A maioria dos educadores entende que o jogo é uma coisa séria, apesar de ainda existir quem afirme que o jogo é brincadeira.
A seriedade do jogo encontra-seAo propor uma atividade como cruzadinha para essa turma, é correto afirmar que os alunos
Segundo Oliveira, 1999, o campo brasileiro apresenta uma situação contraditória, pois ocorre simultaneamente
De acordo com Veiga (2007), a elaboração do Projeto Político Pedagógico não se reduz apenas à dimensão pedagógica, nem ao conjunto de projetos e planos isolados, mas se constitui em
Em seu discurso na televisão, o ministro João Antonio disse: “... ser impossível para os atores públicos concentrarem suas atenções e atenderem a todos os problemas existentes em uma sociedade, dado que estes são abundantes, e os recursos necessários para solucioná-los, escassos. Por isso, é necessário que se estabeleçam quais questões serão tratadas pelo governo”.
O processo descrito pelo ministro tem relação com as fases ou ciclos de formulação das políticas públicas. A fase em questão é a fase de
A Sagração da Primavera, com música de Igor Stravinsky e coreografia de Vaslav Nijinski (século XX), inspirou-se num ritual cuja origem encontra-se nas mais remotas organizações sociais. Trata-se do ritual de
Um aluno perguntou a seu professor de Biologia o porquê de algumas pessoas terem menos pelos no corpo. O professor devolveu a pergunta solicitando que o estudante encontrasse uma possível justificativa. Então, o aprendiz respondeu que provavelmente isso acontece porque as pessoas não precisam dos pelos para se aquecer, pois existem as roupas que podem cumprir esse papel. O professor, ao ouvir essa resposta, pode utilizar para exemplificar a ideia evolucionista de


I. o polígono é um paralelogramo;
II. seus lados têm a mesma medida.
Dessa forma, conclui-se que esse polígono é um

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
A escola precisa criar o ambiente e propor situações
de práticas sociais de uso da escrita aos quais os alunos
não têm acesso para que possam interagir intensamente
com textos dos mais variados gêneros, identificar e refletir
sobre os seus diferentes usos sociais, produzir textos e,
assim, construir as capacidades que lhes permitam participar
das situações sociais pautadas pela cultura escrita.
Ler e escrever não se resume a juntar letras, nem a
decifrar códigos: a língua não é um código – é um complexo
sistema que representa uma identidade cultural. É
preciso saber ler e escrever para interagir com essa cultura
com autonomia, inclusive para modificá-la, do lugar de
quem enuncia e não apenas consome.
(Orientações Curriculares do Estado de São Paulo:
Língua Portuguesa e Matemática – Ciclo I)
Comparando a concepção de linguagem esboçada em
Leitura e Produção de Texto à concepção subjacente às
informações das Orientações Curriculares apresentadas,
conclui-se que
Dois jogadores, A e B, disputam um jogo de cara ou coroa, com 50% de chance de cada um acertar. Eles estão apostando R$ 100,00, e será considerado vencedor o primeiro que tiver cinco acertos. Em um determinado instante, o jogo precisou ser interrompido, e nesse momento, o jogador A tinha quatro acertos, faltando apenas um para ganhar, enquanto que o jogador B tinha apenas dois acertos, faltando três para sair vencedor. Sugeriu-se dividir o prêmio de R$ 100,00 de maneira proporcional à chance de cada um se sagrar vencedor, caso o jogo continuasse. Então, a parte que coube ao jogador A foi

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
Considere as seguintes ações praticadas por um professor de Educação Física que atua na escola como PEBII.
I. Seleciona conteúdos diferentes para ensinar aos diferentes anos com os quais trabalha.
II. Planeja o ensino de maneira que sejam abordadas suas várias dimensões: histórica, cultural, biológica, técnica.
Quando procede dessa maneira, o professor atende aos princípios pedagógicos
aprendizagem, estavam desenhando. Uma das crianças queria
escrever: “o revólver atira”, em seu desenho. Pede ajuda à
professora que vai questionando, soletrando, apontando cada
letra do alfabeto exposto na sala de aula. Nesse processo, a
criança vai percebendo que já sabia escrever revólver, e resolve
escrever “o revólver mata o ladrão”. A professora auxilia
mais uma vez e quando se vira para atender outro aluno, a
criança escreve sozinha: OLETAN.
(Smolka. A criança na fase inicial de escrita. Adaptado)
Nesta situação, é correto afirmar que
Existem duas hipóteses que os cientistas têm para explicar os processos de obtenção de energia: heterotrófica e a autotrófica. Elas sugerem que os primeiros organismos que surgiram na Terra foram capazes de realizar, respectivamente, a
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, de modo geral, enfatizam a necessidade de o professor trabalhar com a realidade próxima do aluno no processo de construção do conhecimento em sala de aula. No caso da Geografia, por exemplo, pode-se trabalhar com
Responda às questões de números 21 a 25 com base no texto da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008).
Com base no resultado do Censo Escolar das matrículas de alunos com necessidades educacionais especiais na educação superior, entre 2003 e 2005, o número de alunos passou de 5 078 para 11 999 alunos. Este indicador aponta para um crescimento de 136% das matrículas. Apesar disso, essas informações refletem a