Uma paciente de 56 anos foi submetida a colecistectomia eletiva por doença calculosa biliar. Após 15 dias, saiu o resultado do exame histopatológico mostrando adenocarcinoma de vesícula, com extensão até o tecido conectivo perimuscular, sem invasão da camada serosa.
Não havendo, no estadiamento clínico, evidência de metástases à distância, a melhor proposta terapêutica é:
Uma criança de 3 anos, do sexo masculino, apresenta distensão abdominal e anorexia. Ao exame físico, foi observada uma volumosa formação expansiva palpável e indolor. Alfafetoproteína mostrou-se ser o único exame laboratorial alterado. Uma tomografia computadorizada de abdômen sem contraste revelou massa hipodensa, heterogênea, bem definida, associada a calcificações.
Com base nos dados do caso clínico, é provável que essa massa seja um:
Uma paciente de 65 anos, tabagista de longa data, queixa-se de rigidez das articulações, artralgia e dor ao longo das superfícies dos ossos longos, especialmente a tíbia, além de edema nos tornozelos e ocasionalmente nas mãos. Ao exame físico, observa-se hipertrofia das falanges distais dos dedos das mãos e dos pés.
Esse conjunto de sinais e sintomas pode indicar a primeira manifestação de um tumor maligno não identificado representado pela síndrome de:

Um paciente de 59 anos apresenta fadiga progressiva, anemia ferropriva e perda de peso não intencional. Uma colonoscopia revelou uma lesão no cólon ascendente macroscopicamente compatível com tumor maligno.

Assim, a combinação correta de sintomas, métodos de diagnóstico e opções de tratamento para esse caso é:

Uma mulher de 52 anos apresenta-se no consultório com queixas de fraqueza muscular progressiva, especialmente nos membros superiores, bem como dificuldade para subir escadas e levantarse de uma cadeira, que começaram há três meses. Relata perda de peso involuntária de aproximadamente 8 quilos nos últimos oito meses, tosse crônica e episódios de pequena hemoptise. Não tem história prévia de doenças. O exame físico revela fraqueza muscular proximal simétrica, sem atrofia muscular. Os reflexos tendinosos profundos são normais. A tomografia computadorizada de tórax mostra uma massa no lobo superior do pulmão direito, sugestiva de neoplasia pulmonar. Os exames laboratoriais mostram elevação de enzimas musculares (CK) e anticorpos anti-Hu positivos.

O diagnóstico mais provável para essa paciente é:

Um jovem de 18 anos de idade procura médico com quadro de adenomegalia cervical. Ao exame físico, há gânglios indolores e aumentados de volume em cadeia cervical, bilateralmente. Tomografia computadorizada de tórax é normal, e a ressonância magnética de abdômen mostra esplenomegalia moderada, sem hepatomegalia e sem adenomegalias abdominais ou retroperitoniais. A biópsia de linfonodo e a imuno-histoquímica são compatíveis com doença de Hodgkin.
Diante desse quadro, o estadiamento da doença é:
Tokuhashi e colaboradores propuseram, em 1990, um esquema de avaliação de tumores metastáticos vertebrais baseado em um esquema de pontuação em diversos elementos que dão um escore final. Em 2005 fizeram uma revisão.
Baseado nessa revisão, a pontuação mínima para mais de um ano de sobrevida é

Uma paciente de 54 anos foi internada por tosse, desconforto respiratório e aumento do volume abdominal. Está em acompanhamento conjunto com a equipe de cuidados paliativos realizando paracentese de alívio devido à ascite. É portadora de câncer de ovário com metástases para peritônio. Após a realização de tomografia de tórax e abdômen com contraste para avaliar trombose de veias abdominais, observou-se trombo em tronco da artéria pulmonar esquerda de aspecto recente. A equipe médica não teve dúvida quanto à melhor condução do caso, após a análise do exame laboratorial: anemia: Hb 8,5 g/dl, leucócitos e coagulograma normais, plaquetas: 85 mil e função renal normal. A paciente estava estável e era eutrófica, não havendo histórico de sangramento recente.

Prontamente, a equipe realizou:

Paciente do sexo feminino, 33 anos, com o diagnóstico de câncer de mama metastático, sem outras comorbidades, realizou última sessão de quimioterapia há 10 dias. Dá entrada no pronto-socorro queixando-se de febre de 38,7°C sustentada há duas horas. Não apresenta queixas abdominais, respiratórias e urinárias e não faz uso de dispositivos invasivos. Está em bom estado geral, Glasgow 15, FC 90, hidratada, febril, PA 120x70, FR 18, SatO2 95% em ar ambiente, sem quaisquer alterações de exame físico. A melhor conduta para esse caso é

Um paciente submetido a colecistectomia por doença calculosa tem no histopatológico o diagnóstico de adenocarcinoma invadindo a camada muscular.

