Questões de Concursos
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Nada por aqui
Tell Us What to Call the Generation After Millennials {Please)
Millennials are getting older. Not that much older, of course. We're a roughly defined generational cohort, but arguably the oldest members of our demographic set are just beginning to reach the age of 40.
Meanwhile, the American generation behind millennials has started to move intothe workplace. And while some have proposed names for this group born in 1995 and after — Generation Z, PostMillennials, The Homeland Generation, iGeneration — all of these names are bad. The first two don't even strive for originality! Come on. Then again, it's hard to know what makes a generational name stick.
"Millennial" was coined in the late 1980s by the consultants Neil Howe and William Strauss, both baby boomers, before the term Generation X was even popularized. (They wanted to call them "13th Gen," but that didn't stick, and neither did "slackers."
But their term "millennial" did not become the dominant name for the huge generation after those two until much later. "In retrospect, it's easy to see that names that people gravitate to say something," Mr. Howe said in a recent interview. "Either the name itself or the way in which it was adapted."
But Malcolm Harris, the millennial author of "Kids These Days: Human Capital and the Making of Millennials," argues that those most interested in naming generations are those trying to sell things to that cohort.
"Generations are really only understood in retrospect," Mr. Harris said. "Some people have a financial interest in naming them as soon as possible, people trying to sell stuff. That's the first perspective we get on any cohort, and I don't think it's necessarily a very good one."
One stumbling block is a lack of agreement about the birth years for each generation. People on the fringes can feel as if they've got almost nothing in common with the rest of the group. A few years' difference can determine if you could have been drafted for Vietnam, watched the first MTV videos, or were born into a world of instant messaging.
In 2015, the Census Bureau said that there were 83.1 million American millennials (born between 1982 and 2000), exceeding the 75.4 million baby boomers (between 1946 and 1964), and the 65 million that Pew Research said belong in Generation X (between 1965 and 1980). But the generation after millennials is still so ill-defined (probably because of the whole name issue) that an accurate count has not yet been established.
And a good name? Nope.
Fonte: New York Times. Publicado em 23/01/2018. Disponível em: https://www.nytimes. com/2018/01/23/style/generation-names.html
APARECIÓ UNA BOA DE MÁS DE 2 METROS EN CARRASCO Y AHORA VETERINARIA LA ESTUDIARÁ
En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos llamó a la Policía para dar aviso de que dentro de una caja junto a un contenedor de basura habían encontrado una víbora.
En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos de Carrasco encontró una boa de más de dos metros junto a un contenedor de basura que se presume alguien tenía como mascota.
Según informó Telenoche y confirmó El País, el animal fue hallado en una caja de cartón dentro del contenedor que está sobre avenida Italia a la altura de la calle Ipanema. Un colegio de la zona llamó a la Policía para dar aviso y agentes de la Seccional 14ª se hicieron presentes en el lugar. También debió intervenir el Centro Coordinador de Emergencias Departamentales (Cecoed) de Montevideo. Pero cuando llegaron al lugar los funcionarios el animal estaba muerto.
Alejandro Crampet, docente de la Facultad de Veterinaria y veterinario especializado en reptiles, también estuvo en el lugar y esta mañana detalló a El País que la víbora era hembra, medía más de dos metros y pertenecía a la especie “boa constrictor occidentalis”.
Crampet señaló que cuando llegó la boa ya estaba muerta y que si bien ahora se estudiará para saber qué fue lo que le sucedió, se notaba que estaba “en muy buen estado”, por lo que se presume alguien la tenía como mascota. Al animal “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”, insistió.
De todas maneras, el experto explicó que es una especie que no está autorizada para tener en Uruguay. Es originaria del Sur de Argentina y “probablemente ingresó al país de contrabando”
“Es una especie que está en la lista de animales que no se puede tener” en Uruguay, pero no por estar en extinción, sino porque “hasta hace algunos años a este animal se lo cazaba para sacarle la piel y entonces había cargamentos de piel muy grandes y se lo puso en la lista para protegerlo”, añadió.
El docente sostuvo que la boa es un animal que no ofrece ningún peligro, “puede morder, como te mordería un perro o un gato. Pero no hay ningún otro tipo de peligro. No son venenosas”.
En la Facultad de Veterinaria será ahora utilizada como material de estudio: “Lo que hacemos es hacer un relevamiento de estos animales, porque no se sabe el origen y demás. Investigamos si no tienen parásitos o alguna enfermedad infecciosa que pudiera haber ingresado al país”, agregó el experto.
