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Algumas empresas de comunicação vêm optando pela
convergência de mídias, buscando, para isso, profissionais com
o perfil multimídia, capacitados à produção de conteúdos sob
diversas formas. Acerca desse assunto, julgue os itens que se
seguem.

O hipertexto é uma ferramenta utilizada no jornalismo online.
É sabido que uma série de ações comunicacionais voltadas para o público interno precisam ser implementadas no intuito de reforçar a missão e os valores organizacionais, dentre outros pontos que integram um plano de comunicação social corporativo. Outro aspecto que não deve ser negligenciado é o sentimento de pertencimento e motivação do funcionário. Para estreitar os laços afetivos e, ainda, alinhar os objetivos pessoais com os objetivos organizacionais, o marketing interno entende que os empregados devem sempre ser tratados como clientes. Daí se infere que o endomarketing é:
As regras do Anexo X do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária “destinam-se a garantir que os anúncios de apostas sejam responsáveis, com particular atenção à necessidade de proteger crianças, adolescentes e outras pessoas em situação de vulnerabilidade”. (CONAR, 2025)
Nesse sentido, é correto afirmar que:
Algumas empresas de comunicação vêm optando pela
convergência de mídias, buscando, para isso, profissionais com
o perfil multimídia, capacitados à produção de conteúdos sob
diversas formas. Acerca desse assunto, julgue os itens que se
seguem.

Um dos meios atuais de divulgação de conteúdo jornalístico é a Internet, que demanda do profissional de imprensa que irá atuar no jornalismo online as mesmas habilidades que demanda do profissional de jornal, de rádio ou de TV.
De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de
Propaganda, o profissional da área compromete-se a fazer uso de
técnicas profissionais voltadas a campanhas que visem consumir
mais os bons produtos, utilizar mais os bons serviços, o progresso
das boas instituições e a difusão de ideias sadias. Com relação a
esse assunto, julgue os itens subsequentes.

O profissional de propaganda que atua em órgãos públicos participa de forma prioritária na organização de orçamentos e na divulgação dos produtos e serviços de comunicação, estando excluído de quaisquer decisões sobre produtos ou serviços.
A classificação Marques de Melo, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil, propõe a existência de cinco gêneros jornalísticos de acordo com a sua função, a saber: vigilância social; auxílio nas tomadas de decisões cotidianas; papel educativo e esclarecedor; distração e lazer; e fórum de ideias. Essas funções correspondem respectivamente aos seguintes gêneros:

De acordo com o art. 8º do Decreto nº 70.274, de 9 de março de 1972, a precedência entre os Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios é determinada

O Manual da Redação da Folha de S. Paulo (p. 43) elenca seis critérios elementares para definir a importância de uma notícia. Entre eles, há um que assegura que quanto mais pessoas possam ter sua vida afetada pela notícia, mais importante ela é. Esse é o critério

Para Gaudêncio Torquato, em Comunicação interna: os
desafios da integração
, a comunicação interna das organizações
precisa ter finalidade, usar canais próprios, ter linguagem e
veiculação adequadas e estar em espaço físico apropriado. Deve
ser realizada por profissionais de comunicação que tenham uma
visão ampla do ambiente interno.

A respeito de comunicação interna das organizações, julgue os
itens a seguir.

Comunicação interna é parte da comunicação organizacional.
Marshall McLuhan, no clássico Os meios de comunicação como extensões do homem, propôs a classificação dos meios como quentes ou frios, sendo os primeiros aqueles que “prolongam um único de nossos sentidos e em alta definição”. (MCLUHAN, 1969) Portanto, na perspectiva do autor, seriam meios quentes:

O Adobe InDesign é um software da Adobe Systems desenvolvido para diagramação e organização de páginas. Esse software foi criado para substituir o

Vera Giangrande, relações públicas que foi ombudsman de um
grande grupo empresarial brasileiro, em Em defesa do
consumidor
estabeleceu quatro modos de o ombudsman levar em
consideração as necessidades do consumidor: o reativo, em que
analisa e se manifesta em relação ao que lhe chega ao
conhecimento; o ativo, em que sai em campo e avalia
minuciosamente as condições e características dos produtos e
serviços oferecidos por sua empresa; o pró-ativo, em que procura
os consumidores para ouvi-los a respeito dos produtos e serviços
da organização; e o interativo, em que convida os consumidores
a debaterem sobre o que esperam da organização e de seus
produtos no futuro.

Julgue os itens que se seguem, tendo como referência texto
acima.

Convidar o consumidor a debater sobre a organização é demagogia.

Leia o texto a seguir sobre a fotografia. “Quando havia o negativo, havia o rastro físico: aquele negativo correspondia a pessoas, objetos e/ou cenários que foram fixados em frações de segundo. Mesmo com a tecnologia digital, as informações correspondentes àquela captação de imagem também ficam armazenadas chapa por chapa; há uma individualidade da impressão luminosa”.

(BUITONI, 2012) A autora aponta que a gênese da fotografia, na qual ela é entendida como conexão física, traço, marca, depósito ou rastro, pode ser o que fundamenta a atividade fotojornalística, na medida em que a foto produzida e divulgada com finalidades jornalísticas precisa partir dessa conexão com o real já incorporada pelo senso comum.

Essa gênese da fotografia, à qual a autora se refere, é seu caráter:

Para avaliar e mensurar a vantagem competitiva das empresas, em seu método intitulado quociente reputacional, Charles Fombrun:
A respeito da técnica de redação jornalística e de gêneros de
redação, julgue os próximos itens.
Valor da informação, legibilidade e checabilidade são medidas adotadas no jornalismo literário.

“Se o espetáculo, tomado sob o aspecto restrito dos ‘meios de comunicação de massa’, que são sua manifestação mais esmagadora, dá a impressão de invadir a sociedade como simples instrumentação, tal instrumentação nada tem de neutra: ela convém ao automovimento total da sociedade. Se as necessidades sociais da época na qual se desenvolvem essas técnicas só podem encontrar satisfação com sua mediação, se a administração dessa sociedade e qualquer contato entre os homens só se podem exercer por intermédio dessa força de comunicação instantânea, é porque essa ‘comunicação’ é essencialmente unilateral; sua concentração equivale a acumular nas mãos da administração do sistema os meios que lhe permitem prosseguir nessa precisa administração.” (DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997, p. 17)

A obra intitulada A sociedade do espetáculo, do escritor francês Guy Debord, aborda conceitos como ideologia, alienação, mediação sociocultural, dentre outros. Ao aceitarmos a premissa de que a espetacularização é uma estratégia de poder, o papel de agente cabe aos meios de comunicação de massa. De acordo com o exposto acima, o espetáculo na sociedade tem como desígnio:

Texto 1

“A reportagem documental permite (e talvez exija) maior originalidade nas aberturas. É possível usar recursos factuais ou de ação, roubados à fact-story ou à action-story. A de fatos costuma limitar-se aos mesmos, mas sempre há maneiras especiais de fazê-lo (...). Sair da convencional abertura informativa, em busca de estilo mais literário, pode ser uma alternativa para interessar o leitor.” (SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem. Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986, p. 68)

Texto 2

“O ano era 1957. Morávamos no bairro de Pinheiros, em São Paulo, em uma casa pequena, insuficiente para acomodar pai com escritório, mãe, sete filhos de todas as idades e a Babá, que passara a ocupar a função de cozinheira. Minha mãe durante a metade daquele ano procurou outra moradia para sair da que se viu obrigada a se instalar às pressas, havia dois anos, quando chegamos da Itália. Certa noite ela anunciou que finalmente encontrara uma casa que Papai teria condições de alugar, onde caberíamos todos. Lembro-me bem da minha decepção quando, no bairro do Pacaembu, dobramos a esquina e Mamãe, realizada, disse para olharmos a casa nova. Vi uma casa velha de arquitetura meio normanda, com aspecto de total abandono e, do lado oposto da rua, outra novíssima de arquitetura estilo dos anos 1950, que, por segundos, quis que fosse a nossa.

Não consigo imaginar, hoje, um cenário que não seja este, o da rua Buri, 35, para a história da minha família. Papai e seu escritório, seus alunos, amigos, pesquisadores, as paredes forradas de livros, Mamãe, nós sete, a Babá, a Generosa, gatos, agregados, frequentadores de todas as gerações, cantorias, brincadeiras, jogos, festas com centenas de pessoas e as constantes reuniões políticas.” (HOLLANDA, Ana de. Chico Buarque aos olhos da irmã menor. Revista Piauí, edição 211, abril de 2024)

No texto 2, a abertura informativa escolhida prima por:

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