Hadji (2001) conclui que “a avaliação formativa não é
nem um modelo científico, nem um modelo de ação diretamente operatório”. Para o autor, isso significa que
a avaliação formativa, “capaz de orientar o trabalho
dos professores no sentido de uma prática avaliativa
colocada, tanto quanto possível, a serviço das aprendizagens”, é
Hoffmann argumenta que a visão comportamentalista
dos professores manifesta-se de forma radical na prática
avaliativa, sem que percebam o autoritarismo dessa concepção. Para a autora, sem avançar na compreensão do
fracasso dos estudantes para além do comprometimento
dos alunos, os professores se distanciam “de dois princípios presentes na avaliação enquanto mediação”:
De acordo com o documento Matrizes de Referência
para avaliação: documento básico – Saresp (São Paulo,
2009), a principal finalidade de uma matriz de referência
de avaliação é
A respeito das avaliações institucionais dos sistemas de
ensino, que alternativa é correta quanto ao que se institui
no art. 5 da Lei nº
9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional)?
Em sua discussão sobre avaliação educacional, Menezes
(In: Carvalho et al., 2007) sustenta algumas correlações
que entende serem procedentes na análise de dados
sobre desempenho escolar, mas refuta outras. Uma correlação afirmada pelo autor como sendo coerente é:
Qual das afirmações a seguir está mais alinhada com as
perspectivas de Mantoan (2003; citado por Trentin, 2008)
sobre a avaliação dos alunos com deficiência intelectual?
Ao discutir questões ligadas à avaliação educacional,
Soares (in Carvalho et al., 2007) afirma que a comparação de resultados entre escolas semelhantes
Na Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem –
EOCA, entrevista espontânea, porém dirigida de forma
experimental, observam-se conhecimentos, destrezas,
níveis de operatividade. O psicopedagogo utiliza, a
depender da idade do sujeito:
Celma Domingues et al., em A Educação Especial na
perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), afirmam
que o desempenho visual de uma pessoa com baixa
visão pode ser desenvolvido e ampliado de forma gradativa e constante, pois a eficiência da visão melhora na
medida do seu uso.
As autoras evidenciam a avaliação funcional do uso da
visão como uma medida qualitativa eficiente que se refere, entre outras maneiras, ao uso
Determinado instrumento, composto uma por série de
tarefas que avaliam habilidades referentes a 13 áreas,
consideradas pré-requisitos para desenvolver leitura
e escrita, permite identificar o repertório de entrada de
alunos para subsidiar a elaboração de estratégias
de ensino eficazes para a alfabetização.
Trata-se
De acordo com o que defende Afonso (in Esteban, 2005)
a respeito da relação entre avaliação e qualidade, ao se
considerar a qualidade científica e pedagógica da escola
pública simultaneamente à sua qualidade democrática, é
preciso que a avaliação das escolas públicas
Segundo Coll, Palacios e Marchesi (2004), o paradigma
“teste → treinamento → reteste” é relevante na avaliação educacional de pessoas com deficiência intelectual
(à época do texto, referida como deficiência mental),
porque
Assinale a alternativa que indica o instrumento de
rastreio, com aplicabilidade clínica e educacional, que
verifica o desempenho de crianças do 3° ao 5° ano do
Ensino Fundamental, em habilidades fundamentais
para a aprendizagem da leitura e da escrita.