Questões de Concursos
selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
UECE•
( ) A intensificação do “povoamento” ocorreu no século XVII e se consolidou no XIX, inicialmente por meio das fazendas de gado e da cultura canavieira, cujos pontos de fixação seguiram os vales dos rios. ( ) Os portos de Aracati, Acaraú e Camocim, inicialmente constituíram os centros de convergência da produção regional e irradiação do comércio para o interior: em uma via de mão dupla, exportavam a carne salgada para outros centros de ocupação da colônia e, do exterior, recebiam produtos dos quais necessitavam. ( ) Na segunda metade do século XIX, a economia do Ceará deixou de ser exclusivamente pastoril e passou por uma maior diversificação da produção: o cultivo do algodão. Diante da conjuntura internacional que favoreceu a economia do algodão no estado do Ceará, destacam-se a Guerra da Secessão nos EUA, entre 1861 e 1865, que prejudicou a produção de algodão naquele país, e a Revolução Industrial inglesa, que resultou em alta demanda pelo produto. ( ) A partir da dinamização da cultura algodoeira, em meados da década de 1860, o estado passou a comercializar sua produção com o exterior, o que tornou necessária uma maior e melhor estrutura portuária para atender a exportação. Foi desse modo que, no final do século XIX, Fortaleza firmou sua posição da capital de exportação do algodão, projetando-se em relação às demais cidades cearenses, justamente por centralizar a convergência da rede ferroviária estadual.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
O Povo online. Ceará foi o refúgio seguro de Lampião. 27/07/2018.
A atitude de certa forma benevolente de Lampião em relação ao estado do Ceará, tornando-o o local que menos sofreu violência de seu bando deve-se
UECE•
Leia atentamente o seguinte excerto:
“...Os holandeses então retornaram, em 1630, e atacaram Pernambuco, por ser a mais próspera capitania da colônia. A partir de Olinda e Recife, eles expandiram gradativamente seu domínio pelas terras do Nordeste”.
FARIA, Ricardo de Moura; MIRANDA, Mônica Liz; CAMPOS, Helena Guimarães. Estudos de História. 1 ed. São Paulo: FTD, 2010, p.255.
O trecho acima está relacionado ao fato histórico que corresponde
T E X T
EL TIGRE, Venezuela — Thousands of workers are fleeing Venezuela’s state-owned oil company, abandoning once-coveted jobs made worthless by the worst inflation in the world. And now the hemorrhaging is threatening the nation’s chances of overcoming its long economic collapse.
Desperate oil workers and criminals are also stripping the oil company of vital equipment, vehicles, pumps and copper wiring, carrying off whatever they can to make money. The double drain — of people and hardware — is further crippling a company that has been teetering for years yet remains the country’s most important source of income.
The timing could not be worse for Venezuela’s increasingly authoritarian president, Nicolás Maduro, who was re-elected last month in a vote that has been widely condemned by leaders across the hemisphere. Prominent opposition politicians were either barred from competing in the election, imprisoned or in exile.
But while Mr. Maduro has firm control over the country, Venezuela is on its knees economically, buckled by hyperinflation and a history of mismanagement. Widespread hunger, political strife, devastating shortages of medicine and an exodus of well over a million people in recent years have turned this country, once the economic envy of many of its neighbors, into a crisis that is spilling over international borders.
If Mr. Maduro is going to find a way out of the mess, the key will be oil: virtually the only source of hard currency for a nation with the world’s largest estimated petroleum reserves. But each month Venezuela produces less of it. Offices at the state oil company are emptying out, crews in the field are at half strength, pickup trucks are stolen and vital materials vanish. All of this is adding to the severe problems at the company that were already acute because of corruption, poor maintenance, crippling debts, the loss of professionals and even a lack of spare parts.
Now workers at all levels are walking away in large numbers, sometimes literally taking piecesof the company with them, union leaders, oil executives and workers say.
A job with Petróleos de Venezuela, known as Pdvsa, used to be a ticket to the Venezuelan Dream. No more.
Inflation in Venezuela is projected to reach an astounding 13,000 percent this year, according to the International Monetary Fund. When The New York Times interviewed Mr. Navas in May, the monthly salary for a worker like him was barely enough to buy a whole chicken or two pounds of beef. But with prices going up so quickly, it buys even less now.
Junior Martínez, 28, who has worked in the oil industry for eight years, is assembling papers, including his diploma as a chemical engineer. His wife and her daughter left three months ago to earn money in Brazil. “I get 1,400,000 bolívars a week and it isn’t even enough to buy a carton of eggs or a tube of toothpaste,”Mr. Martínez said of his salary in bolívars, Venezuela’s currency.
Mr. Martínez’s father, Ovidio Martínez, 55, recalled growing up here when the oil boom began. He cried as he spoke of his son’s determination to leave the country. “You watch your children leave and you can’t stop them,” the elder Mr. Martínez said, fighting back tears. “In this country, they don’t have a future.”
In El Tigre, hundreds of people stood in line one recent morning outside a supermarket, many waiting since the evening before to buy whatever food they could.
From: www.nytimes.com/June 14, 2018. Adapted.
Silva, J. B. et al. Litoral e sertão, natureza e sociedade no nordeste brasileiro. Oliveira, V. P. V. de. A Problemática da degradação dos recursos naturais no domínio dos sertões secos do Estado do Ceará-Brasil. p. 209. Fortaleza. 2006.
Considerando o texto acima, é correto concluir-se que a questão da degradação dos recursos naturais no Nordeste brasileiro
UECE•
UECE•
I. A indústria têxtil e metalmecânica, introduzida com a chegada de imigrantes europeus ao sudeste do Brasil, foi fundamental na colonização.
II. A pecuária bovina, realizada tanto nos sertões nordestinos quanto nos pampas gaúchos, promoveu a ocupação de vastas áreas interiores no Brasil.
III. A prospecção e mineração de metais e pedras preciosas foram responsáveis pela formação de várias cidades coloniais brasileiras, sobretudo na região de Minas Gerais.
IV. As bandeiras de apresamento de africanos e o comércio de escravos negros fizeram surgir importantes agrupamentos urbanos na Amazônia.
É correto o que se afirma somente em