
sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de
Sinais - Libras. Essa concepção está coerente, conforme
visão de autores como Skliar (1998), Quadros (2004) e Sá
(2006), com qual tipo de visão sobre a surdez?
Leia o texto a seguir.
No Atendimento Educacional Especializado para o trabalho pedagógico com alunos surdos, destacam-se três momentos didático-pedagógicos: Atendimento Educacional Especializado em Libras, Atendimento Educacional Especializado para o ensino de Libras e Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa.
DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento Educacional Especializado: pessoas com surdez. Brasília: MEC/SEESP, 2007. p. 38-46
No momento do Atendimento Educacional Especializado
para o ensino de Libras,
De acordo com Karnopp (2006), “Literatura surda é a
produção de textos literários em sinais, que entende a
surdez como presença de algo e não como falta,
possibilitando outras representações de surdos,
considerando-os como um grupo linguístico e cultural
diferente”. Considerando que a literatura surda está
presente na comunidade surda e é socialmente relevante o
registro dessas histórias, sua importância consiste dentre
outros fatores em
Leia o caso a seguir.
Uma escola da rede regular de ensino recebe uma criança surda de cinco anos que apresenta surdez bilateral congênita de grau profundo. Trata-se de uma criança surda de pais ouvintes e que não adquiriu a língua de sinais como primeira língua.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Para iniciar o processo de escolarização dessa criança, a escola deverá
Uma escola da rede regular de ensino recebe uma criança surda de cinco anos que apresenta surdez bilateral congênita de grau profundo. Trata-se de uma criança surda de pais ouvintes e que não adquiriu a língua de sinais como primeira língua.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Para iniciar o processo de escolarização dessa criança, a escola deverá
Conforme consta nos Referenciais para o ensino de Língua
Brasileira de Sinais como primeira língua na Educação
Bilíngue de Surdos, além da educação básica, alunos
surdos, surdocegos, pessoas surdas com outras
deficiências associadas e pessoas com deficiência auditiva
que se comunicam por meio da Libras têm o direito de
acesso aos conteúdos acadêmico-científicos no âmbito do
Ensino Superior em Libras. Nessa perspectiva, a proposta
de Libras como L1, para esse público, tem como função
Leia o texto a seguir.
São pessoas que possuem graus diferentes de perda sensorial, de visão e de audição, total ou parcial, concomitante. Fazem parte do público da educação bilíngue de surdos aqueles que se comunicam predominantemente pela Libras ou pela Libras tátil. FARIA-NASCIMENTO et al, 2021.
Essa definição compreende os estudantes
São pessoas que possuem graus diferentes de perda sensorial, de visão e de audição, total ou parcial, concomitante. Fazem parte do público da educação bilíngue de surdos aqueles que se comunicam predominantemente pela Libras ou pela Libras tátil. FARIA-NASCIMENTO et al, 2021.
Essa definição compreende os estudantes
A modalidade de educação bilíngue/bicultural do surdo
compreende a surdez como uma condição e como um
aspecto cultural, considerando que existem dois contextos
linguísticos: o da língua de sinais e o da língua oral. De
acordo com, o Decreto nº 7.611/2011, para atender um
aluno surdo, é necessário promover um conjunto de
atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos
organizados institucional e continuamente por meio do
A abordagem educacional da comunicação total advoga o
uso de todos os meios que possam facilitar a comunicação,
desde a fala sinalizada, passando por uma série de sistemas
artificiais, até os sinais (Capovilla, 2000). Constitui-se,
portanto, característica dessa abordagem educacional a
A Lei nº 13.146/2015, conhecida como a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência, considera como
tecnologia assistiva ou ajuda técnica os produtos,
equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias,
estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a
funcionalidade relacionada à atividade e à participação da
pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida,
visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida
e inclusão social. Com base nessa definição, constitui
tecnologia assistiva, capaz de promover a acessibilidade
linguística da pessoa surda
Na perspectiva da educação inclusiva, o processo
educacional tem como objetivo promover o atendimento às
necessidades educacionais especiais de alunos com
deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas
habilidades/superdotação. Para isso, a educação especial
passa a integrar a proposta pedagógica da escola
Brito (1995) separa as unidades mínimas constitutivas dos
sinais em parâmetros primários e parâmetros secundários.
Para a autora, são considerados primários:
Leia o texto a seguir.
A história comum dos Surdos é uma história que enfatiza a caridade, o sacrifício e a dedicação necessária para vencer “grandes adversidades”.
LIMEIRA, Nídia de Sá; apud STROBEL, K. 2009, p. 5. Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/hi storiaDaEducacaoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurd os.pdf>. Acesso em: 12 set. 2023. [Adaptado].
O grupo de sujeitos com costumes, histórias, tradições em comum e com as mesmas peculiaridades, que apreende e compreende o mundo por meio da visão, denomina-se
A história comum dos Surdos é uma história que enfatiza a caridade, o sacrifício e a dedicação necessária para vencer “grandes adversidades”.
LIMEIRA, Nídia de Sá; apud STROBEL, K. 2009, p. 5. Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/hi storiaDaEducacaoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurd os.pdf>. Acesso em: 12 set. 2023. [Adaptado].
O grupo de sujeitos com costumes, histórias, tradições em comum e com as mesmas peculiaridades, que apreende e compreende o mundo por meio da visão, denomina-se
Leia o texto a seguir.
Considerando em exceção de preferência de sinais do que de fala ao integrar o surdo-mudo à sociedade, e em dar-lhe um conhecimento melhor da língua, declara: que o método oral deve ser preferido do que a de língua de sinais para o ensino e na educação dos surdos-mudos.
Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/hi storiaDaEducacaoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurd os.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2023.
A definição acima foi aprovada no
Considerando em exceção de preferência de sinais do que de fala ao integrar o surdo-mudo à sociedade, e em dar-lhe um conhecimento melhor da língua, declara: que o método oral deve ser preferido do que a de língua de sinais para o ensino e na educação dos surdos-mudos.
Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/hi storiaDaEducacaoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurd os.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2023.
A definição acima foi aprovada no