Não havendo, no estadiamento clínico, evidência de metástases à distância, a melhor proposta terapêutica é:
Não havendo, no estadiamento clínico, evidência de metástases à distância, a melhor proposta terapêutica é:
Com base nos dados do caso clínico, é provável que essa massa seja um:
Esse conjunto de sinais e sintomas pode indicar a primeira manifestação de um tumor maligno não identificado representado pela síndrome de:
Um paciente de 59 anos apresenta fadiga progressiva, anemia ferropriva e perda de peso não intencional. Uma colonoscopia revelou uma lesão no cólon ascendente macroscopicamente compatível com tumor maligno.
Assim, a combinação correta de sintomas, métodos de diagnóstico e opções de tratamento para esse caso é:
Uma mulher de 52 anos apresenta-se no consultório com queixas de fraqueza muscular progressiva, especialmente nos membros superiores, bem como dificuldade para subir escadas e levantarse de uma cadeira, que começaram há três meses. Relata perda de peso involuntária de aproximadamente 8 quilos nos últimos oito meses, tosse crônica e episódios de pequena hemoptise. Não tem história prévia de doenças. O exame físico revela fraqueza muscular proximal simétrica, sem atrofia muscular. Os reflexos tendinosos profundos são normais. A tomografia computadorizada de tórax mostra uma massa no lobo superior do pulmão direito, sugestiva de neoplasia pulmonar. Os exames laboratoriais mostram elevação de enzimas musculares (CK) e anticorpos anti-Hu positivos.
O diagnóstico mais provável para essa paciente é:
Diante desse quadro, o estadiamento da doença é:
Baseado nessa revisão, a pontuação mínima para mais de um ano de sobrevida é
Uma paciente de 54 anos foi internada por tosse, desconforto respiratório e aumento do volume abdominal. Está em acompanhamento conjunto com a equipe de cuidados paliativos realizando paracentese de alívio devido à ascite. É portadora de câncer de ovário com metástases para peritônio. Após a realização de tomografia de tórax e abdômen com contraste para avaliar trombose de veias abdominais, observou-se trombo em tronco da artéria pulmonar esquerda de aspecto recente. A equipe médica não teve dúvida quanto à melhor condução do caso, após a análise do exame laboratorial: anemia: Hb 8,5 g/dl, leucócitos e coagulograma normais, plaquetas: 85 mil e função renal normal. A paciente estava estável e era eutrófica, não havendo histórico de sangramento recente.
Prontamente, a equipe realizou:
Um paciente submetido a colecistectomia por doença calculosa tem no histopatológico o diagnóstico de adenocarcinoma invadindo a camada muscular.
Nesse caso, a conduta mais adequada é:
Há também uma profusão de espaços vasculares em forma de fenda, sugerindo que as lesões podem surgir de precursores mesenquimais primitivos de canais vasculares.
Nos pacientes com aids, o sarcoma de Kaposi se associa à infecção pelo(a):
A principal hipótese diagnóstica é:
O câncer de esôfago pode ser do tipo histopatológico epidermoide e do tipo adenocarcinoma.
Conforme as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Carcinoma de Esôfago, avalie as afirmativas a seguir.
I. Os principais fatores de risco modificáveis para o câncer de esôfago são fumo, álcool e obesidade. II. O esôfago de Barret é fator de risco para o carcinoma epidermoide de esôfago. III. A maioria dos pacientes diagnosticados com câncer de esôfago apresenta disfagia progressiva como primeiro sintoma.
Está correto o que se afirma em
A identificação de fatores de risco e da doença em seu estágio inicial e o encaminhamento ágil e adequado para o atendimento especializado dão à Atenção Básica um caráter essencial para um melhor resultado terapêutico e prognóstico dos casos.
Assinale a opção que representa o principal fator de risco para gliomas.
A conduta terapêutica para o caso deve ser:
Com base na descrição clínica e no exame físico, as melhores propostas diagnóstica e terapêutica para esse paciente são, respectivamente: