Conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, nas atividades de tratamento de dados pessoais deve-se observar o princípio da
A área de gerenciamento de projetos cuja função é garantir que todas as demais áreas estejam conectadas em um todo único, de forma a assegurar que as necessidades dos envolvidos sejam atendidas pelo projeto, é a área de gerenciamento de
Text CB1A2


Spending time in space and having an unrivalled view of planet Earth is an experience many of us dream of, but the human body evolved to function in the gravity of Earth. So fully recovering from spending time in the weightlessness of space can take years.

“It’s a fact that space is by far the most extreme environment that humans have ever encountered and we’ve just not evolved to handle the extreme conditions,” Professor Damian Bailey, who studies human physiology, says. To begin with, the heart and blood vessels have an easier time as they no longer have to pump blood against gravity — and they start to weaken. And the bones become weaker and more brittle. There should be a balance between the cells breaking down old bone and those making new, but that balance is disrupted without the feedback and resistance of working against gravity. “Every month, about 1% of bones and muscles are going to wither away — it’s accelerated ageing,” Professor Bailey says.

Microgravity also distorts the vestibular system, which is how you balance and sense which way is up. In space, there is no up, down or sideways. It can be disorientating when you go up — and again when you return to Earth.


James Gallagher. What nine months in space does to the human body.
Internet: <bbc.com> (adapted).
About the vocabulary used in the second paragraph of text CB1A2, it is correct to affirm that “brittle” (third sentence) and ‘wither away’ (last sentence)
Text CB1A2


Spending time in space and having an unrivalled view of planet Earth is an experience many of us dream of, but the human body evolved to function in the gravity of Earth. So fully recovering from spending time in the weightlessness of space can take years.

“It’s a fact that space is by far the most extreme environment that humans have ever encountered and we’ve just not evolved to handle the extreme conditions,” Professor Damian Bailey, who studies human physiology, says. To begin with, the heart and blood vessels have an easier time as they no longer have to pump blood against gravity — and they start to weaken. And the bones become weaker and more brittle. There should be a balance between the cells breaking down old bone and those making new, but that balance is disrupted without the feedback and resistance of working against gravity. “Every month, about 1% of bones and muscles are going to wither away — it’s accelerated ageing,” Professor Bailey says.

Microgravity also distorts the vestibular system, which is how you balance and sense which way is up. In space, there is no up, down or sideways. It can be disorientating when you go up — and again when you return to Earth.


James Gallagher. What nine months in space does to the human body.
Internet: <bbc.com> (adapted).
It can be inferred from text CB1A2 that
A convergência entre a gestão pública e a gestão privada é caracterizada
De acordo com a CF, é inelegível o indivíduo que

I seja estrangeiro.
II seja analfabeto.
III seja conscrito e esteja prestando serviço militar obrigatório.
IV tenha 75 anos de idade.

Estão certos os itens
A exigência de elaboração de orçamentos formais pelas instituições públicas no Brasil foi estabelecida, pela primeira vez na história, na
Acerca do ciclo de vida e da organização de projetos, assinale a opção correta.
Text CB1A2


Spending time in space and having an unrivalled view of planet Earth is an experience many of us dream of, but the human body evolved to function in the gravity of Earth. So fully recovering from spending time in the weightlessness of space can take years.

“It’s a fact that space is by far the most extreme environment that humans have ever encountered and we’ve just not evolved to handle the extreme conditions,” Professor Damian Bailey, who studies human physiology, says. To begin with, the heart and blood vessels have an easier time as they no longer have to pump blood against gravity — and they start to weaken. And the bones become weaker and more brittle. There should be a balance between the cells breaking down old bone and those making new, but that balance is disrupted without the feedback and resistance of working against gravity. “Every month, about 1% of bones and muscles are going to wither away — it’s accelerated ageing,” Professor Bailey says.

Microgravity also distorts the vestibular system, which is how you balance and sense which way is up. In space, there is no up, down or sideways. It can be disorientating when you go up — and again when you return to Earth.


James Gallagher. What nine months in space does to the human body.
Internet: <bbc.com> (adapted).
Considering the second paragraph of text CB1A2, choose the correct option.
Acerca de estrutura e estratégia organizacionais, assinale a opção correta.
A respeito da excelência nos serviços públicos, assinale a opção correta.
Texto CB1A1


Jeremy Bentham, filósofo e jurista que viveu na Inglaterra entre 1748 e 1832, foi o criador do utilitarismo como filosofia moral. Tal concepção surgiu em um período bastante específico, a era da razão. Bentham dirigiu suas críticas principalmente ao direito, tendo sido um vigoroso defensor da codificação das leis em um país que possui o sistema consuetudinário. A originalidade de suas críticas se forjava sob os auspícios da idade das luzes.