Nesse caso, a conduta mais adequada é:

As lesões do sarcoma de Kaposi são caracterizadas pela proliferação de células fusiformes que expressam marcadores tanto de células endoteliais (vasculares ou linfáticas) quanto de células musculares lisas.
Há também uma profusão de espaços vasculares em forma de fenda, sugerindo que as lesões podem surgir de precursores mesenquimais primitivos de canais vasculares.
Nos pacientes com aids, o sarcoma de Kaposi se associa à infecção pelo(a):
Paciente de 52 anos tem o diagnóstico de adenocarcinoma do cólon com metástases hepáticas. Ele tem uma empresa com sócios e 3 filhos e portanto precisa conhecer seu prognóstico para tomar decisões práticas. A sobrevida esperada em cinco anos para esse caso é em torno de:
Um paciente de 73 anos, PS 1, se apresenta com quadro de icterícia e perda ponderal de 4 kg em 1 mês. Nega dor abdominal. Refere DM tipo II de diagnóstico recente e hipertensão arterial controlada. Não tem história de alergias e refere cirurgia ortopédica em joelho D há 5 anos, sem intercorrências. Ao exame, encontra-se eutrófico, com IMC 22 e icterícia 1+/4+. Não há outros achados dignos de nota. Nos exames iniciais, observam-se bilirrubina total de 5 mg/dl às custas de direta, INR 1,1 e albumina normal. No exame de imagem realizado, observou-se uma lesão hipoatenuante de 2 cm em cabeça do pâncreas, com dilatação do colédoco de 1,0 cm e dilatação do ducto Wirsung à montante.
A principal hipótese diagnóstica é:
O câncer de esôfago representa cerca de 2% de todos os tumores malignos. Apesar de raro, ele está entre os tumores de crescimento mais rápido. Na maioria dos casos, quando diagnosticado, já começou a disseminação de células neoplásicas para outros órgãos saudáveis.
O câncer de esôfago pode ser do tipo histopatológico epidermoide e do tipo adenocarcinoma.
Conforme as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Carcinoma de Esôfago, avalie as afirmativas a seguir.
I. Os principais fatores de risco modificáveis para o câncer de esôfago são fumo, álcool e obesidade. II. O esôfago de Barret é fator de risco para o carcinoma epidermoide de esôfago. III. A maioria dos pacientes diagnosticados com câncer de esôfago apresenta disfagia progressiva como primeiro sintoma.
Está correto o que se afirma em
A região facial mais acometida por carcinoma espinocelular é:
Os tumores cerebrais primários são um conjunto de neoplasias malignas originárias de células de sustentação do tecido nervoso (a glia). São tumores raros, correspondendo a 2% de todos os cânceres conhecidos. A sua evolução varia com a célula original e com o comportamento biológico tumoral, e alguns tipos mais agressivos ainda mantêm elevada mortalidade em adultos – condição pouco modificada pelo emprego das modalidades terapêuticas disponíveis.

A identificação de fatores de risco e da doença em seu estágio inicial e o encaminhamento ágil e adequado para o atendimento especializado dão à Atenção Básica um caráter essencial para um melhor resultado terapêutico e prognóstico dos casos.

Assinale a opção que representa o principal fator de risco para gliomas.
Um paciente de 50 anos compareceu à consulta médica com queixa de nódulo de 3 x 5 cm, indolor, no antebraço esquerdo, com crescimento rápido há 6 meses. O exame evidenciou área de endurecimento central, aderência a planos profundos e eritema perilesional. Realizada a ressecção da lesão, o exame de histopatologia demonstrou a presença de um Dermatofibrosarcoma protuberans. Na tomografia da região verificaram-se infiltração de pele, tecido muscular estriado e infiltração perineural presente.
A conduta terapêutica para o caso deve ser:
Assinale a opção que apresenta a melhor recomendação de detecção precoce de adenocarcinoma de cólon, segundo as diretrizes da força-tarefa de prevenção americana (US Preventive Task Forces).
Um homem de 64 anos de idade, saudável, agricultor, apresenta-se no consultório com uma lesão cutânea que ele notou há cerca de 6 meses. A lesão está localizada no dorso da mão direita e tem crescido lentamente. O paciente relata que a área está um pouco dolorosa e pruriginosa. Ao exame físico, observa-se uma lesão de 1,2 cm de diâmetro, de cor acastanhada, bordas irregulares, e com algumas áreas de ulceração, e há linfadenomegalia palpável na axila.
Com base na descrição clínica e no exame físico, as melhores propostas diagnóstica e terapêutica para esse paciente são, respectivamente:
Uma paciente de 59 anos de díade vem sendo tratada há 8 anos de policitemia vera. O tratamento consiste em flebotomias periódicas, regulares, para a manutenção do hematócrito abaixo de 45%. Na sua última consulta, o hematócrito estava em 24%; o número de leucócitos totais, no seu hemograma, passou a ser de 45.000/µL (até então, ficava em torno de 12.000/µL), com predomínio de células jovens; e a contagem de plaquetas, que antes era, em média, de 350.000/µL, passou a ser de 20.000/µL. Esse quadro sugere o diagnóstico de:
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