De acordo com Jussara Hoffmann, uma avaliação mediadora exige do professor uma postura preocupada com
Hadji (2001) conclui que “a avaliação formativa não é nem um modelo científico, nem um modelo de ação diretamente operatório”. Para o autor, isso significa que a avaliação formativa, “capaz de orientar o trabalho dos professores no sentido de uma prática avaliativa colocada, tanto quanto possível, a serviço das aprendizagens”, é
Hoffmann argumenta que a visão comportamentalista dos professores manifesta-se de forma radical na prática avaliativa, sem que percebam o autoritarismo dessa concepção. Para a autora, sem avançar na compreensão do fracasso dos estudantes para além do comprometimento dos alunos, os professores se distanciam “de dois princípios presentes na avaliação enquanto mediação”:
Para Jussara Hoffmann (2011), pesquisar e avaliar, em educação, têm objetivos diferentes. Para a autora, a avaliação tem como objetivo principal uma
De acordo com o documento Matrizes de Referência para avaliação: documento básico – Saresp (São Paulo, 2009), a principal finalidade de uma matriz de referência de avaliação é
A respeito das avaliações institucionais dos sistemas de ensino, que alternativa é correta quanto ao que se institui no art. 5 da Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional)?
Em sua discussão sobre avaliação educacional, Menezes (In: Carvalho et al., 2007) sustenta algumas correlações que entende serem procedentes na análise de dados sobre desempenho escolar, mas refuta outras. Uma correlação afirmada pelo autor como sendo coerente é:
Qual das afirmações a seguir está mais alinhada com as perspectivas de Mantoan (2003; citado por Trentin, 2008) sobre a avaliação dos alunos com deficiência intelectual?
Ao discutir questões ligadas à avaliação educacional, Soares (in Carvalho et al., 2007) afirma que a comparação de resultados entre escolas semelhantes
Coll, Marchesi e Palacios (2004) afirmam que a adoção do enfoque psicométrico no contexto educacional é
Na Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem – EOCA, entrevista espontânea, porém dirigida de forma experimental, observam-se conhecimentos, destrezas, níveis de operatividade. O psicopedagogo utiliza, a depender da idade do sujeito:
Celma Domingues et al., em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), afirmam que o desempenho visual de uma pessoa com baixa visão pode ser desenvolvido e ampliado de forma gradativa e constante, pois a eficiência da visão melhora na medida do seu uso.
As autoras evidenciam a avaliação funcional do uso da visão como uma medida qualitativa eficiente que se refere, entre outras maneiras, ao uso
Conforme apresenta Anache (em Baptista, Caiado e Jesus, 2010), a deficiência não deve ser a identidade do sujeito.

Assim, o processo de avaliação precisa
Determinado instrumento, composto uma por série de tarefas que avaliam habilidades referentes a 13 áreas, consideradas pré-requisitos para desenvolver leitura e escrita, permite identificar o repertório de entrada de alunos para subsidiar a elaboração de estratégias de ensino eficazes para a alfabetização. Trata-se
De acordo com o que defende Afonso (in Esteban, 2005) a respeito da relação entre avaliação e qualidade, ao se considerar a qualidade científica e pedagógica da escola pública simultaneamente à sua qualidade democrática, é preciso que a avaliação das escolas públicas
Segundo Coll, Palacios e Marchesi (2004), o paradigma “teste → treinamento → reteste” é relevante na avaliação educacional de pessoas com deficiência intelectual (à época do texto, referida como deficiência mental), porque
Assinale a alternativa que indica o instrumento de rastreio, com aplicabilidade clínica e educacional, que verifica o desempenho de crianças do 3° ao 5° ano do Ensino Fundamental, em habilidades fundamentais para a aprendizagem da leitura e da escrita.