Raoul Van Caenegem, historiador belga e renomado especialista no campo da história jurídica europeia, afirma, sobre o utilitarismo, que “O ponto de partida para a crítica de Bentham ao sistema inglês (que, em sua época, era substancialmente medieval) não foi o direito natural continental, mas sim uma ideia inteiramente original: o princípio da utilidade. Bentham não formulou axiomas nem deduziu normas do direito a partir deles; em vez disso, questionou a utilidade de cada conceito e norma jurídica, e o objetivo prático destes para o homem e a sociedade de sua época”.

Segundo Caenegem, o princípio da utilidade pode ser definido como “o princípio que aprova ou desaprova qualquer ação, segundo a tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo, ou seja, segundo a tendência de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”.

O utilitarismo envolve uma ética adequadamente denominada de consequencialista, na medida em que requer que se avaliem, em cada caso concreto, os efeitos das ações, isto é, se as condutas são eticamente reprováveis a partir do critério da utilidade. Preconiza que as ações humanas devem seguir o princípio da utilidade, consistente na consideração da quantidade de prazer e de dor que as ações provocam nos indivíduos. As ações devem considerar todos os interesses, de maneira que nenhum contrainteresse seja desconsiderado ou tenha preponderância sobre outro.

Além disso, o número de pessoas atingidas pelas ações é objeto de análise. Busca-se sempre promover a maior quantidade de prazer possível ao maior número de indivíduos, ao passo que se evita o desprazer em uma proporção inversa: há um paralelismo entre o prazer e o sofrimento para o inglês, de tal modo que a maximização de um significa proporcionalmente a minimização de outro.


Internet: <http://publicadireito.com.br> (com adaptações).

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto CB1A1 caso a expressão “na medida em que” (primeiro período do penúltimo parágrafo) fosse substituída por
Em relação a escritórios de projetos (EPs) nas organizações, assinale a opção correta.
Texto CB1A1


Jeremy Bentham, filósofo e jurista que viveu na Inglaterra entre 1748 e 1832, foi o criador do utilitarismo como filosofia moral. Tal concepção surgiu em um período bastante específico, a era da razão. Bentham dirigiu suas críticas principalmente ao direito, tendo sido um vigoroso defensor da codificação das leis em um país que possui o sistema consuetudinário. A originalidade de suas críticas se forjava sob os auspícios da idade das luzes.

Raoul Van Caenegem, historiador belga e renomado especialista no campo da história jurídica europeia, afirma, sobre o utilitarismo, que “O ponto de partida para a crítica de Bentham ao sistema inglês (que, em sua época, era substancialmente medieval) não foi o direito natural continental, mas sim uma ideia inteiramente original: o princípio da utilidade. Bentham não formulou axiomas nem deduziu normas do direito a partir deles; em vez disso, questionou a utilidade de cada conceito e norma jurídica, e o objetivo prático destes para o homem e a sociedade de sua época”.

Segundo Caenegem, o princípio da utilidade pode ser definido como “o princípio que aprova ou desaprova qualquer ação, segundo a tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo, ou seja, segundo a tendência de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”.

O utilitarismo envolve uma ética adequadamente denominada de consequencialista, na medida em que requer que se avaliem, em cada caso concreto, os efeitos das ações, isto é, se as condutas são eticamente reprováveis a partir do critério da utilidade. Preconiza que as ações humanas devem seguir o princípio da utilidade, consistente na consideração da quantidade de prazer e de dor que as ações provocam nos indivíduos. As ações devem considerar todos os interesses, de maneira que nenhum contrainteresse seja desconsiderado ou tenha preponderância sobre outro.

Além disso, o número de pessoas atingidas pelas ações é objeto de análise. Busca-se sempre promover a maior quantidade de prazer possível ao maior número de indivíduos, ao passo que se evita o desprazer em uma proporção inversa: há um paralelismo entre o prazer e o sofrimento para o inglês, de tal modo que a maximização de um significa proporcionalmente a minimização de outro.


Internet: <http://publicadireito.com.br> (com adaptações).

Com base no texto CB1A1, é correto afirmar que
Os indicadores de acompanhamento e avaliação devem estar alinhados aos objetivos e metas da organização ou do projeto, de modo a garantir o fornecimento de informações úteis para a tomada de decisões. Tal característica refere-se à