Questões de Concursos
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Com base nisso, assinalar a alternativa que apresenta o saldo final na conta de Rodrigo no mês de outubro.
FURB•
I. Utilizar placas sinalizadoras.
II. Manter os materiais organizados.
Podemos afirmar que Emanuel está correto quando:
IVIN•
IVIN•
• Arthur diz: “Eu vejo dois chapéus vermelhos e um azul”; • Beatriz diz: “Eu vejo dois chapéus azuis e um vermelho”; • Carlos diz: “Eu vejo dois chapéus azuis”; • Diana diz: “Eu vejo um chapéu vermelho e um azul”.
Considerando que todos dizem a verdade, qual é a cor do chapéu de cada um?
I. A palavra “sau-dá-vel” está separada corretamente e é considerada uma paroxítona.
II. A palavra “automático” é acentuada conforme a regra das paroxítonas.
III. A acentuação conforme a regra dos hiatos pode ser aplicada em palavras como “a-cen-tú-ar”.
Quais estão corretas?
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência
O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.
Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.
Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.
(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)