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Dentro de uma organização que se estabelece pela organização e método, com hierarquias definidas, com um modelo de gestão que propõe qualidade e assertividade, é preciso manter suas diversas áreas bem definidas para que não haja sobreposição de funções. Leia atentamente as proposições abaixo.
I. Setor de Advocacy: Apresentar as melhores estratégias de Gestão de Pessoas, melhorias contínuas nas metodologias de implementação de políticas de atuação junto ao público interno.
II. Setor de Relações Públicas: Organizar a comunicação mercadológica, estabelecendo normas e precificações, interagindo com os clientes para melhorar os índices do negócio e da marca.
III. Setor de Assessoria de imprensa: Otimizar o relacionamento com às mídias, uniformizar a linguagem das mensagens, evitar contradições entre notas para os meios de comunicação e zelar pela consistência e coerência dos fatos.
Estão corretas as afirmativas:
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( ) Com relação aos termos erros e fraudes é necessário diferenciá-los. O termo fraude aplica-se a ato intencional de omissão e ou de manipulação de transações e operações, adulteração de documentos, registros e relatórios. Erro aplica-se a ato não-intencional de omissão, desatenção ou desconhecimento.
( ) O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende a identificação das áreas de maior risco e definição do escopo, objetivos, e cronograma da auditoria.
( ) Os programas de trabalho devem ser estruturados de forma a servir como guia e meio de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem.
( ) Não é aconselhável utilizar de técnicas de amostragem para realizar um teste de auditoria, pois a amostragem permite concluir sobre o todo analisando apenas partes, podendo ocorrer viés nas decisões administrativas.
( ) Na hipótese de constatar impropriedades, irregularidades ou ilegalidades que necessitem providências imediatas por parte administração da entidade, a Auditoria Interna deve avisá-la o mais rápido possível, secreta e verbalmente, não sendo recomendada a emissão de relatório parcial, para que se preserve o sigilo que o caso requer.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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( ) A participação da Fazenda Pública não configura, por si só, hipótese de intervenção do Ministério Público.
( ) A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.
( ) Os escritórios de prática jurídica das faculdades de Direito reconhecidas na forma da lei e as entidades que prestam assistência jurídica gratuita em razão de convênios firmados com a Defensoria Pública não gozarão de prazo em dobro para suas manifestações processuais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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( ) Recalque é o deslocamento vertical ou inclinação que uma edificação sofre devido aos deslocamentos ocorridos no maciço de apoio de suas fundações.
( ) Os recalques são analisados sob duas óticas: a da estrutura (causa) e a do solo (efeito).
( ) Recalques admissíveis são aqueles cujas magnitudes só produzem recalques distorcionais que a estrutura pode suportar sem danos.
( ) Com relação ao solo os principais recalques são: imediato, por adensamento, por colapso, secundário (creep) e por subsistência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Considere o texto seguinte para responder a questão.
Texto
Tem uma porção de maneiras estúpidas de uma criança morrer. Por exemplo descer uma escada segurando um pote de vidro em cada mão e escorregar e cortar os dois pulsos. De todo jeito a morte sempre foi uma coisa barulhenta, a criança com os pulsos rasgados vai gritar caída na escada e esse grito vai ficar ali meio vibrando até a mãe entrar dez minutos tarde demais, e a mãe vai viver pra sempre imaginando aquele grito que ela não ouviu. A morte é uma coisa que avisa, que arma um escândalo na rua, no bar, que apita no hospital, que telefona na casa de todos os parentes, e eles saem correndo como se agora adiantasse, a morte para mim era assim.
Mas daí esse ano eu descobri que a morte pode ser silenciosa, muito mesmo. E tóxica. É possível morrer velho e quieto dentro da própria casa deitado na cama sem tempo de gritar, e dessa morte não sai um aviso, um apito imediato, não, as coisas fora da morte continuam iguais, e essa morte quieta pode ficar três, quatro dias tomando liberdade, contaminando as coisas que vão morrendo junto, o colchão, a cama, o piso de madeira, começa a vazar um sangue que não é mais necessário, e vai crescendo um cheiro que nenhum humano vivo consegue suportar, só os mortos.
E quando enfim a família descobre eles fogem batendo a porta do apartamento e gritam o grito que o morto não deu, e tudo é muito pior porque elas descobrem que deixaram o morto sozinho três ou quatro dias, tão sozinho que não tinha nem ele mesmo. Uma solidão morta, tão horrorosa que vai tomando conta da casa inteira e quando finalmente alguém descobre você já está metade consumido de solidão.
[...]
Daí que de tempos em tempos eu me lembro disso, de que eu posso morrer a qualquer tempo e tudo acabar, então eu presto muita atenção na minha respiração, puxo o ar bem devagar e fundo, depois seguro um tempo, e observo o ar sair, e se isso está ocorrendo direito e dentro dos meus comandos, é porque a morte não está aqui, se ela estivesse eu puxaria o ar e ele não viria, ou sairia depressa antes que eu mandasse, ou não encheria direito o meu pulmão, ou não subiria até minha cabeça.
(CARRARA, Mariana Salomão. Se Deus me chamar não vou. São Paulo:
Editora Nós, 2019, p.71-73)