Crampet dijo que “aparentemente no tenía grandes lesiones externas. Lo que sí tenía era sangre en la boca, recién había muerto. Y la presencia de sangre en la bocaindica que hay una lesión interna. Probablemente la haya pisado un auto o recibió algún golpe”.
Acceso en 07/08/2018 - https://www.elpais.com.uy/ informacion/sociedad/aparecio-boa-metros-carrascoveterinaria-estudiara.html
‘Ferrugem’: um ótimo nacional encara o cyberbullying
Um celular perdido, um vídeo viralizado, e Tati, de 16 anos, se vê no meio de um furacão que abalaria qualquer um – e muito mais uma menina a quem ainda falta o equipamento emocional para lidar com uma situação tão drástica de exposição da intimidade e de ostracismo social. Os amigos e amigas vão caindo fora; com os pais, ela não consegue falar. Renet, o garoto com quem ela começava a engatar um flerte quando tudo começou, dá as costas a ela. E Tati, interpretada pela ótima novata Tiffanny Dopke, de fisionomia suave e jeitinho cativante, sucumbe à pressão.
‘Ferrugem’, do diretor Aly Muritiba, é um dos pontos altos de uma safra surpreendentemente boa do cinema nacional nos últimos meses (completada ainda por ‘Aos Teus Olhos’, ‘As Boas Maneiras’, ‘O Animal Cordial’ e ‘Benzinho’). Da agitação e cacofonia dessa primeira parte do filme, Muritiba vai, na segunda metade, para um estilo oposto: com atenção e reflexão, acompanha o sofrimento de Renet (o também muito bom Giovanni de Lorenzi) com as consequências do episódio que afetou Tati. Aqui, duas visões morais muito distintas se opõem: a do pai (Enrique Diaz), que quer poupar Renet, e a da mãe (a calorosa Clarissa Kiste), que quer obrigá-lo a enfrentar os fatos.
Maduro, lúcido, muito bem escrito e filmado, ‘Ferrugem’ está na comissão de frente dos possíveis indicados do Brasil ao Oscar do ano que vem.
(Disponível em:<https://veja.abril.com.br/tveja/em-cartaz/ferrugem-um-otimo-nacional-encara-o-cyberbullying/>
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Na frase “Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá-las de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral”, a vírgula depois de “conduta” pode ser suprimida sem alteração do sentido.
2. Na frase “A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar...”, a vírgula depois do segundo travessão pode ser corretamente suprimida.
3. No trecho “...não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também contêm uma explicação geral do mundo...”, a vírgula depois de “cultura” pode ser corretamente suprimida.
Assinale a alternativa correta.
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
A questão é referente à obra A dança dos cabelos, de Carlos Herculano Lopes.
Leia o seguinte excerto:
“Assentada neste banco onde a empregada me trouxe o jantar e após a sobremesa uma garrafa de café, estou com os olhos no azul da serra e no sol que nele se abriga, nessa estranha hora em que o silêncio é cortado apenas pelo berro de uma rês ou pelo cruzar de uma ave, e em que faço mais um cigarro, sem, no entanto, livrar-me dos latejos que em fincadas sucessivas voltam às minhas pernas e doem como as antigas lembranças de minha infância.”
LOPES, Carlos Herculano. A dança dos cabelos. Rio de Janeiro: Record, 2017.
Leia o texto para responder a questão.
Em seu livro Tratado Elementar de Química, publicado em 1789, Antonie Lavoisier estabeleceu uma nova nomenclatura para diversas substâncias químicas. Alguns exemplos, extraídos desse livro, são dados no quadro.
Nome antigo Nome proposto por Lavoisier Nome atual
ar vital oxigênio oxigênio
ar inflamável hidrogênio hidrogênio
ar fixo ácido carbônico dióxido de carbono
ácido vitriólico ácido sulfúrico ácido sulfúrico
vitríolo azul; vitríolo de cobre sulfato de cobre sulfato de cobre (II)
ácido marinho ácido muriático ácido clorídrico
sal marinho muriato de soda cloreto de sódio
soda aerada; soda efervescente carbonato de soda carbonato de sódio
Observe a tabela.
Crescimento do Partido Nazista – Alemanha 1925-1932
Ano Nº de filiados 1925 27 717 1926 49 523 1927 72 590 1928 108 717 1929 176 426 1930 389 000 1931 806 294 1932 1 414 975A tabela mostra o crescimento do número de filiados ao Partido Nazista Alemão entre as décadas de 1920 e 1930.
Assinale a alternativa que associa, corretamente,
o crescimento do número de filiados e o contexto
internacional.